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A Parada Cardiorrespiratória (PCR) é a paralisação da atividade cardíaca, ausência de responsividade do paciente e de respiração. Quando a PCR ocorre na gestante, o problema agrava-se, pois além da preocupação com dois pacientes (mãe e bebê), ainda há peculiaridades anatomofisiológicas decorrentes da gestação que devem ser levadas em consideração durante a aplicação do protocolo. Durante o atendimento à gestante em parada cardiorrespiratória, dentre as alternativas a seguir, qual apresenta conduta adequada para esse tipo de atendimento?
A cesárea perimortem é recomendada se a circulação espontânea não for restabelecida em até quatro minutos com idade gestacional maior que 25 semanas.
Em situações de gestantes com IG maior que 20 semanas e altura do fundo uterino acima da cicatriz umbilical, indica-se o posicionamento da mão do socorrista no terço superior do esterno.
Após a reanimação, há a recomendação de infusão intravenosa de ocitocina ou infusão direta no miométrio, para evitar colapso cardiovascular.
Durante as compressões é necessário o deslocamento uterino para a direita.
O tamanho do tubo endotraqueal deve ter espessura entre 0,5 e 1mm maior do que o escolhido para um paciente não gestante.