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O rastreamento do câncer do colo do útero é uma estratégia dirigida a um grupo populacional específico para o qual essa prática apresenta mais benefícios que riscos, com impacto na redução da mortalidade.
Acerca dessa estratégia, é correto afirmar que:
o método de rastreamento no Brasil é o exame citopatológico, que deve ser oferecido anualmente às mulheres ou qualquer pessoa com colo do útero, na faixa etária de 30 a 60 anos, e que já tenham tido atividade sexual;
a rotina recomendada pelo Ministério da Saúde para o rastreamento é a repetição do exame papanicolau a cada dois anos, após três exames normais consecutivos realizados com intervalo de um ano;
a repetição do exame 6 meses após o primeiro teste em mulheres em situação de vulnerabilidade tem como objetivo reduzir a possibilidade de um resultado falso negativo na primeira rodada do rastreamento;
o exame deve ser realizado logo após o início da atividade sexual, em pessoas portadoras do vírus HIV, com periodicidade anual após dois exames normais consecutivos realizados com intervalo semestral;
o rastreamento deve ser realizado semestralmente, após os 65 anos, uma vez que essa faixa etária está mais vulnerável ao HPV devido à queda hormonal e oscilações na imunidade.