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Durante uma atividade de coleta de material para exame laboratorial, o Técnico em Enfermagem percebe que a identificação do recipiente não corresponde claramente ao paciente que será submetido à coleta. O exame foi solicitado com urgência. Considerando a segurança do paciente e a qualidade do processo, o profissional deve:
realizar a coleta e corrigir a identificação posteriormente.
utilizar o recipiente disponível e informar verbalmente ao laboratório a identidade correta.
interromper o procedimento até que a identificação seja devidamente conferida e regularizada, evitando risco de troca ou resultado atribuído ao paciente errado.
coletar o material e solicitar ao paciente que confirme posteriormente a identificação.
A identificação correta do paciente é considerada uma das metas internacionais de segurança do paciente e constitui uma etapa indispensável para prevenir incidentes durante a assistência à saúde. Em relação às recomendações do Ministério da Saúde sobre esse processo, assinale a alternativa CORRETA.
Antes da administração de medicamentos, coleta de exames, transfusão de sangue ou realização de procedimentos, o profissional deve confirmar a identidade do paciente utilizando, no mínimo, dois identificadores.
A identificação do paciente pode ser realizada utilizando apenas o número do leito ou do quarto, desde que não existam pacientes homônimos na unidade.
A confirmação da identidade do paciente deve ocorrer apenas na admissão hospitalar, sendo desnecessária antes dos procedimentos subsequentes.
A pulseira de identificação pode ser retirada temporariamente durante procedimentos e recolocada posteriormente, sem necessidade de nova conferência.
O nome da mãe deve ser utilizado como único identificador para pacientes adultos internados.
Em preparo para circulação periférica de solução intravenosa, o técnico em enfermagem verifica a integridade do frasco e do equipo. Assinale o cuidado correto antes da instalação:
Conferir nome do paciente, medicamento, concentração, data de validade e aspecto da solução.
Abrir o frasco e testar gotejamento diretamente na veia do paciente.
Utilizar qualquer equipo disponível, independente da indicação do fabricante.
Agitar vigorosamente o frasco até formar espuma abundante.
Conectar o equipo sem remover o lacre protetor do frasco.
A coleta de amostras de sangue para testes sorológicos (diagnóstico de ISTs e AIDS) é um procedimento que exige cuidados técnicos e organização para garantir a qualidade dos resultados e a segurança do paciente. Antes da coleta, é fundamental seguir etapas específicas relacionadas à preparação do material e à identificação adequada das amostras, evitando erros que possam comprometer o diagnóstico. Considerando isso, quais cuidados devem ser realizados antes da coleta de sangue?
Realizar a coleta imediatamente, sem necessidade de identificação prévia dos tubos.
Identificar corretamente os tubos com dados do paciente antes da coleta da amostra.
Coletar o sangue apenas se o paciente estiver em jejum absoluto.
Utilizar apenas luvas, dispensando outros equipamentos de proteção individual.
Evitar o uso de etiquetas, utilizando apenas identificação verbal do paciente.
Sobre as metas internacionais de segurança do paciente, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A identificação correta do paciente deve ser realizada utilizando no mínimo dois identificadores, como nome completo e data de nascimento, antes de qualquer procedimento.
II. A comunicação efetiva entre os profissionais de saúde é uma meta de segurança que envolve a padronização da passagem de plantão e a técnica de leitura e confirmação de prescrições verbais.
III. A prevenção de quedas é uma meta de segurança do paciente que inclui a avaliação do risco de queda na admissão e a implementação de medidas preventivas.
IV. A higienização das mãos, embora importante, não é considerada uma meta internacional de segurança do paciente.
Somente as afirmativas I e II estão corretas.
Somente as afirmativas II e IV estão corretas.
Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.
Somente as afirmativas I, III e IV estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
O enfermeiro, como gestor da sala de vacina, deve garantir a segurança dos processos, desde o armazenamento até a administração dos imunobiológicos. De acordo com as normas e os procedimentos para vacinação do Ministério da Saúde, assinale a alternativa INCORRETA.
