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Durante um plantão noturno em uma unidade de terapia...

Durante um plantão noturno em uma unidade de terapia intensiva (UTI), uma enfermeira percebe que um colega de equipe, que está enfrentando pressão emocional e excesso de trabalho, tem repetidamente negligenciado os cuidados de um paciente em estado crítico. O colega tem deixado de administrar medicamentos importantes no horário prescrito e não está monitorando adequadamente os sinais vitais do paciente, colocando-o em risco de deterioração clínica. A enfermeira está ciente das tensões na equipe e teme que a continuidade dessa conduta possa resultar em danos irreversíveis ao paciente, além de criar um ambiente de trabalho insustentável.


Considerando os princípios éticos e as responsabilidades legais da prática de enfermagem, qual alternativa descreve as ações apropriadas da enfermeira nessa situação?


A

A enfermeira deve abordar o colega de maneira direta, oferecer apoio emocional e profissional para que ele possa corrigir seu comportamento, evitando relatar à supervisão, para não intensificar o estresse na equipe (Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, 2023).


B

A enfermeira deve relatar imediatamente o comportamento negligente à supervisão da UTI, documentando detalhadamente as omissões, mesmo que o colega esteja passando por dificuldades pessoais, garantindo que o bem-estar do paciente seja a prioridade (COFEN, 2023).


C

A enfermeira pode registrar as omissões no prontuário do paciente e sugerir que o colega busque apoio da equipe de saúde mental, sem necessariamente relatar à supervisão, preservando o sigilo da situação para evitar conflitos dentro da equipe (Legislação Brasileira de Enfermagem, 2023).


D

A enfermeira deve monitorar a situação por alguns dias e observar se o comportamento do colega melhora, relatar apenas se o problema persistir, para evitar agir precipitadamente e criar um ambiente hostil no trabalho (Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, 2023).


E

A enfermeira deve assumir os cuidados do paciente por conta própria, administrando os medicamentos e monitorando os sinais vitais, sem informar a supervisão, para garantir a segurança do paciente enquanto mantém o ambiente de trabalho estável (Legislação Brasileira de Enfermagem, 2023).