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Entre os sinais clínicos descritos abaixo, analise as alternativas e assinale CORRETAMENTE o sinal clínico mais confiável para identificar uma parada cardíaca:
Febre.
Ausência de pulso carotídeo.
Sonolência.
Síncope.
Hipotensão.
Em uma unidade de pronto atendimento (UPA), gestante com 37 semanas de idade gestacional, feto vivo, foi admitida na sala de emergência apresentando hipertensão e convulsão em andamento. Entre outros cuidados, foi monitorizada e passou a receber solução de sulfato de magnésio por acesso venoso periférico, para o controle da pressão arterial. Enquanto era aguardada a ambulância para a remoção da gestante para maternidade de referência, ela apresentou parada cardiorrespiratória.
Diante dessa situação, é correto afirmar que
a realização de procedimentos de desfibrilação é contraindicada, pois podem resultar em danos ao feto.
a administração do sulfato de magnésio deve ser interrompida e substituída, a critério médico, por cloreto de cálcio ou gluconato.
os monitores fetais, se disponíveis, devem ser instalados imediatamente.
a velocidade de infusão do sulfato de magnésio deverá ser reavaliada e aumentada.
a gestante deve ser colocada em posição de Fowler alto, para alívio da compressão aortocaval.
Durante atendimento a uma PCR em adulto, o monitor multiparamétrico evidencia atividade elétrica sem pulso (AESP). São imediatamente iniciadas compressões torácicas de alta qualidade, garantido acesso venoso pérvio e administrada adrenalina conforme protocolo de SAV. Considerando que a AESP é classificada como ritmo não chocável e conforme os princípios que norteiam o manejo avançado da PCR, assinale a alternativa que representa a conduta prioritária e mais adequada do enfermeiro no suporte avançado.
Iniciar desfibrilação bifásica imediata, independentemente da ausência de pulso.
Administrar amiodarona em bolus como fármaco de primeira linha.
Identificar para tratar, de forma sistemática e contínua, as causas potencialmente reversíveis (5H e 5T).
Suspender as manobras de RCP após dois ciclos completos na ausência de retorno da circulação espontânea.
Priorizar ventilação avançada imediata antes da manutenção das compressões torácicas.
A monitorização por ECG (eletrocardiograma) pode ser utilizada para os seguintes fins, EXCETO
fornecer informações sobre a condição mecânica (contrátil) do miocárdio.
monitorar a frequência cardíaca de um paciente.
avaliar os sinais de isquemia, lesão e infarto do miocárdio.
avaliar a resposta aos medicamentos (por exemplo, antiarrítmicos).
fornecer informações sobre distúrbios de condução.
Em uma área pública, um adulto sofre colapso súbito e apresenta apneia e ausência de pulso. Com base nas etapas do Suporte Básico de Vida e nas recomendações atuais para uso do desfibrilador externo automático (DEA), assinale a alternativa que indica a sequência de ações adequada.
Três ventilações iniciais com máscara, checagem de pulso por período prolongado, posição lateral de segurança e compressões intermitentes para preservar a equipe.
Compressões no centro do tórax a 100–120 por minuto e 5–6 cm, pedido de ajuda e DEA, ventilação bolsa-válvula-máscara em ciclos 30:2 e retomada imediata após análise do ritmo.
Preparo de fármaco vasoativo como primeiro passo, pausa para acesso venoso contínuo, análise de ritmo tardia e ventilação programada após estabilização hemodinâmica.
Transporte prioritário para sala reservada, montagem completa de monitorização, confirmação laboratorial prévia e compressões iniciadas após exames complementares.
Pressão rítmica a cada dois segundos no terço inferior do esterno, cânula nasal de alto fluxo para ventilação, choque programado e pausa longa para reavaliação.


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O Desfibrilador Externo Automático (DEA) é um equipamento essencial no Suporte Básico de Vida (SBV), utilizado para identificar ritmos chocáveis e aplicar choque elétrico quando indicado, aumentando a chance de reversão da parada cardiorrespiratória (PCR). Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O DEA deve ser ligado e aplicado o mais rápido possível após o início da RCP, preferencialmente após cinco ciclos de compressões torácicas.
