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Considerando o estado atual de conhecimentos relacionados à prevenção e ao tratamento da infecção pelo Papiloma Vírus Humano (HPV) e as recomendações do Ministério da Saúde do Brasil, assinale a alternativa CORRETA.
O diagnóstico definitivo da infecção pelo HPV é feito por meio de identificação da presença do DNA viral, através de testes de hibridização molecular. Esses testes têm utilidade na prática clínica das ações de saúde pública, porque são necessários para rastrear lesões subclínicas.
O objetivo principal do tratamento da infecção pelo HPV é remover as lesões condilomatosas. No entanto, por se tratar de uma infecção viral, a maioria dos pacientes não ficam curados.
As mulheres tratadas por lesões cervicais devem ser seguidas de rotina, após tratamento com a realização da citologia oncológica, a cada três meses, durante dois anos.
A vacina quadrivalente para prevenção do HPV, instituída no Brasil em 2014, foi produzida para conferir proteção contra a infecção apenas por vírus de alto risco oncogênico. São eles: 6, 11, 16 e 18.
A população-alvo da vacina quadrivalente contra o HPV, utilizada no Brasil, em 2014, foi meninas de 11 a 13 anos. No entanto, a faixa etária que melhor se beneficia pelos resultados da vacina é o grupo com faixa etária de 9 a 13 anos.
O cartaz reproduzido ao lado, foi utilizado na Campanha Nacional de Vacinação contra o HPV, lançada no dia 10 de março de 2014. O Ministério da Saúde incorporou a vacina contra o vírus HPV no calendário de vacinação de meninas de 11 a 13 anos. Em 2015, a vacina será ofertada também para meninas de 9 e 10 anos.
A vacina aplicada no Brasil é quadrivalente, ou seja, ela irá proteger contra 04 tipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), que são responsáveis pelo alto índice de casos de câncer de colo de útero. A vacina contra o HPV

Disponível em:<http://www.iabas.org.br/index.php>. Acesso em: 02 set. 2014.
confere imunidade passiva de longa duração contra os 04 tipos de HPV.
previne o câncer, pois contém anticorpos contra os 04 tipos de HPV.
estimula a produção de anticorpos contra os 04 tipos de HPV.
substitui o uso de preservativo, pois protege contra os 04 tipos de HPV.
A papilomavirose na gravidez é três vezes mais frequente que na população geral, existindo consenso de que há progressão da doença nesse período na dependência do estado imunitário do hospedeiro.
A infecção por HPV na gravidez e no parto pode ser minimizado por tratamentos ativos, principalmente no último trimestre da gestação. Do tratamento indicado à gestante com HPV, todos estão corretos, EXCETO:
Acido tricloroacético (ATA).
Podofilina.
Eletro ou criocauterização.
Criocirurgia.
Ao promover ações educativas sobre a infecção causada pelo HPV, o auxiliar de enfermagem orienta que
o diagnóstico é realizado por meio da peniscopia, colpocitologia e colposcopia com biópsia.
é doença de notificação compulsória, incidente em todas as regiões do Brasil.
a infecção predispõe ao aparecimento do câncer mamário e ósseo.
o quadro pode ser erradicado, após o tratamento no período de 1 ano.
atinge mais as mulheres do que os homens e é prevalente nas classes sociais mais baixas.
Entre as mulheres com atividade sexual, o exame citopatológico preventivo (Papanicolau) para detecção de alterações citológicas cervicais e para detecção de infecções pelo Papilomavírus Humano (HPV) pode reduzir em 70% o índice de mortalidade pelo câncer de colo do útero. A infecção por Papilomavírus Humano (HPV) no colo do útero poderá causar o câncer se não for tratado e diagnosticado adequadamente. Sobre o exame citológico preventivo e o vírus HPV, assinale a alternativa INCORRETA:
Mulheres grávidas podem se submeter ao exame do Papanicolau sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.
Fumar, beber em excesso ou usar drogas afeta o sistema imunológico e facilita a contaminação pelo vírus HPV.
O parceiro da mulher portadora do vírus HPV não precisa ser tratado.
O HPV pode levar até 12 anos para causar o câncer.
Usar preservativo em todas as relações sexuais é uma maneira de diminuir o risco de contágio pelo vírus HPV.
Entre as medidas de prevenção primária para diminuição da incidência de infecção pelo HPV, destaca-se a:
Distribuição de anticoncepcionais orais;
Realização frequente de Papanicolau;
Prescrição do uso de preservativo;
Seleção dos parceiros sexuais;
Cauterização de lesões do colo uterino.
O desenvolvimento da displasia das células cervicais uterinas e sua transformação em células cancerosas está relacionada a presença do vírus:
HIV.
HSV.
HAV.
H1N1
HPV.
Ainfecção persistente, provocada porumou mais dos tipos oncogênicos de Papilomavírus humano (HPV), é um fator fortemente associado ao aparecimento:
da neoplasia cervical.
do adenocarcinoma de ovário.
do adenocarcinoma de endométrio.
do carcinoma gastrointestinal.
do linfoma.
Antes de ser aprovada a vacina contra o HPV, a prevenção contra o câncer de colo do útero ocorria por meio de ações de prevenção secundária; atualmente, existem duas vacinas contra o HPV, produzidas a partir da proteína L1 do capsídeo viral: a bivalente, que protege contra os subtipos 16 e 18 do HPV; e a quadrivalente, que protege contra os subtipos 6, 11, 16 e 18 desse vírus.
Embora a persistência da infecção provocada pelo HPV represente causa importante de neoplasia cervical, a maioria das alterações cervicais causadas por esse tipo de infecção tem pouca probabilidade de progredir.
Com relação à alta incidência de infecção pelo papilomavírus (HPV) na população feminina brasileira, assinale a alternativa correta.
Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos, que nem sempre são suficientes para eliminar o vírus
As infecções clínicas mais comuns são as bolhas que aparecem na região genital
Todos os tipos de papilomavírus se transformam em tumor maligno
A principal transmissão desse vírus é o sexo oral
As infecções clínicas, mais comuns, ocorrem na região inguinal
O papiloma vírus humano
é uma doença sexualmente transmissível e todos os tipos de vírus possibilitam o surgimento do câncer de colo de útero.
transmite-se por contato, direto ou indireto, com a pele infectada por meio de relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, pênis e ânus.
é fator impeditivo para a realização de parto normal, com a necessidade de programação do parto cesárea.
pode ser tratado cirurgicamente com laser ou via tópica, dependendo do tipo de lesão.
é passível de imunização em qualquer faixa etária, independentemente de idade, sexo ou atividade sexual.