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Durante a consulta de enfermagem, D. Joana, 72 anos, constrangida, relatou que vinha apresentando episódios de perda involuntária de urina, em pequena quantidade, com gradativa piora ao realizar algum esforço, tossir ou rir. Consultando os exames laboratoriais realizados recentemente pela cliente, a enfermeira constatou que os resultados estavam normais. Frente a esta situação, como medida terapêutica, orientou a idosa a
realizar os exercícios de Kegel.
usar fraldas absorventes trocando-as sempre que estiverem úmidas.
fixar horário para micção, de 6/6 horas.
realizar adaptações ambientais que facilitem a chegada ao banheiro.
ingerir menor quantidade de líquidos.





O Enfermeiro, ao realizar uma consulta de enfermagem a uma idosa de 73 anos, orienta-a sobre os exercícios de Kegel, dizendo que esse exercício pode ser realizado em qualquer lugar, sentada, em pé ou deitada. O profissional está preocupado com uma doença prevalente em mulheres nesta faixa etária. O Enfermeiro orientou sobre o exercício de Kegel, porque a idosa possui:
osteoporose.
incontinência urinária.
demência
depressão.
Alzheimer.
Os pacientes que iniciam o tratamento medicamentoso para incontinência urinária devem ser orientados sobre os medicamentos recomendados e o surgimento de efeitos secundários, respectivamente descritos em





A incontinência urinária caracteriza-se pela incapacidade de controlar a eliminação da urina, podendo ser permanente ou temporária, sendo os seis tipos identificados desse problema: incontinência por estresse, por urgência, reflexa, funcional, por refluxo excessivo e total. Um dos cuidados de enfermagem a paciente com incontinência por estresse é a orientação de exercícios de Kegel
Ao ato de inclinar-se para frente e aplicar pressão manual sobre a bexiga na tentativa de vencer a resistência do musculo esfincteriano interno.
A exercícios isométricos que fortalecem e tonificam os músculos pubianos, coccígeos e elevador do ânus, usados voluntariamente para segurar a urina.
Ao fechamento da sonda vesical de demora durante um tempo determinado antes de sua retirada definitiva, simulando o enchimento da bexiga.
A exercícios que consistem em leves massagens ou suaves palmadas acima da região pubiana visando o relaxamento espontâneo do esfíncter urinário em resposta à estimulação física.
À técnica de prender a respiração e realizar força com o abdome durante 40 segundos que deve ser realizada com a bexiga vazia.
Após o diagnóstico da incontinência urinária, o fortalecimento do assoalho pélvico pode ser realizado, dentre outros, por meio de
eletroestimulação e crioterapia.
administração de granulokine e exercícios de Kegel.
biofeedback e eletrocoagulação.
exercícios de Kegel e cones vaginais.
cones vaginais e diário miccional.
O tipo de disfunção vesical que o jovem apresenta caracteriza-se por
incontinência urinária decorrente da perda da sensação consciente e do controle motor cerebral e função vesical exercida de forma reflexa.
incontinência de fluxo constante, com perda involuntária da urina associada a hiperdistensão por obstrução anatômica.
hipotonia vesical, com queda da bexiga e deslocamento dos ureteres, o que provoca transbordamento de urina.
incontinência urinária, com manutenção do arco reflexo e do controle motor cerebral.
retenção urinária decorrente da incapacidade do detrusor de se contrair, com perda de urina por gotejamento contínuo.
São cuidados prestados ao paciente com incontinência urinária e fecal, EXCETO:
Utilizar fraldas descartáveis.
Higienizar a pele a cada evacuação ou micção.
Utilizar pomadas com óxido de zinco ou óleos como barreira protetora da pele.
Manter a pele da região perineal seca.
Higienizar a pele de 6 em 6 horas.