O intervalo mínimo entre doses de vacinas diferentes, quando não administradas simultaneamente, deve ser respeitado conforme a natureza dos imunobiológicos (vivos atenuados ou inativados), visando evitar a interferência na resposta imune.
A Rede de Frio visa garantir que os imunobiológicos sejam mantidos em condições adequadas de refrigeração, entre +2 °C e +8 °C, sendo o monitoramento da temperatura uma atividade que deve ser registrada diariamente, no início e no final da jornada de trabalho.
Em caso de suspeita de Evento Supostamente Atribuível à Vacinação ou Imunização (ESAVI), o enfermeiro deve realizar a notificação obrigatória no sistema de informação específico, priorizando casos graves e erros de imunização.
Para a administração de vacinas por via intramuscular em adultos, a técnica de aspiração do êmbolo antes da injeção é obrigatória e indispensável em todas as regiões anatômicas, para garantir que o bisel da agulha não tenha atingido um vaso sanguíneo.
A conservação de vacinas em Unidade de Saúde deve ser feita em equipamentos de refrigeração específicos para imunobiológicos, sendo vedado o armazenamento de alimentos, bebidas ou qualquer outro material estranho ao serviço de vacinação.
Em hospital público de médio porte, a direção identificou aumento no número de eventos adversos relacionados à identificação incorreta de pacientes e falhas na comunicação entre turnos. Após análise situacional, foi instituído Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), com implementação de protocolos institucionais, incluindo identificação segura, cirurgia segura e higienização das mãos. A equipe de enfermagem passou a utilizar pulseiras padronizadas com dois identificadores e checklist estruturado na passagem de plantão.
Considerando as diretrizes da Política Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), indique a alternativa CORRETA.
A criação do Núcleo de Segurança do Paciente é facultativa às instituições públicas, sendo obrigatória apenas na rede privada.
A identificação do paciente com, no mínimo, dois identificadores integra as metas internacionais de segurança do paciente.
A notificação de eventos adversos deve ocorrer apenas quando houver dano grave ou óbito.
A segurança do paciente constitui responsabilidade exclusiva da equipe de enfermagem.
A implementação de protocolos de segurança dispensa monitoramento contínuo de indicadores assistenciais.
Antes de realizar uma coleta venosa, o técnico de enfermagem constata que o nome registrado na pulseira de identificação difere daquele impresso no rótulo da amostra, embora o paciente informe verbalmente seu nome completo. Diante dessa divergência, qual conduta deve ser adotada para assegurar a identificação correta do paciente e da amostra?
Confirmar a identidade pelo número do leito e pela informação do acompanhante, corrigir a etiqueta e realizar a coleta dentro do horário previsto.
Interromper o procedimento, conferir pelo menos dois identificadores, resolver a divergência pelo fluxo institucional e identificar a amostra na presença do paciente antes de deixar o local.
Realizar a coleta, manter o tubo sem rótulo e resolver a divergência depois, utilizando o horário e o local da punção para reconhecer a amostra.
Aceitar o nome informado pelo paciente, substituir a pulseira antes da coleta e comunicar a divergência após encaminhar a amostra ao laboratório.
(IBED) Ao preparar medicamentos para dois pacientes, é permitido manter na mesma bandeja seringas sem identificação, desde que elas sejam administradas imediatamente e o técnico memorize qual seringa corresponde a cada prescrição.
Certo
Errado
A segurança do paciente constitui um dos pilares fundamentais da qualidade em saúde, sendo definida como a redução do risco de danos desnecessários associados ao cuidado. Nesse contexto, destaca-se a importância da implementação de práticas seguras, da identificação e análise de __________, definidos como incidentes que resultam em dano ao paciente, incluindo lesões causadas pelo cuidado em saúde ou por complicações decorrentes da assistência, e não pela doença de base, podendo levar à hospitalização prolongada, incapacidade no momento da alta ou ambos.
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Riscos.
Eventos adversos.
Danos.
Fenômenos.
Near miss.
