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Sobre o aleitamento materno, assinale a resposta que considerar INCORRETA.
O aleitamento materno é recomendado até no mínimo, o sexto mês de vida de uma criança, independente se o parto ocorreu prematuramente.
Infecção por herpes com vesículas nas mamas não contraindica a amamentação.
Abscesso unilateral mamário não drenado não contraindica a amamentação.
Tuberculose da mãe em tratamento com rifampicina não contraindica a amamentação.
Embora o aleitamento materno seja um processo natural, podem ocorrer intercorrências com risco de prejuízo para a mãe e para o bebê. Sendo assim, é importante que o enfermeiro saiba distinguir os eventos e adotar as condutas adequadas. A esse respeito é correto afirmar que:
O ingurgitamento mamário patológico é um processo infeccioso no qual o agente etiológico mais comum é o Staphylococcus aureus.
A mastite é um processo inflamatório de um ou mais segmentos da mama, unilateral na maioria das vezes, que pode progredir ou não para infecção bacteriana.
A hiperlactação correspondem à produção de mais leite do que o bebê consegue consumir. Também é chamada de apojadura.
As fissuras mamilares correspondem às lesões desencadeadas pela infecção por Candida sp, causando dor e sangramento no mamilo afetado.
O bloqueio de ductos lactíferos ocorre em determinadas áreas onde o leite não é drenado adequadamente. Ocorre bilateralmente e nos quadrantes superiores das mamas.
No aleitamento materno, como se chama o primeiro leite produzido depois que o bebê nasce?
O primeiro leite é chamado de colostro.
O primeiro leite é chamado de inicial.
O primeiro leite é chamado de secundário.
O primeiro leite é chamado de primário.
O primeiro leite é chamado de amamentação.
Assinale a alternativa CORRETA que é um processo inflamatório ou infeccioso que pode ocorrer na mama lactante, habitualmente, a partir da segunda semana após o parto. Geralmente, é unilateral e pode ser consequente a um ingurgitamento indevidamente tratado.
Mamas ingurgitadas.
Fissuras (rachaduras).
Mastite.
Pega incorreta do mamilo.
Em relação ao aleitamento materno, analise as afirmativas abaixo:
I.O leite materno é rico em vitaminas e minerais, carboidratos e ferro, exceto gorduras.
II.O leite materno é dinâmico e sua composição se adequa durante a mamada.
III.As posições do corpo da mãe e do bebê não influenciam na pega.
IV.A anatomia da mama tem relação nenhuma com o sucesso da amamentação ou a inviabiliza.
Qual(is) a(s) afirmativa(s) está(ão) CORRETA(S)?
Apenas, II e III.
Apenas, II.
Apenas, II e IV.
Apenas, I e III.
Apenas, I.
Em relação ao aleitamento, é INCORRETO afirmar:
Garante suporte nutricional e imunidade ao recém nascido.
Requer habilidade de preparo.
Possibilita a formação e o estabelecimento do vínculo entre mãe e bebê.
Acelera o processo de involução uterina pós-parto.
Nas seguintes situações, o aleitamento materno não deve ser recomendado, EXCETO:
Criança portadora de galactosemia, doença do xarope de bordo e fenilcetonúria.
Mães infectadas pelo HIV.
Mães infectadas pelo HTLV1 e HTLV2.
Tuberculose.
O aleitamento materno é a alimentação mais adequada e completa para o recém-nascido, sendo poucas as situações em que pode haver indicação médica para a substituição parcial ou total do leite materno.
A esse respeito marque V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Recomenda-se a interrupção temporária da amamentação em mães com Doença de Chagas na fase aguda ou quando houver sangramento mamilar evidente.
( ) Não há contraindicação da amamentação em mães que contraem dengue, pois há no leite materno um fator antidengue que protege a criança.
( ) Recomenda-se que as mães com tuberculose não tratadas ou ainda bacilíferas amamentem com o uso de máscaras e que, nesse caso, o recém-nascido receba isoniazida por três meses.
As afirmativas são respectivamente
V – F – F.
F – F – F.
V – F – V.
F – V – V.
V – V – V.
