

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Um Agente Comunitário de Saúde aciona o enfermeiro da UBS informando que um paciente de 45 anos, trabalhador rural, foi picado por uma serpente há aproximadamente 2 horas enquanto trabalhava na roça. O paciente comparece à unidade apresentando marca de duas presas no tornozelo direito, edema importante que se estende até o joelho, dor intensa local, equimoses, sangramento no local da picada que não cessa, sangramento gengival espontâneo, náuseas, sudorese e relato de visão turva. Paciente refere que a cobra tinha aproximadamente 1 metro, cor acinzentada com desenhos triangulares escuros no dorso. Sinais vitais: PA 100 x 60 mmHg, FC 110 bpm, Tax 37,8°C. Considerando o Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos do Ministério da Saúde e os protocolos de atendimento inicial a vítimas de ofidismo, qual é a conduta MAIS ADEQUADA que o enfermeiro deve adotar imediatamente?
Aplicar torniquete firme acima do local da picada para impedir a disseminação do veneno pelo sistema circulatório, realizar incisão em cruz no local das presas para facilitar drenagem do veneno inoculado, aplicar gelo local por 30 minutos para reduzir o edema e controlar a dor, administrar dipirona sódica intramuscular no próprio local da picada para alívio da dor intensa, e encaminhar o paciente para hospital em até 24 horas, pois o envenenamento por serpentes tem evolução lenta e progressiva sem necessidade de urgência imediata.
Reconhecer sinais de envenenamento botrópico grave (edema progressivo, manifestações hemorrágicas sistêmicas, hipotensão), classificar como acidente grave, manter o paciente em repouso com membro elevado, não realizar torniquete ou garroteamento, limpar o local da picada com água e sabão, encaminhar imediatamente para serviço de referência hospitalar com capacidade de administração de soro antibotrópico (SAB) ou antibotrópico-laquético (SABL), orientar sobre a gravidade e necessidade de soroterapia específica urgente, e garantir transporte rápido e seguro.
Identificar o acidente como leve devido ao tempo decorrido de apenas 2 horas desde a picada, prescrever analgésico oral (paracetamol 750 mg de 6/6h), anti-inflamatório não esteroidal (ibuprofeno 400 mg de 8/8h) e antibiótico profilático (cefalexina 500 mg de 6/6h por 7 dias), realizar curativo oclusivo compressivo no local da picada para conter edema, orientar repouso domiciliar absoluto por 48 horas com elevação do membro acometido, e agendar retorno em 7 dias para reavaliação da evolução clínica e remoção das suturas se necessário.
Administrar imediatamente na própria UBS 10 ampolas de soro antiofídico polivalente por via intramuscular profunda sem realizar prova de sensibilidade prévia para agilizar o tratamento, prescrever corticoide endovenoso (dexametasona 10 mg) para prevenir reação anafilática ao soro heterólogo, manter o paciente em observação por 2 horas na unidade básica de saúde para monitorização de sinais vitais e possíveis reações adversas, e liberar para casa com orientação de retorno imediato se houver piora dos sintomas ou surgimento de novos sinais.
Em caso de acidente de trabalho percutâneo (perfurocortante) com material biológico potencialmente contaminado, a conduta imediata recomendada pelo Ministério da Saúde, antes de qualquer avaliação sorológica, é um procedimento de descontaminação local. Assinale a alternativa correta.
Lavagem exaustiva do local com água e sabão.
Expressão ou espremedura vigorosa da ferida para forçar o sangramento.
Uso de soluções irritantes como éter ou glutaraldeído na ferida.
Imersão do membro afetado em solução de hipoclorito de sódio puro.
Aplicação imediata de torniquete acima do local da lesão.
Em acidente percutâneo com agulha após punção venosa em ambiente assistencial, qual sequência de medidas é adequada?
Esfregar vigorosamente o local com antisséptico alcoólico, colocar curativo oclusivo e encerrar conduta.
Reencapar a agulha para transporte seguro, preencher formulário e fazer pausa para refeição.
