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Quanto ao esquema terapêutico preconizado pelo Ministério...

Caso clínico para responder às questões de 53 a 56.

Uma paciente de 42 anos de idade, enfermeira, procedente de São Paulo, apresentou-se à unidade básica de saúde com queixa de tosse produtiva há oito semanas, associada a febrícula vespertina, sudorese noturna e perda ponderal de 6 kg no período. Relatou contato próximo com paciente diagnosticado com tuberculose pulmonar há três meses em seu ambiente de trabalho. Ao exame físico, apresentava-se emagrecida, com FC = 92 bpm, FR = 20 irpm, Tax = 37.8 °C, ausculta pulmonar com redução do murmúrio vesicular e estertores finos em ápice de hemitórax direito. Trouxe radiografia de tórax evidenciando infiltrado cavitário em lobo superior direito e primeira baciloscopia de escarro positiva (++). Fez teste rápido para HIV, que apresentou resultado negativo.

Quanto ao esquema terapêutico preconizado pelo Ministério da Saúde (2023) para o caso clínico descrito, considerando o perfil epidemiológico da paciente e a apresentação clínico-radiológica, assinale a alternativa que indica o protocolo de tratamento.


A

Esquema especial para profissionais de saúde com estreptomicina 1 g/dia intramuscular + RHZE por três meses na fase intensiva, seguido de RH por nove meses na fase de manutenção por causa do risco ocupacional.


B

Fase intensiva com doses fixas combinadas de RHZE por três meses, seguida de seis meses de RH em apresentação combinada, considerando o status bacilífero e a presença de cavitação.


C

Esquema básico com RHZE em doses individualizadas por 60 dias, associado à corticoterapia nas primeiras quatro semanas em razão do comprometimento pulmonar extenso, seguido de RH por quatro meses.


D

Fase intensiva com rifampicina 600 mg/dia + isoniazida 300 mg/dia + pirazinamida 1600 mg/dia + etambutol 1100 mg/dia por dois meses, seguida de fase de manutenção com rifampicina e isoniazida por quatro meses, com dose ajustada ao peso de 45-55 kg.