

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Para responder às questões de números 41 e 42, considere o texto a seguir.
Em uma unidade de pronto atendimento, paciente, sexo feminino, 44 anos, foi admitida à sala de emergência inconsciente, pós convulsão, e evoluiu em poucos minutos para parada cardiorrespiratória. Monitorada, apresentou traçado compatível com fibrilação ventricular e, imediatamente, utilizando desfibrilador, foi aplicado choque, que não resultou em alteração do quadro. Assim sendo, foram reiniciados os procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade por mais 2 minutos, quando se passou a observar traçado eletrocardiográfico compatível com assistolia.
Frente a essa situação, de acordo com as orientações das diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e atendimento cardiovascular de emergência (ACE) (2020), a conduta a seguir consiste em
cessar as manobras de RCP e a constatação de óbito da paciente pelo médico da equipe, pois o quadro é irreversível.
administrar novo choque, seguido de RCP por mais 2 minutos e reavaliar o quadro.
administrar novo choque, seguido da administração de 3 mg de epinefrina por via endovenosa e RCP por 2 minutos, e reavaliar o quadro.
administrar de 1 mg de epinefrina, por via endovenosa, seguida de RCP por 2 minutos, com tratamento das causas reversíveis, se identificadas.
administrar de 1 mg de epinefrina, por via endovenosa, seguida de novo choque e RCP por 2 minutos, com tratamento das causas reversíveis, se identificadas.