(__)Antes de aplicar o choque, deve-se garantir que ninguém toque na vítima, verbalizando "afaste-se da vítima" e confirmando visualmente a segurança.
(__)O DEA não deve ser utilizado em vítimas com marca-passo implantado ou com tórax molhado, pois o choque pode danificar o dispositivo ou causar queimaduras graves.
(__)Caso o DEA indique "choque não recomendado", o socorrista deve reiniciar imediatamente as compressões torácicas por cerca de dois minutos antes de nova análise.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, F, V, V.
V, V, V, V.
F, V, F, V.
V, F, F, F.
Em um paciente admitido com queixa de dor torácica súbita, o enfermeiro realiza anamnese e, em seguida, inspeção, palpação e ausculta cardíaca. Em relação à semiotécnica aplicada nesse contexto, destaca-se que:
a palpação de frêmito toracovocal é indicada como exame de rotina em todos os pacientes com dor torácica, por permitir detectar alterações sutis de vibrações pulmonares transmitidas pela via aérea.
a ausculta cardíaca segmentar, apesar de clássica, tem valor limitado na detecção de sopros induzidos por lesões em coronárias, e por isso não deve ser priorizada no paciente com suspeita de síndrome coronariana aguda.
a ausculta dos focos valvares com manobra de apreensão torácica permite melhor transmissão de sopros de regurgitação mitral e deve ser empregada como complemento da ausculta convencional no contexto de dor torácica sugestiva de lesão isquêmica.
a palpação do ictus cordis no 5º espaço intercostal esquerdo linha hemiclavicular apresenta utilidade diagnóstica, sendo valorizada para diferenciar infarto do miocárdio de angina instável na semiotécnica de enfermagem.
O coração trabalha automaticamente, sob controle do sistema nervoso, mas o impulso da atividade cardíaca origina-se no coração. Esse complexo estimulante do coração é composto pelo nó sinoatrial, nó atrioventricular, fascículo atrioventricular e ramos subendocárdicos. Sobre o automatismo do coração, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo.
(_) O nó sinoatrial é o ponto de origem de todos os impulsos cardíacos e situa-se no átrio esquerdo próximo à desembocadura da veia cava superior. Esses impulsos cardíacos gerados no nó sinoatrial são transmitidos diretamente para as fibras musculares dos átrios e para o nó atrioventricular. É considerado o marca-passo natural do coração por controlar a frequência do batimento cardíaco.
(_) O nó atrioventricular situa-se próximo ao septo atrial, recebe os impulsos cardíacos do nó sinoatrial e os transmite com ligeira defasagem para a musculatura ventricular.
(_) O fascículo atrioventricular é a continuação do nó atrioventricular, recebe os impulsos desse nó e os transmite pelos ramos direito e esquerdo para os ramos subendocárdicos, que os distribui aos ventrículos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
F, V, V.
F, V, F.
V, F, V.
V, F, F.
Paciente do sexo masculino, 58 anos de idade, é levado à Unidade de Pronto Atendimento por seus familiares após episódio de mal súbito. Encontra-se inconsciente, não respira e não tem pulso palpável. Na sala de emergência, é identificado, ao monitor cardíaco, o ritmo a seguir:

Diante dessa circunstância, assinale a alternativa correta.
A conduta imediata da equipe deve ser a intubação endotraqueal e a manutenção da frequência respiratória entre 8 e 10 ventilações por minuto.
Está indicado choque não sincronizado seguido de compressões torácicas com frequência de 100-120/minuto e profundidade mínima de 5 cm.
A principal conduta deve ser assegurar acesso venoso de grosso calibre para administração de 1 mg de adrenalina, que deve ser repetida a cada 3-5 minutos.
A conduta imediata da equipe deve ser providenciar a sedação do paciente para administração imediata de choque sincronizado.