Pinçar a pele para controlar sangramento, aplicar gelo e liberar o trabalhador para retorno imediato.
Lavar com água e sabão sem espremer, notificar imediatamente, avaliar indicação de PEP e registrar o acidente.
Usar solução cáustica para “esterilização” local, postergar notificação para o final do turno e avaliar depois.
O acidente de trabalho com exposição a material biológico, de acordo com a Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública prevista na Portaria GM/MS nº 10.175/2026, deve ser notificado
mensalmente.
trimestralmente.
imediatamente.
semanalmente.
em até 48 hours.
Homem de 38 anos atua como técnico de manutenção em uma metalúrgica de grande porte há dez anos. Durante a manutenção corretiva de um duto industrial, sofre uma lesão perfurocortante no antebraço direito por uma ferramenta que continha resíduos orgânicos e químicos acumulados. Ele lava o ferimento com água e sabão, retornando às atividades. Quinze dias após o evento, o trabalhador procura atendimento médico apresentando exantema pruriginoso no antebraço e nas mãos, além de zumbido bilateral constante, irritabilidade severa e insônia persistente. Na anamnese ocupacional, revela que a empresa utiliza um sistema de gestão baseado em metas individuais rígidas, com frequente necessidade de horas extras; diz que utiliza protetores auriculares do tipo plug e manipula óleos lubrificantes sem o uso sistemático de luvas impermeáveis. A empresa emite a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) referente ao acidente perfurocortante típico inicial.
Em relação à saúde do trabalhador e sob a ótica da epidemiologia e vigilância em saúde, assinale a alternativa correta.
O acidente de trabalho com exposição a material biológico deve ser notificado como agravo de notificação compulsória imediata, em 24 horas, à autoridade sanitária.
O limiar audiométrico de 8 kHz deve ser o mais prejudicado no início da PAIR para que o diagnóstico clínico seja confirmado pelo especialista.
A progressão da perda auditiva induzida por ruído (PAIR) ocorre de forma acelerada após os primeiros quinze anos de exposição continuada no ambiente industrial insalubre.
O prazo para conclusão de casos de acidente de trabalho típico no SINAN é fixado em 180 dias após a ocorrência da lesão perfurante inicial.
A irritabilidade e a insônia podem ser classificadas como transtorno mental relacionado ao trabalho se houver nexo com a gestão por metas.
Durante o descarte de uma agulha utilizada em procedimento assistencial, um técnico de enfermagem sofreu exposição percutânea a material biológico. Na investigação do acidente, constatou-se que o coletor de perfurocortantes havia ultrapassado o limite máximo de preenchimento recomendado. O serviço de saúde realizou a avaliação do acidente, a notificação do evento e o acompanhamento do trabalhador conforme os protocolos vigentes. Considerando o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pós-Exposição (PEP), as recomendações do Ministério da Saúde e a Norma Regulamentadora n. 32 (NR-32), analise as afirmativas a seguir:
I. A indicação da profilaxia pós-exposição (PEP) deve considerar o tipo de exposição, o material biológico envolvido e a situação sorológica da pessoa-fonte, quando conhecida.
II. A utilização de coletores de perfurocortantes acima do limite máximo de preenchimento recomendado aumenta o risco de acidentes ocupacionais e configura falha nas medidas de biossegurança.
III. Todo acidente ocupacional envolvendo material biológico deve ser comunicado, registrado e avaliado, podendo requerer acompanhamento sorológico do trabalhador exposto.
IV. A profilaxia pós-exposição ao HIV deve ser iniciada somente após a confirmação laboratorial da sorologia positiva da pessoa-fonte, podendo ser instituída em até 30 dias após a exposição ocupacional.
V. Após exposição percutânea a material biológico, não se recomenda comprimir ou espremer o local da lesão para induzir sangramento, devendo-se realizar imediatamente a lavagem da área com água e sabão.
Assinale a alternativa CORRETA.
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II, III e V estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III, IV e V estão corretas.
