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Parte do monitoramento dos pacientes críticos depende da observação direta e do exame físico, sendo intermitente e sua frequência depende da enfermidade do paciente. Outros monitoramentos são permanentes e contínuos, proporcionados por dispositivos complexos cuja operação requer treinamento especial e experiência. A maioria desses dispositivos dispara um alarme se certos parâmetros fisiológicos forem excedidos. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
É sabido que pequenas e sutis alterações na pressão arterial de um paciente crítico, via de regra não indicam a necessidade de intervenção imediata.
Alterações no ritmo cardíaco, por menores que sejam, podem ser um indicativo precoce de complicações e devem ser investigadas prontamente.
Em se tratando de saturação de oxigênio de um paciente, esta deve ser monitorada tão somente se houver histórico prévio de problemas respiratórios.
Na grande maioria dos casos, a monitorização contínua é opcional em pacientes que não apresentam sintomas claros de complicações.
De acordo com a melhor disciplina médica, a monitorização contínua de sinais vitais não é necessária após as primeiras 24 horas de admissão de um paciente em estado crítico.