Sobre a utilização de um desfibrilador externo automático (DEA), é CORRETO afirmar que:
Os resultados esperados se concentram na melhoria do ritmo cardíaco, na frequência de pulso e no retorno das respirações. O ritmo cardíaco do paciente é revertido para um ritmo estável e o paciente recupera o pulso e as respirações.
Na identificação do débito cardíaco, alguns DEAs fornecem automaticamente o choque elétrico, para dar seguimento à revascularização coronária.
O dispositivo é acoplado a um paciente por meio de uma pá adesiva e cabos de conexão a eletrodos cardíacos.
O DEA possui um sistema de análise do ritmo; porém, necessita de profissional habilitado a reconhecer o ritmo cardíaco e com treinamento sobre a desfibrilação precoce.


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O uso dos equipamentos hospitalares é constante em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), emergências, pronto-socorro, centro cirúrgico e outros departamentos da área médica onde os pacientes são observados pelos profissionais. Os dispositivos precisam ser organizados para a utilização sempre que solicitados. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Desfibrilador é um equipamento cuja função é o restabelecimento do ritmo cardíaco dos pacientes após uma parada cardiorrespiratória. Ele serve para ressuscitar as pessoas por meio de choques que estimulam o bombeamento sanguíneo e a reestruturação celular.
Monitor cardíaco é um aparelho útil para conferir e corrigir rapidamente as alterações dos batimentos cardíacos. A tecnologia disponibiliza dados de forma contínua enquanto o paciente recebe atendimento médico e conta com desempenho avançado para a realização dos monitoramentos, porém seu entendimento e utilização só deve ser feito por profissionais médicos.
O ventilador pulmonar funciona ao administrar apenas a quantidade de entrada de ar do pulmão, para controlar a mistura de gases, evitando taxas anormais de gás carbônico e de oxigênio.
Oxímetro de pulso é um dispositivo invasivo que tem como finalidade mensurar os níveis de oxigênio no sangue.
O monitor cardíaco multiparamétrico fica localizado em cima do leito do paciente. O equipamento acopla apenas o monitoramento da pressão arterial invasiva, no caso de pacientes mais graves — em que o cateter é inserido na palma da mão.
O desfibrilador é um dispositivo que permite aplicar descargas elétricas para restaurar o ritmo cardíaco normal. Estar familiarizado com o uso do dispositivo é importante para sua segurança e seu uso efetivo. A respeito do uso do desfibrilador, tendo como base Brunner & Suddarth: Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica (2020) e MORTON E FONTAINE (2019), analise as alternativas abaixo e assinale a opção INCORRETA:
O uso do DEA (Desfibrilador Externo Automático) permite que indivíduos treinados em suporte básico de vida realizem a desfibrilação em uma variedade de ambientes.
No uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA), o posicionamento mais comum das pás adesivas é anterolateral: um adesivo na parte superior do tórax abaixo da clavícula e o segundo adesivo no lado esquerdo do tórax, no meio da linha axilar. Esse posicionamento coloca o coração no caminho direto da corrente.
O desfibrilador é um equipamento utilizado exclusivamente para desfibrilação.
O DEA (Desfibrilador Externo Automático) consiste em um desfibrilador configurado com um computador. Quando um DEA é utilizado, o dispositivo é ligado, as pás são aplicadas no tórax do paciente e o ritmo é analisado pelo desfibrilador para determinar se é indicado um choque ou não.
Atividade elétrica cardíaca anormal, que não gera pulso, podendo ser FV ou TVSP. Quando a monitorização com desfibrilador manual revela ritmo de FV/TVSP, a prioridade deve ser a desfibrilação precoce, uma vez que aumenta o sucesso do prognóstico.
A descrição anterior refere-se aos ritmos:
taquicardíacos
chocáveis
rápidos
de parada
Se uma equipe de socorristas, durante a realização de manobra de ressuscitação cardiopulmonar, decidir-se pelo uso de desfibrilador externo automático, as compressões torácicas deverão ser interrompidas de imediato para que se possa instalar os eletrodos do referido equipamento.
