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O conhecimento detalhado da resposta imunológica é crucial para a tomada de decisões clínicas. A respeito dos mecanismos imunológicos relacionados à imunidade inata e adaptativa, e suas implicações no tratamento de crianças gravemente enfermas, marque a opção correta.
Na sepse pediátrica, a disfunção da imunidade inata é caracterizada pela redução da atividade fagocítica de neutrófilos e macrófagos, além da produção exacerbada de citocinas anti-inflamatórias, o que pode resultar em imunossupressão secundária.
A resposta imune adaptativa, embora mais lenta, possui a capacidade única de gerar memória imunológica, sendo dependente exclusivamente da ação dos linfócitos T citotóxicos para a eliminação de patógenos intracelulares, como os vírus.
Os linfócitos B atuam exclusivamente na produção de anticorpos, sendo incapazes de interagir diretamente com células infectadas ou de apresentar antígenos, papel este reservado unicamente aos linfócitos T e às células dendríticas.
A maturação do sistema imunológico em neonatos e crianças pequenas está associada à predominância inicial de resposta imune do tipo Th2, o que favorece maior suscetibilidade a infecções virais e bacterianas, além de aumentar o risco de resposta alérgica exacerbada.
O sistema complemento, componente fundamental da imunidade inata, é ativado exclusivamente pela via clássica, sendo dependente da presença de anticorpos específicos para desencadear a cascata de ativação, o que limita sua eficácia em infecções agudas.