A identificação correta do paciente é a primeira das metas internacionais de segurança do paciente e busca assegurar que o cuidado seja prestado à pessoa certa. Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Na admissão e antes de cada procedimento, o paciente deve ser identificado por, no mínimo, dois identificadores, como o nome completo e a data de nascimento.
PORQUE
II. O número do leito ou do quarto pode ser alterado durante a internação, não constituindo um identificador seguro para confirmar a identidade do paciente.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
A asserção I é falsa, e a II é verdadeira.
As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
A asserção I é verdadeira, e a II é falsa.
O tema segurança do paciente tem ganhado destaque na área da saúde e, nessa abordagem, o termo “evento adverso” foi definido como dano causado pelo cuidado à saúde, e não pela doença de base, o qual prolongou o tempo de permanência do paciente no hospital ou resultou em uma incapacidade presente no momento da alta.
Assim, para melhorar a segurança do paciente, os enfermeiros vêm se organizando em entidades com os objetivos de disseminar e sedimentar a cultura de segurança do paciente nas organizações de saúde, escolas, universidades, organizações governamentais, usuários e familiares. Analise as afirmativas a seguir sobre esse assunto:

Disponível em:https://site.hcrp.usp.br/[...]. Acesso em: 5 jul. 2026.
Considerando as afirmativas apresentadas, correspondem a metas internacionais de segurança do paciente:
I, II, IV e V, apenas.
I, III e IV, apenas.
II, III e VI, apenas.
II, III e V, apenas.
I, II, III, IV, V e VI.
A presença de assinatura no termo de consentimento permite à equipe iniciar cirurgia eletiva mesmo quando a identificação do paciente, o procedimento ou o sítio cirúrgico apresentam divergências, desde que o cirurgião esteja presente na sala.
Certo
Errado
Na classificação de incidentes do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), um erro de medicação é detectado na última checagem, e a seringa é descartada antes de qualquer administração. Esse tipo de ocorrência se enquadra como:
Um incidente interceptado antes de alcançar o paciente, identificado na barreira final do cuidado.
Um incidente que alcança o paciente, com ausência de dano, exigindo monitoramento e registro de evolução.
Um evento adverso com dano ao paciente, associado ao cuidado, com repercussão clínica documentada.
Uma circunstância notificável, com potencial para dano, identificada no ambiente antes do preparo.
Em uma auditoria, observou-se que o circulante da sala não conferia os dados do paciente antes do início das cirurgias. Isso gerou alerta sobre riscos de erros evitáveis. Nesse cenário, assinale a alternativa CORRETA que corresponde qual é a conduta correta segundo os princípios da enfermagem perioperatória.
A checagem dos dados do paciente é responsabilidade exclusiva do anestesista.
A identificação do paciente é obrigatória apenas em cirurgias de urgência.
O circulante não deve interferir nos protocolos de identificação, pois são da alçada do núcleo de segurança.
O Enfermeiro circulante deve garantir a verificação dos dados do paciente antes da indução anestésica.
A identificação correta do recém‑nascido (RN) logo após o nascimento é fundamental para garantir a segurança da criança e evitar erros, como trocas ou perdas durante a permanência na maternidade. Para isso, protocolos rigorosos determinam que tanto o bebê quanto a mãe devem ser identificados de forma clara e precisa, utilizando pulseiras com informações essenciais que assegurem a correspondência entre ambos. Assinale a opção que apresenta a conduta correta para a identificação do recém‑nascido imediatamente após o nascimento, para garantir a segurança e evitar trocas.
Colocar uma pulseira de identificação no bebê e outra na mãe, contendo nome, data de nascimento e número do prontuário, garantindo a correspondência entre ambos.
Anotar os dados do bebê somente no prontuário da mãe, sem necessidade de identificação física do recém‑nascido, pois o mesmo fica inserido no mesmo registro da mãe.
Colocar apenas uma pulseira de identificação na mãe, pois ela é responsável pelo bebê.
Identificar a pulseira da mãe, e o bebê somente quando for receber alta da maternidade para fazer a checagem.
Identificar a pulseira do bebê com seu nome e com as iniciais do nome da mãe.
