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A enfermagem possui um papel central em realizar avaliação rápida com reconhecimento e resposta precoce ao choque. Em relação à avaliação e intervenções de enfermagem ao paciente adulto em estado de choque, assinale a alternativa incorreta.
O enfermeiro deve estabelecer monitorização do débito urinário com sondagem vesical de demora, avaliando balanço hídrico em intervalos regulares e comunicando alterações.
Principalmente no choque cardiogênico, é importante que o enfermeiro monitore os sinais de congestão pulmonar durante reposição volêmica.
No choque, a liberação excessiva de catecolaminas estimula a gliconeogênese e a resistência à insulina, portanto, o enfermeiro beira leito deve realizar controle rigoroso de glicemia.
Na suspeita de choque neurogênico por lesões traumáticas ao neuroeixo, o enfermeiro precisa estar atento aos sinais e sintomas de hipertensão arterial, taquicardia e vasoconstrição periférica.
Os pacientes no estágio progressivo do choque são tratados no ambiente de cuidado intensivo para facilitar o monitoramento cuidadoso e, possivelmente, as intervenções com tecnologias de suporte, sendo imprescindível os cuidados com higiene e conforto realizados pela equipe de enfermagem.