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O equilíbrio hidroeletrolítico é um processo fisiológico, dinâmico, vital e crucial para a hemostasia. Através do acompanhamento do balanço hídrico do paciente, cujos dados incluem a medição e o registro total de líquidos administrados e eliminados durante um período de 24h, o enfermeiro pode iniciar o controle de líquidos administrados e perdidos. É importante esse acompanhamento, visto que um volume de líquidos alterado pode ocasionar a desregulação dos níveis de eletrólitos, comprometendo a saúde do paciente. Dessa forma, as ações de enfermagem devem ser sistematizadas com o objetivo de restabelecer o equilíbrio hidroeletrolítico do paciente e proporcionar a sua recuperação. Sobre a atuação da enfermagem nos distúrbios eletrolíticos, identifique a opção correta.
Manter a pesagem acurada do paciente em horários alternados e diferenciados, todos os dias, remover excesso de roupas e esvaziar bolsas de drenagem antes da pesagem
Observar sinais e sintomas de déficit de volume de líquido extracelular, como alteração da pressão sanguínea, falta de pulsação e distensão venosa abdominal.
Avaliar nível de consciência, resposta pupilar à luz, movimentação voluntária dos membros, grau de força muscular e reflexos.
Realizar o registro das ingestões, excluindo as vias oral e intravenosa, tubos de alimentação e irrigantes retidos, e eliminações no período de 48 horas. Estimar as perdas de líquidos ocorridas em feridas e através da transpiração.
Monitorar a velocidade de infusão de soluções de líquidos intravenosos. Expandir a ingesta de água do paciente com drenagem nasogástrica (NG). Promover o alívio da sede do paciente oferecendo pequenas quantidades de gelo para chupar.