Assinale a alternativa correta considerando a prescrição de medicamentos na Atenção Básica (AB) no Brasil, conforme os protocolos do Sistema Único de Saúde (SUS) e a legislação vigente.
A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais é uma lista facultativa que serve apenas como sugestão para a elaboração dos protocolos municipais de saúde, sem caráter obrigatório para a dispensação no SUS.
Enfermeiros têm permissão legal para prescrever medicamentos dentro de protocolos específicos e programas de saúde pública (como vacinas, medicamentos para hipertensão e diabetes em programas específicos), constante nos protocolos e previamente aprovados.
Os enfermeiros estão legalmente proibidos de prescrever quaisquer tipos de medicamentos, incluindo antibióticos e aqueles previstos em programas de saúde pública, sendo esta uma competência exclusiva de médicos.Os enfermeiros estão legalmente proibidos de prescrever quaisquer tipos de medicamentos, incluindo antibióticos e aqueles previstos em programas de saúde pública, sendo esta uma competência exclusiva de médicos.
Farmacêuticos podem realizar a prescrição de medicamentos isentos de prescrição médica, mas são impedidos de prescrever qualquer tipo de medicamento que necessite de retenção de receita ou esteja sujeito a controle especial.
O principal objetivo dos protocolos de prescrição é permitir que os pacientes acessem a mais ampla gama de medicamentos disponíveis no mercado, evitando fila, automedicação e atrasos no tratamento.
Em uma unidade de internação, a equipe de enfermagem deve adotar medidas simples para prevenir eventos adversos. Entre as práticas recomendadas para segurança do paciente, destaca-se
realizar a identificação correta do paciente antes de qualquer procedimento, utilizando no mínimo dois identificadores.
dispensar a conferência da medicação quando o paciente for conhecido, para não desgastar o vínculo com o usuário.
utilizar um identificador para agilizar o processo de cuidado e intervenções precoces.
manter os leitos de adultos conscientes sem grades de proteção, exceto pediátricos.
permitir uso de medicações de casa para facilitar o cuidado continuado dos serviços da rede, ao ser informado verbalmente pelo paciente.
Para assegurar a qualidade e segurança do cuidado no serviço de saúde, é indispensável a prática da identificação correta do paciente. É considerada uma prática segura a
adoção institucional de pelo menos três identificadores para o paciente, como nome, data de nascimento e número da enfermaria, por exemplo.
confirmação, com o paciente e acompanhantes, das informações da(s) pulseira(s) para que não seja necessária a reconfirmação antes de procedimentos ou encaminhamentos.
adoção de checagem única, em que o profissional deve solicitar que o acompanhante verbalize qualquer identificador da pulseira.
rotulagem de frascos e outros materiais para exames na presença do paciente, conferindo dados da etiqueta.
escrita manual dos dados identificadores da pulseira para que a identificação seja mais rápida e a correção mais fácil em caso de erros.
Os protocolos assistenciais são fundamentais para garantir a qualidade do cuidado de enfermagem. Sobre a implementação e a avaliação dos protocolos assistenciais, analise as proposições:
I. A elaboração de um protocolo de cuidados deve ser precedida por uma análise de indicadores de saúde da população atendida, permitindo que as intervenções sejam direcionadas às principais demandas e especificidades do público-alvo (WHO, 2022).
II. A aplicação de auditorias internas nas unidades de saúde é uma prática recomendada para verificar a adesão dos profissionais de enfermagem aos protocolos assistenciais, sendo que os resultados dessas auditorias devem ser discutidos em reuniões de educação permanente para melhorias no cuidado (COFEN, 2022).
III. A validação de um protocolo assistencial, para garantir sua eficácia, deve ser feita apenas por um grupo de profissionais da própria unidade de saúde, uma vez que a realidade local é o único fator relevante para sua implementação (Polit & Beck, 2022).
Assinale a alternativa correta:
Apenas as proposições I e II estão corretas.
Apenas a proposição II está correta.
Apenas as proposições II e III estão corretas.
Apenas a proposição I está correta.
Todas as proposições estão corretas.