Sobre a pega correta durante a amamentação, é CORRETO afirmar:
A mãe deve segurar a mama, de maneira que a aréola fique livre, em posição de “C”. A mãe deve ser orientada a não colocar os dedos em forma de tesoura, pois desta maneira pode-se criar um obstáculo entre a boca do bebê e a aréola.
O corpo do bebê deve ficar bem próximo ao da mãe, “barriga com barriga”.
É normal a presença de ruídos e dor durante a amamentação.
As afirmativas “a” e “b” estão corretas.
Considere o quadro a seguir, em que são apresentadas orientações para aleitamento materno frente à covid-19.
I | suspender a amamentação ao seio até a negativação do exame de RT-PCR. |
II | manter a criança em outro quarto e, caso não seja possível, manter a distância de, no mínimo, dois metros entre o leito da mãe e o berço. |
III | realizar higienização das mãos por, pelo menos, 20 segundos antes de pegar no RN ou de manipular mamadeiras e bombas de leite, quando for necessário |
IV | após a mamada, solicitar que os cuidados com o RN sejam feitos por outra pessoa que não tenha sintomas ou que não esteja confirmada com covid-19. |
Frente a puérperas com covid-19 e clinicamente estáveis com RN assintomático, de acordo com o preconizado pelo Ministério da Saúde, o enfermeiro deve orientar, entre outras ações, o apresentado apenas em
I.
I e II.
II e III.
III e IV.
II e IV.
Ingurgitamento é um modo grave de aumento da plenitude mamária, que, geralmente, surge do 3º ao 5º dia após o parto, assinalando o início da produção copiosa de leite. O ingurgitamento pode ser causado por estimulação inadequada e/ou infrequente das mamas, resultando em mamas tumefeitas, de consistências endurecidas e quentes ao toque. São tratamentos indicados para esse problema do aleitamento materno, EXCETO:
Ordenha manual delicada do leite para amolecer a aréola a fim de facilitar a pega do neonato à mama.
Aplicação de calor úmido para reduzir o edema do tecido mamário, não é recomendado alternar com compressas frias.
Analgésicos leves.
Anti-inflamatórios para reduzir a inflamação.
Massagem delicada da mama durante a mamada e/ou ordenha do leite.
Para as mulheres, após a gestação, que estiverem amamentando de forma exclusiva, a orientação correta para iniciar anticoncepcional injetável mensal será:
atrase a primeira injeção até completar quatro semanas depois do parto ou quando o leite não for mais o alimento principal do bebê.
atrase a primeira injeção até completar quatro meses depois do parto ou quando o leite não for mais o alimento principal do bebê.
atrase a primeira injeção até completar seis semanas depois do parto ou quando o leite não for mais o alimento principal do bebê – o que ocorrer primeiro.
aplicar a primeira injeção logo após o parto.
Na amamentação, a pega do bebê está adequada na seguinte situação:
Bochecha encovada.
Lábios virados para dentro.
O bebê abocanha a maior parte da aréola.
Queixo não toca o peito da mãe.
A mama parece repuxada.
São poucas as situações em que pode haver indicação médica para substituição parcial ou total do aleitamento materno. Assinale a alternativa em que o aleitamento materno NÃO deve ser recomendado.
Lactante que contraiu dengue.
Criança com refluxo gastroesofágico.
Lactante que faz uso de cigarro.
Nova gravidez, sem intercorrências.
Criança portadora de galactosemia.
São poucas as situações em que pode haver indicação médica para a substituição parcial ou total do leite materno. Nas seguintes situações, o aleitamento materno não deve ser recomendado:
Mães em uso de fármacos como os antidislipidêmicos.
Mães tabagistas.
Mães em tratamento da hanseníase.
Mães que consomem mais de duas latas de cerveja por dia.
Mães em tratamento de tuberculose há mais de 30 dias.
Algumas medidas podem ser úteis para aumentar a produção do leite materno. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Diminuir a frequência das mamadas
Dar tempo para o bebê esvaziar bem as mamas
Oferecer apenas uma das mamas em cada mamada
Após a mamada, não ordenhar o leite residual
Segundo o Ministério da Saúde, o aleitamento materno é a melhor estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil.