Certo
Errado
No ambiente hospitalar, a utilização adequada de um eletrocardiógrafo é crucial para a monitoração do ritmo cardíaco e a detecção de anomalias. Sobre o uso deste equipamento, assinale a alternativa que descreve uma prática inadequada:
Colocar os eletrodos do eletrocardiógrafo em locais padronizados no tórax do paciente, conforme o protocolo de 12 derivações, para obter uma visão abrangente da atividade elétrica do coração.
Verificar e garantir que os eletrodos estejam bem fixados à pele do paciente e que a pele esteja limpa e seca antes da colocação, para evitar artefatos e garantir a precisão dos sinais.
Realizar a análise dos sinais em um eletrocardiógrafo sem considerar possíveis interferências externas, como equipamentos eletrônicos próximos que possam afetar a qualidade do traçado.
Utilizar um eletrocardiógrafo somente para monitoramento contínuo, sem realizar a configuração adequada dos parâmetros de aquisição e análise para as necessidades específicas do paciente.


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De acordo com as diretrizes da American Heart Association (2020) em vigor, os ritmos de parada cardíaca chocáveis e a carga inicial do choque a ser disparada considerando um desfibrilador bifásico são, respectivamente:
assistolia e atividade elétrica sem pulso; carga: 120 a 200 Joules.
taquicardia ventricular sem pulso e fibrilação ventricular; carga: 120 a 200 Joules.
assistolia e atividade elétrica sem pulso; carga: 360 Joules.
taquicardia ventricular sem pulso e fibrilação ventricular; carga: 360 Joules.
De acordo com a Associação Americana do Coração (American Heart Association – AHA), um sexto elo foi adicionado à cadeia de sobrevivência tanto no atendimento intra quanto no extra-hospitalar. Assinale a alternativa que corresponde a esse elo.
RCP de alta qualidade.
Recuperação.
Desfibrilação.
Cuidados pós-PCR.
Reconhecimento e prevenção precoce.
Os desfibriladores externos automáticos (DEA) aplicam um pulso de corrente de grande amplitude no coração para restituir o ritmo normal dos batimentos cardíacos em pacientes que apresentam fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular. Os DEA diferem dos desfibriladores convencionais porque podem analisar o ritmo cardíaco e determinar se a desfibrilação será necessária. Isso elimina a necessidade de o operador interpretar o sinal de ECG antes da desfibrilação. Os modelos que exigem apenas que o operador posicione os eletrodos de desfibrilação e ative a unidade que vai analisar o ECO do paciente, para determinar a necessidade de aplicação do pulso elétrico e, caso necessário, automaticamente efetuar a descarga, são os:
manuais
automáticos
convencionais
semiautomáticos
Segundo as recomendações do AHA 2015 – American Heart Association –, quando identificado pulso ausente, deve-se informar imediatamente à Central de Regulação Médica, solicitando apoio, e iniciar ressuscitação cardiopulmonar (RCP) com insuflação e compressão torácica na seguinte proporção:
30 e 2
30 e 5
30 e 6
30 e 10
O desfibrilador é um equipamento vital em situações de emergência para reverter arritmias cardíacas graves. Sobre o uso correto do desfibrilador, qual das seguintes alternativas representa uma prática inadequada?
Ajustar a energia de choque do desfibrilador de acordo com as diretrizes clínicas e a condição do paciente, garantindo a aplicação segura e eficaz do choque elétrico.
Utilizar as pás do desfibrilador diretamente sobre a pele do paciente sem aplicar gel condutor ou verificar a presença de roupas e outros materiais que possam interferir na condução do choque.
Confirmar a correta sincronização do desfibrilador com o ritmo cardíaco do paciente antes de aplicar o choque, seguindo os protocolos para arritmias específicas como fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso.
Assegurar que ninguém esteja em contato com o paciente durante a aplicação do choque, para evitar riscos de queimaduras e garantir a segurança do procedimento.