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O Atendimento Pré-Hospitalar (APH) é essencial para garantir que as vítimas recebam cuidados imediatos e adequados, aumentando suas chances de sobrevivência e recuperação. O cenário pré-hospitalar é caracterizado pela exigência de respostas rápidas e resolutivas por parte dos serviços de atendimento, sem que estejam disponíveis recursos diagnósticos como nas unidades hospitalares. Desse modo, assinale a alternativa INCORRETA.
No traumatismo cranioencefálico, a anisocoria pode ser um indicativo de diversas lesões cerebrais que levam ao aumento da Pressão Intracraniana (PIC).
O Índice de Choque (IC) é obtido a partir da divisão da Frequência Cardíaca (FC) pela Pressão Arterial Sistólica (PAS).
Os princípios de ouro do APH são como “período de ouro” que pacientes vítimas de trauma têm para receber os primeiros cuidados e sobreviver. O tempo desse período de ouro vai variar de acordo com a gravidade das lesões do paciente, em geral não passa de 60 minutos, motivo pelo qual muitas pessoas se referem a ele como a “hora de ouro”.
A sequência de prioridades utilizada na avaliação primária do paciente é o ABCDE: A (Airway) – Via aérea e estabilização da coluna cervical; B (Breathing) – Ventilação; C (Circulation) – Circulação; D (Disability) – Estado neurológico; E (Exposition) – Exposição e ambiente.
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é um parâmetro utilizado para acompanhar a evolução do nível de consciência desde a cena até a chegada ao hospital, auxiliando na tomada de decisões imediatas que permitam ao paciente maior chance de sobrevivência.