Apenas as afirmativas I, III, IV e V estão corretas.
As afirmativas I, II, III, IV e V estão corretas.
Trabalhador de 25 anos, vítima de traumatismo após explosão de caldeira no trabalho, foi encontrado caído ao solo.
Conforme a avaliação primária do paciente com suspeita de trauma (BT1), assinale a opção que representa a primeira medida a ser tomada.
Garantir a segurança do local.
Avaliar pupilas.
Avaliar pulso central e radial.
Manter as vias aéreas pérvias.
Avaliar a responsividade (chamar o paciente).
A legislação previdenciária equipara certas situações ao acidente de trabalho típico para fins de proteção do segurado. Analise as afirmativas a seguir sobre os tipos de acidente de trabalho.
I.O acidente de trajeto é aquele ocorrido no percurso da residência para o local de trabalho ou vice-versa, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo próprio.
II.A doença profissional, produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério, é equiparada ao acidente de trabalho.
III.O acidente sofrido pelo segurado, ainda que fora do local e horário de trabalho, na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa, não é considerado acidente de trabalho.
Está correto o que se afirma em:
I, II e III.
II e III apenas.
III apenas.
I e II apenas.
I e III apenas.
Após uma colisão, um motociclista chega à UPA com colar cervical, dor no pescoço e parestesia nas mãos. Durante a transferência para a maca, a atuação correta do técnico de enfermagem consiste em:
realizar a inclinação da cabeça e a elevação do queixo para abrir a via aérea e manter um travesseiro sob o pescoço durante a transferência.
manter a estabilização manual e o alinhamento, utilizar a tração da mandíbula quando necessária, mobilizar com a equipe coordenada e observar alterações respiratórias ou neurológicas.
transferir o paciente pelos ombros e quadris, pois o colar cervical limita os movimentos e permite dispensar a estabilização manual durante a passagem.
sentar o paciente para testar a força e a sensibilidade e retorná-lo ao decúbito dorsal caso surjam dor, tontura ou piora das parestesias.
Durante o atendimento pré-hospitalar, uma vítima de acidente automobilístico encontra-se consciente, queixando-se de dor intensa no pescoço após colisão frontal. Considerando as condutas iniciais em traumas, a prioridade do atendimento deve ser:
Mobilizar rapidamente a vítima para a ambulância
Realizar imobilização com talas longas nos membros
Priorizar a estabilização cervical manual e posterior colocação do colar cervical
Administrar analgesia antes de qualquer imobilização
Colocar a vítima em posição lateral de segurança
Paciente vítima de acidente de trabalho com amputação na perna D.
A primeira medida a ser tomada após a realização do protocolo de avaliação primária (BT1) é
monitorizar a oximetria de pulso.
cobrir ferimento com curativo seco.
oferecer O2 suplementar por máscara não reinalante 10 a 15 l/min se SatO2 < 94%.
realizar a mobilização cuidadosa e considerar imobilização adequada da coluna cervical, tronco e membros, em prancha longa com alinhamento anatômico, sem atraso para o transporte.
controlar hemorragia no segmento afetado.
O enfermeiro do trabalho deve atuar em conformidade com a legislação brasileira, garantindo a proteção da saúde do trabalhador, registro adequado de acidentes e doenças ocupacionais, e comunicação formal às autoridades competentes. Considerando aspectos legais sobre acidentes e doenças de trabalho no Brasil, analise as afirmativas a seguir e marque a verdadeira.
O enfermeiro do trabalho não possui responsabilidade legal em relação à veracidade das informações fornecidas em documentos de acidente ou doença ocupacional.
O acompanhamento de trabalhadores com doenças ocupacionais é exclusivo do médico do trabalho, não cabendo ao enfermeiro atuar na prevenção, monitoramento ou registro desses casos.
O registro de Acidente de Trabalho (CAT) é opcional quando o acidente não resulta em afastamento, sendo de competência exclusiva do empregador decidir sobre a notificação.