Considerando a importância das orientações adequadas do profissional de saúde acerca do aleitamento materno, assinale a alternativa INCORRETA:
Os inúmeros fatores presentes no leite materno protegem contra infecções respiratórias, otites (inflamação do ouvido), diminui risco de alergias, hipertensão, diabetes, colesterol alto e reduz a chance de obesidade na criança.
Na pega adequada da mamada, a aréola deve estar mais visível acima da boca do bebê, boca bem aberta, lábio inferior voltado para fora e o queixo tocando a mama.
Em regiões e municípios cobertos pelo Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A, o profissional de saúde deve verificar a data da última dosagem. Crianças de até 6 meses de vida deve receber pelo menos uma dose dessa vitamina.
A introdução precoce de outros alimento, antes dos seis meses de idade da criança aumenta o risco de desnutrição se os alimentos introduzidos forem nutricionalmente inferiores ao leite materno.
A concentração de gordura no leite aumenta no decorrer de uma mamada. Assim, o leite do final da mamada (chamado leite posterior) é mais rico em energia (calorias) e sacia melhor a criança, daí a importância de a criança esvaziar bem a mama.
Sobre o aleitamento materno exclusivo logo após o parto, é correto afirmar:
Deve-se otimizar e priorizar os procedimentos rotineiros de sala de parto nos primeiros minutos de vida, para que a primeira hora de vida seja finalizada com o início da amamentação.
A prática do aleitamento materno em mulheres infectadas pelo SARS-CoV-2 foi muito discutida. A Organização Mundial da Saúde entende que os riscos do aleitamento materno para transmissão vertical são altos, não recomendando sua prática em sala de parto para mulheres positivas.
A prática da amamentação logo após o parto não apresenta interferência sobre os padrões de amamentação que ocorrerão posteriormente à sala de parto: são momentos diferentes e o aleitamento pode ser estabelecido em qualquer momento pelo binômio no alojamento conjunto.
Mesmo sendo recomendada sua prática em sala de parto devido a evidências/benefícios, o aleitamento materno na primeira hora de vida não é um parâmetro para a Organização Mundial da Saúde: seus indicadores se baseiam no aleitamento materno exclusivo em menores de 6 meses e na continuidade do aleitamento após esse período (maiores de 6 meses).
Os benefícios da prática do aleitamento materno logo após o parto contemplam tanto mãe como bebê, apresentando vantagens imediatas e de longo prazo sobre o binômio.
O leite materno é o melhor alimento nos primeiros meses de vida e a recomendação é de que a amamentação seja feita até os dois anos ou mais e, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses de vida. São inúmeros os benefícios para a mãe e para o bebê. A amamentação não deve doer e nem machucar o peito.
Em relação à técnica de amamentação, assinale a opção INCORRETA.
O queixo do bebê deve ser o primeiro a encostar na mama.
A cabeça do bebê deve ficar de frente para o peito e o nariz bem na frente do mamilo.
Só coloque o bebê para sugar quando ele abrir bem a boca.
As bochechas do bebê devem ficar encovadas a cada sucção.
A boca de bebê deve ficar bem aberta, e encaixada na aréola, com os lábios para fora.
No grupo de gestantes que você participa como uma das pessoas mediadoras, uma dupla de mulheres conversa sobre medidas de suporte no período de pós-parto. Uma delas sugere que é recomendável oferecer só uma das mamas durante a madrugada, escolhendo poupar um lado, para que ajude o bebê a ganhar mais peso e dormir melhor. A respeito desta orientação, é correto afirmar que
há riscos nesta escolha, sendo eles: ingurgitamento mamário por estase láctea e, até mesmo, diminuição da produção de leite.
essa alternância garante mesmo mais acesso ao leite posterior, mais rico em gordura, o que facilita o ganho de peso nos primeiros dias do bebê.
a troca de dicas corretas como esta entre as mães favorece o suporte social, diminuindo a chance de ocorrerem complicações de saúde física e mental.
os mediadores destes grupos devem interferir, proibindo troca de dicas entre pessoas leigas, devendo todas serem feitas pelo profissional de saúde.
a essa técnica se dá o nome de power pumping, que serve para aumentar a produção de leite à noite pela mama não esvaziada.