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Uma paciente de 34 anos internada na clínica cirúrgica fazia uso de sondagem nasogástrica para administração de dietas. Preocupada com o estado de agitação da paciente, a enfermeira orientou a equipe de enfermagem que mantivesse a sonda fechada e prestasse todos os cuidados necessários, observando os sinais indicativos de deslocamento da sonda para o trato respiratório (caso hipotético). Nesse caso, a enfermeira estava se referindo aos seguintes sinais:
cefaléia, pirose e murmúrios vesiculares intensos.
lipotimia, náuseas e vômitos.
cianose, excesso de tosse e dispneia.
eupnéia, distensão abdominal e dor abdominla