T.R., 36 anos, está internada na enfermaria
feminina do IPUB/UFRJ, há 30 dias, sempre diz que
é Diretora do Hospital, mantém quadro de agitação
psicomotora, fala rápida e prejuízos na memória
(esquece algumas situações). Ao encontrar com
uma enfermeira recém-chegada do concurso da
UFRJ, T.R. diz que a enfermeira a está perseguindo
e que ela deve se afastar, pois ela tem algum acordo
com o Diabo para dominar sua mente. A enfermeira,
preocupada com sua avaliação de estágio probatório,
concorda com T.R. e sempre que está no plantão,
sem justiicar, deixa de prestar cuidados a T.R. Com
relação à situação apresentada, podemos airmar:
A
a enfermeira agiu de forma acertada, pois
entendia que, uma vez que a paciente a colocava
como o Diabo, ela estava em risco de agressão
física. O melhor a fazer era se afastar.
B
a enfermeira deverá proceder de maneira que
não leve a paciente ao descuidado e deverá
informar à equipe multiproissional. Concordar
com a paciente não é a questão e sim entender o
seu sofrimento psíquico.
C
a enfermeira está totalmente errada, o
procedimento correto seria concordar com a
paciente e aproveitar seu estado psíquico para
facilitar seu cuidado.
D
D) a enfermeira deve pedir ao serviço social que
chame a família para conversar sobre a situação,
a im de se proteger.