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A ventilação mecânica invasiva (VMI) é amplamente utilizada em UTIP para suporte respiratório em pacientes críticos. Diante das boas práticas no manejo da VMI em crianças com disfunção pulmonar grave, marque a opção que reflete uma conduta baseada em evidências para otimizar o cuidado desses pacientes.
A monitorização contínua da complacência pulmonar e das pressões de platô é desnecessária em crianças, uma vez que essas variáveis não são tão impactantes no manejo ventilatório pediátrico quanto em adultos.
A estratégia de ventilação com baixos volumes correntes (4-6 mL/kg) associada à pressão positiva expiratória final (PEEP) elevada é benéfica em crianças com síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), pois reduz o risco de lesão pulmonar induzida pela ventilação.
O recrutamento alveolar deve ser evitado em pacientes pediátricos, uma vez que aumenta o risco de colapso alveolar e de hipoxemia refratária, sem benefícios clínicos comprovados em crianças.
O uso de altas frações de oxigênio inspiratório (FiO2) deve ser mantido por tempo prolongado, pois reduz o risco de hipoxemia em crianças com insuficiência respiratória aguda, mesmo que aumente o risco de toxicidade do oxigênio.
O uso de sedação profunda contínua é preferível em crianças com VMI prolongada, pois minimiza o desconforto e evita o desenvolvimento de delirium e complicações associadas ao desmame ventilatório.