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Para se obter sucesso com o emprego de pressão positiva contínua de vias aéreas (CPAP) no recém-nascido, é fundamental o empenho, muitas vezes desgastante, da equipe multiprofissional na adequação e na manutenção do sistema e, principalmente, na vigilância contínua do recém-nascido. Nesse contexto, assinale a alternativa que NÃO apresenta cuidados fundamentais para garantir uma terapia eficaz.
Colocar um gorro na cabeça do recém-nascido, com o crânio alojado completamente no fundo da touca, para fixar adequadamente o circuito do CPAP.
Certificar-se de que a umidificação e o aquecimento dos gases estão adequados (36° C).
Manter umidificação e esvaziar periodicamente a água condensada no circuito.
Verificar periodicamente a adaptação da pronga às narinas, a permeabilidade das vias aéreas superiores, a posição do pescoço e o aspecto das asas e do septo nasal quanto à presença de isquemia e necrose.
Pode-se usar curativo de filme transparente e/ou hidrocoloide para proteção de partes moles da narina e do septo, eliminando a necessidade de inspeção contínua da pele em busca de lesões.