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Na Teoria de Sister Callista Roy, o ser humano é:
um ser capaz de compreender seu estado de saúde, e, quando não pode fazê-lo, a enfermagem auxilia em um processo de interação.
o recipiente do cuidado de enfermagem e, ao longo da vida, em seus processos de saúde e doença, interage com o meio ambiente em mudança contínua, exigindo a adaptação permanente.
um ser integral e tem como principais valores e instrumentos a imaginação e a criatividade, além de englobar conceitos de homeostase e autorregulação.
parte integrante do universo dinâmico, onde está em constante interação com o meio, e, quando o desconforto gerado pelas suas necessidades não atendidas é prolongado, isso se torna causa de doenças.
um todo dinâmico, em constante interação com o meio, e sua integridade é obtida pela adaptação aos níveis de resposta do organismo.
A teoria do autocuidado, proposta por Callista Roy, em 1970, fornece um quadro conceitual para a prática de enfermagem e enfatiza a importância do autocuidado como um componente essencial para a promoção da saúde e do bem‑estar dos pacientes.
Certo
Errado
As teorias de enfermagem são um conjunto de conceitos relacionados à realidade da enfermagem, seus fenômenos e a relação entre eles. São utilizadas para descrever, explicar, diagnosticar e prescrever medidas para a prática assistencial, oferecendo respaldo científico para a prestação de cuidado de enfermagem de excelência. Dentre essas teorias tem-se a teoria de Sister Calista Roy cujo cuidado de enfermagem se baseia
no encontro vivido e dialogado, onde o paciente e a enfermeira se completam e se beneficiam com o cuidado integral e holístico prestado.
em guiar o ser humano na escolha das possibilidades sobre o processo de saúde, por meio da participação intersubjetiva com os profissionais, as pessoas, e as famílias.
na manutenção adequada das condições ambientais, tais como ventilação, iluminação, limpeza, ruídos, odores e alimentação auxiliando as pessoas na recuperação da saúde.
na manipulação dos estímulos focais, contextuais e residuais que recaem sobre a pessoa promovendo respostas satisfatórias nos modos adaptativos: fisiológico, autoconceito, interdependência e função de papel.
A prática de enfermagem é oferecida a indivíduos, famílias e comunidades em diferentes situações de saúde e, para cada clientela, o enfermeiro deve estabelecer modelos assistenciais para o cuidado, embasados em um referencial teórico que permita a realização das etapas do processo de enfermagem à luz desse referencial. A Teoria da Adaptação pode ter como população-alvo indivíduos com doenças crônicas, que precisam passar por um processo de adaptação às novas condições de saúde e doença, como insuficiência cardíaca, diabetes mellitus etc. Essa teoria é de autoria de
Florence Nightingale.
Callista Roy.
Dorothea Orem.
Wanda Horta.
Rullanda & Moore.
Em um estudo realizado com pessoas em situação de rua, enfermeiros identificaram a alimentação, o trabalho, a sexualidade, o sono, a respiração, a morte e a eliminação como as atividades de vida diária que se apresentavam mais comprometidas no contexto do ciclo vital. Nessa situação, foi utilizado no estudo o modelo teórico de Callista Roy.
Certo
Errado
A Teoria da Adaptação entende a enfermagem como uma disciplina científica que ajuda nas adaptações frente ao processo saúde-doença. Foi desenvolvida em 1970 e é um excelente parâmetro para as ações do enfermeiro quando estão presentes as investigações do comportamento, do estímulo, o diagnóstico de enfermagem, o estabelecimento de metas, a intervenção e a avaliação. Desse modo, marque a opção que corresponde a pessoa que desenvolveu essa teoria.
Joyce Travelbee.
Florence Nightingale.
Callista Roy.
Josephine Patterson e Loretta Zderad.
Dorothea Orem.
As teorias de enfermagem constituem a natureza da profissão, distinguido-a das demais profissões da área da saúde e configuram como importante instrumento para o desenvolvimento da enfermagem enquanto ciência e para direcionar a prática profissional. Dentre essas, a teoria de Sister Callista Roy (1970) destaca
a pessoa como sistema de adaptação que possui dois subsitemas processadores internos, o regulador e o cognitor, conhecidos como mecanismos de enfretamento que permitem a adaptação do indivíduo nos modos adaptativos de necessidades fisiológicas, autoconceito, função de papel e interdependência.
as teorias do autocuidado, déficit do autocuidado e sistema de enfermagem e inclui a capacidade da pessoa de cuidar-se, os fatores condicionantes básicos, a demanda e os requisitos do autocuidado. A enfermagem funciona como um sistema de ajuda para o autocuidado quando o individuo não puder suprir suas necessidades.
a organização e o ambiente físico, social e psicológico de forma a colocar a pessoa nas melhores condições possíveis para que a natureza possa agir para recuperar a saúde. As ações dos profissionais de enfermagem devem ser direcionadas para dirimir e prevenir a dor e o sofrimento desnecessários.
a importância da compreensão das similaridades e das diversidades culturais no processo assistencial e da conscientização do enfermeiro quanto à necessidade de se considerar a cultura do cliente e a necessidade de cuidado para direcionar a elaboração do plano terapêutico para a solução dos agravos à saúde apresentados.
