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Em relação à monitorização não invasiva e invasiva no manejo de pacientes pediátricos em unidades de terapia intensiva (UTI), indique a alternativa correta.
A monitorização invasiva da pressão arterial (PA) é o método de escolha para todos os pacientes pediátricos em estado crítico, pois fornece uma avaliação contínua da pressão arterial média (PAM), o que é essencial para detectar hipovolemia e ajustar o suporte ventilatório.
A monitorização invasiva da pressão venosa central (PVC) é um parâmetro confiável para a avaliação do estado volêmico e da função cardíaca em pacientes pediátricos críticos, devendo ser o principal guia para a reposição de fluidos e ajuste de drogas vasoativas.
O uso de capnografia na monitorização da ventilação mecânica em pacientes pediátricos é fundamental para a avaliação do espaço morto alveolar, além de ser um preditor indireto da perfusão tecidual, devendo ser ajustado de acordo com as condições hemodinâmicas do paciente.
A monitorização não invasiva por oximetria de pulso (SpO2) é confiável na avaliação da oxigenação tecidual em crianças com má perfusão periférica, uma vez que os dispositivos modernos conseguem compensar as variações na perfusão sanguínea.
O monitoramento contínuo da pressão intracraniana (PIC) é indicado em pacientes com traumatismo cranioencefálico grave ou outras condições neurológicas agudas, sendo preferível à monitorização da pressão de perfusão cerebral (PPC) para prever a isquemia cerebral em crianças em estado crítico.