A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) deve ser feita imediatamente, independentemente do afastamento, garantindo cobertura previdenciária e registro formal do evento.
Caso hipotético: Uma técnica de enfermagem sofre acidente ocupacional com material perfurocortante durante o plantão, com exposição a material biológico. Após atendimento imediato e avaliação clínica, não há indicação de afastamento das atividades laborais. Durante a investigação do acidente, surgem dúvidas entre os profissionais responsáveis quanto aos procedimentos relacionados à Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).
Com base na legislação brasileira sobre acidentes de trabalho, em relação ao caso apresentado, é CORRETO afirmar que:
a CATdeve ser emitida pelo empregador até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência do acidente.
a CATsomente deve ser emitida quando houver afastamento superior a 15 dias.
acidentes de trabalho sem incapacidade laboral não necessitam da emissão da CAT.
a CATsomente deve ser emitida após perícia médica do INSS.
a emissão da CATdepende de autorização expressa do trabalhador.
A saúde do trabalhador é um direito fundamental que exige vigilância contínua e notificação adequada de acidentes e doenças ocupacionais. Em um hospital público chamado Total Clínicas, o Técnico de Enfermagem sofre acidente de trabalho ao se perfurar com agulha contaminada durante procedimento. O profissional reconhece que acidentes de trabalho devem ser notificados e documentados conforme protocolos de saúde do trabalhador. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve seguir protocolos de segurança e notificação conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Qual das seguintes opções melhor descreve as responsabilidades do Técnico de Enfermagem após sofrer acidente de trabalho?
Culpar outro colega pelo acidente para se livrar de responsabilidades profissionais.
Ignorar o acidente e continuar trabalhando normalmente sem comunicar a ninguém sobre o ocorrido.
Descartar a agulha contaminada sem registrar o acidente para evitar problemas administrativos.
Comunicar imediatamente ao enfermeiro, procurar atendimento médico, registrar em formulário de acidente e notificar ao órgão competente.
Leia a descrição do seguinte caso para responder às questões de números 27 e 28.
Durante a jornada de trabalho, uma estante de livros tombou sobre um funcionário de uma biblioteca. No departamento de medicina do trabalho, foi constatado um ferimento corto-contuso no ombro direito e uma lesão labral, em que há a compressão da cartilagem que reveste a cavidade da articulação do ombro.
Ao atender um funcionário com um ferimento corto-contuso, o enfermeiro do trabalho constata em registros de seu prontuário que esse funcionário havia recebido o esquema completo de vacina dupla adulto contra tétano, além de dose de reforço há três anos.
Diante dessa situação, a conduta correta é:
aplicar uma dose de imunoglobulina humana antitetânica.
aplicar um novo esquema vacinal com três doses nos momentos 0-2-6 meses.
aplicar um novo esquema vacinal com 2 doses nos momentos 0-4 meses.
aplicar uma dose de reforço no mesmo dia.
considerar o funcionário protegido contra o tétano acidental, sem necessidade de revacinação.
Um trabalhador desenvolve um estado de estresse pós-traumático após presenciar um acidente de trabalho. No setor de medicina do trabalho, ele refere sintomas como: entorpecimento emocional, insônia e pânico, sendo esse quadro considerado um transtorno mental de alto risco. Com base na assistência em saúde mental, esse trabalhador deverá ser encaminhado para
o hospital psiquiátrico, por ser a referência da rede de atenção à saúde mental.
a Unidade Básica de Saúde, uma vez que não é necessário acompanhamento com psiquiatra, e sim com o médico da família.
o CAPS, por ser o serviço especializado no atendimento de pessoas de alto risco.
o Centro de Convivência, para que possa frequentar grupos com pessoas que estejam passando por situações semelhantes.
a Residência Terapêutica, para que seja avaliado por uma equipe de saúde especializada.