Em uma consulta domiciliar a uma mulher de 62 anos de idade, diabética, com dificuldades em manter os níveis glicêmicos regulares e em perder peso, a enfermeira levantou problemas dos sistemas interpessoal e social da cliente, bem como do seu sistema pessoal, como a instabilidade glicêmica, o sobrepeso e aspectos da imagem corporal, de maneira que o planejamento da assistência considerou o processo de interação humana que conduzisse à transação e ao alcance dos objetivos. Nesse caso, todos os aspectos observados pela enfermeira indicam a adoção do referencial de Roy.
Certo
Errado
Callista Roy publicou a Teoria de Sistemas de Interação de Enfermagem e a Teoria de Realização de Metas. Esses são conceitos tão importantes que até hoje estão incluídos em todos os principais textos de Teoria de Enfermagem.
A teoria de enfermagem intitulada de "Adaptação" (1979), que se baseia nos modelos adaptáveis fisiológico, psicológico, sociológico, dependência - independência, e por fim, analisa as demandas e ajuda o paciente a se adaptar é de autoria de:
Florence Nightingale
Callista Roy
lmogene King
Jean Watson
Na teoria de Calista Roy:
A Enfermagem estabelece relacionamento interpessoal terapêutico eficaz, visando o reconhecimento e resposta às necessidades de ajuda do cliente.
Justifica-se a prática da Enfermagem a ausência de capacidade do indivíduo manter continuamente, quantidade e qualidade de autocuidar-se que sejam terapêuticas na manutenção da vida e da saúde, na recuperação da doença, dano ou na maneira de enfrentar seus efeitos
A Enfermagem é a ciência e a arte de assistir o ser humano no atendimento de suas necessidades humanas básicas, de torná-lo independente desta assistência o quanto possível.
A Enfermagem dá apoio e promove respostas adaptativas em relação aos 04 mecanismos de adaptação.
A teoria de Callista Roy denominada “Modelo de Adaptação” trabalha com os modos de adaptação do indivíduo. Ao discorrer sobre as regras ou limites de comportamento para ocupar uma série de posições na sociedade, Callista Roy define:
Autoconceito.
Necessidades fisiológicas.
Função no Papel.
Interdependência.
Crescimento e Desenvolvimento.
Em 1970, Roy apresenta a Teoria da Adaptação, a qual encontra fundamento nos Referenciais de Estresse de Salye e de Adaptação de Lazarus autores que tiveram uma contribuição significativa no delineamento dos conceitos fundamentais de sua teoria. Desenvolveu o estudo sobre:
Processos de Adaptação.
Sistemas psicológicos, fisiológicos e socioculturais.
O processo interação Enfermeira/Paciente.
Percepção, pensamento e sentimento.
“O receptor do cuidado de enfermagem pode ser o indivíduo, a família, a comunidade ou a sociedade, cada qual com uma abordagem holística de adaptação. Os aspectos individuais compõem um ser unificado e as pessoas sempre estão interagindo com o ambiente, com permanente troca de informações, estímulos e respostas, constituindo um sistema em que existem entradas, saídas, controles e retroalimentação.” O texto traz características fundamentais da Teoria de Enfermagem Desenvolvida por:
Irmã Calista Roy.
Dorothea Orem.
Joyce Travelbee.
Hildeard Peplau.
Imogene King.
Pode-se aplicar o modelo conceitual de Callista Roy na situação apresentada, buscando identificar os modos adaptativos envolvidos e os diagnósticos de enfermagem para o estabelecimento das metas a curto prazo de comportamentos do cliente que indicam enfrentamento consciente ou regulador.
O referencial teórico de Roy pode ser corretamente aplicado em diversas situações de cuidado, pois esclarece as relações entre os cinco elementos essenciais do modelo de adaptação. Porém, tem aplicação limitada quando se consideram as etapas de levantamento de dados e diagnósticos de enfermagem, visto que há uma lacuna em seu referencial quanto a essas áreas.
Considerando o referencial teórico de Callista Roy, o enfermeiro deverá levantar os dados relativos às áreas do auto-cuidado universal, desenvolvimental, desvios de saúde e deficits de auto-cuidado.
Os trabalhos de Callista Roy foram publicados nas décadas de 70 e 80 do século passado, tendo essa autora se preocupado com construtos ligados aos princípios de conservação de energia.