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Dado o papel do enfermeiro pediátrico na identificação e manejo de DSTs em crianças sob suspeita de abuso sexual, aponte a opção correta sobre medidas clínicas e protocolos do Ministério da Saúde, incluindo a abordagem multidisciplinar para o cuidado dessas crianças.
A triagem para sífilis em crianças sob suspeita de abuso sexual deve incluir testes treponêmico (FTA-Abs) e não treponêmico (VDRL), com início imediato do tratamento caso qualquer teste seja positivo, conforme as diretrizes do PCDT do Ministério da Saúde.
A abordagem psicossocial de crianças sob suspeita de abuso sexual e exposição a DSTs deve ocorrer somente após o diagnóstico laboratorial, para reduzir o impacto emocional, priorizando inicialmente a coleta de dados clínicos e epidemiológicos.
A notificação compulsória de suspeita de abuso sexual em crianças ocorre apenas após confirmação diagnóstica de DST, visando evitar denúncias injustificadas e erros, conforme o princípio da precaução no SINAN.
A profilaxia pós-exposição (PEP) para HIV e outras DSTs deve ser considerada em crianças sob suspeita de abuso sexual, mesmo com exames iniciais negativos, se a suspeita for procedente após avaliação clínica, epidemiológica e multidisciplinar, conforme diretrizes do Ministério da Saúde.
A coleta de exames laboratoriais em crianças sob suspeita de abuso sexual deve ocorrer logo após a primeira avaliação clínica, independentemente do estado emocional, para evitar o agravamento de DSTs e iniciar a profilaxia.