Durante a administração de medicação intravenosa, um técnico de enfermagem sofre um acidente com material perfurocortante. O paciente encontra-se em uso de antirretrovirais, mas não há informações disponíveis sobre seu histórico de saúde. Com base nos protocolos de segurança do trabalhador e na prevenção de doenças ocupacionais, assinale a alternativa CORRETA:
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às IST, ao HIV e à AIDS. PEP – Profilaxia Pós Exposição ao HIV [recurso eletrônico]. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [2024]. Disponível em: https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/prevencao-combinada/pep-profilaxia-pos-exposicao-ao-hiv. Acesso em: 1 jul. 2025.
Após o acidente, o uso de álcool 70% sobre o ferimento é essencial para esterilizar a área, podendo dispensar atendimento especializado em casos assintomáticos.
O acidente deve ser comunicado ao setor responsável, mas não é obrigatória a avaliação clínica se o paciente fonte estiver em tratamento.
A conduta inicial deve incluir a lavagem da área afetada com água e sabão e o encaminhamento imediato do profissional à unidade de referência para avaliação do risco e início, se indicado, da profilaxia pós -exposição (PEP).
A quarentena preventiva de 30 dias deve ser aplicada ao profissional de saúde antes da realização de qualquer teste diagnóstico.
A recomendação é de monitoramento do profissional somente se sintomas clínicos surgirem nas semanas seguintes ao acidente.
Um operador do setor de caldeira do hospital chega ao ambulatório ocupacional solicitando atendimento e relata que estava fazendo manutenção quando uma conexão se soltou, espalhando vapor. Na avaliação da lesão, é perceptível vermelhidão intensa em toda a região dorsal da mão direita, leve edema e ausência de flictenas. Com base nesse contexto, pode-se considerar que o trabalhador sofreu um ______________ que ocasionou queimadura de ________ grau.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
acidente de trabalho – quarto
descuido no trabalho – segundo
acidente de trabalho – primeiro
ferimento de pequena gravidade – terceiro
acidente pessoal – quinto
No dia 27 de julho se comemora o Dia Nacional da Prevenção de Acidentes do Trabalho. A prevenção deve ser perseguida, mas é fato que, no Brasil, ocorrem muitos acidentes relacionados ao trabalho.
Sobre esse tema, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Doenças ocupacionais podem ser consideradas acidentes de trabalho.
( ) A não aplicação de medidas de segurança coletivas podem ser causas de acidentes de trabalho.
( ) Falta de capacitação, inexperiência, excesso de autoconfiança, trabalho em turnos são algumas das variáveis que contribuem para a ocorrência de acidentes com a equipe de Enfermagem.
( ) De acordo com a NR-6, que trata dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), cabe ao trabalhador responsabilizar-se pela limpeza, guarda e conservação de seu EPI.
As afirmativas são, respectivamente,
F – V – F – F.
V – V – F – V.
V – V – V – V.
V – F – F – V.
F – F – F – F.
Um agricultor de 42 anos chega à unidade básica de saúde relatando dor e inchaço progressivo na perna direita após pisar em um animal rastejante durante o trabalho. Observa-se edema, equimose e presença de duas marcas puntiformes no terço inferior da perna. O paciente não apresenta sinais de choque, mas refere parestesia local. O enfermeiro realiza o acolhimento e prepara o atendimento inicial, com vistas à identificação do acidente e à administração de soroterapia, conforme a suspeita clínica. Considerando as condutas de enfermagem frente aos acidentes por animais peçonhentos e a profilaxia por meio de soros e vacinas, assinale a alternativa correta.
O soro antiveneno deve ser administrado por via intravenosa, em ambiente com suporte para reações anafiláticas, observando-se o tipo de animal agressor e a gravidade do envenenamento.
Em casos de suspeita de acidente botrópico, o local da picada deve ser incisado para facilitar a drenagem do veneno antes da aplicação do soro.
A administração de soro antiveneno deve ser feita preferencialmente por via intramuscular, a fim de reduzir o risco de reações adversas sistêmicas.
A profilaxia antitetânica deve ser realizada apenas em pacientes que não receberam vacinação nos últimos dez anos, não sendo necessária nos acidentados recentemente vacinados.