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Um paciente que tem uma deficiência na secreção biliária, ele apresenta uma:
Oligocolia
Oligoemia
Oligomenorreia
Oligospermia
Oligúria
A insônia é o transtorno do sono mais prevalente na população, sendo caracterizada pela insatisfação com a qualidade ou quantidade de sono, mesmo quando há oportunidade adequada para dormir. Trata-se de uma queixa frequente na Atenção Primária à Saúde, podendo impactar significativamente a qualidade de vida do indivíduo. Assim, qual é o aspecto essencial na avaliação clínica de um paciente com insônia?
A insônia crônica é definida por duração inferior a 3 meses e geralmente não apresenta relação com fatores estressores.
A avaliação deve considerar apenas a dificuldade para iniciar o sono, pois é o único tipo de insônia existente.
A presença de sonolência diurna, irritabilidade ou cansaço não tem relação com o diagnóstico de insônia.
A investigação deve incluir hábitos de sono, consumo de substâncias estimulantes e a presença de comorbidades clínicas associadas.
A insônia não apresenta relação com outras condições de saúde, sendo sempre um distúrbio isolado.
O texto a seguir é referência para as questões 25 e 26.
Paciente masculino, 78 anos, hipertenso e diabético há 15 anos, internado na clínica médica após episódio de mal-estar geral e queda de mesmo nível. Refere fraqueza progressiva com perda de massa muscular nos últimos meses e dificuldade para realizar atividades básicas, como levantar-se da cama e caminhar curtas distâncias. História de alimentação irregular, com baixa ingestão proteica. Ao exame físico da enfermeira, apresenta-se consciente e orientado, com sarcopenia em membros superiores e inferiores, escoriação em joelho direito e baixo peso (IMC 18 kg/m²). Sinais vitais: PA 130/80 mmHg, FC 88 bpm, FR 18 irpm, SpO₂ 96%. Exames laboratoriais: hemograma sem alterações significativas, hemoglobina glicada (HbA1c) 6,8% e creatinina dentro da normalidade. A partir da análise clínica, a equipe multiprofissional indicou dieta enteral cíclica hiperproteica e hipercalórica para suporte nutricional e otimização da recuperação clínica.
Estudos descrevem prevalência crescente de desnutrição em idosos com diminuição do estado funcional e aumento da dependência e da incapacidade. Com base no caso apresentado, é correto afirmar:
O baixo peso é um critério etiológico da desnutrição.
Alterações do envelhecimento reforçam os hábitos alimentares e de vida.
A desnutrição é um fator irreversível no quadro de fragilidade do idoso.
A perda de massa muscular está relacionada ao sedentarismo.
Alterações associadas ao envelhecimento podem promover a desnutrição.
A Doença de Addison corresponde a uma insuficiência adrenal primária crônica caracterizada pela produção insuficiente de glicocorticoides e mineralocorticoides pelas glândulas suprarrenais, podendo provocar alterações metabólicas, cardiovasculares e hidroeletrolíticas importantes. Considerando as manifestações clínicas típicas dessa condição, assinale a alternativa que apresenta um achado que NÃO é característico da Doença de Addison.
Hipotensão arterial associada à fadiga intensa e perda ponderal progressiva.
Hiperpigmentação cutânea decorrente do aumento compensatório de ACTH.
Hipercalemia e hiponatremia relacionadas à deficiência de aldosterona.
Hiperglicemia persistente associada ao aumento excessivo da produção de cortisol.
Fraqueza muscular acompanhada de intolerância ao estresse fisiológico.
Um paciente do sexo masculino, 68 anos, é admitido no pronto-socorro com queixas de fadiga progressiva, astenia, náuseas, vômitos e poliúria há aproximadamente três dias. No exame físico, apresenta-se letárgico, desidratado (mucosas secas, turgor cutâneo diminuído) e com hipotensão postural. Os exames laboratoriais iniciais revelaram:
Sódio sérico: 158 mEq/L (VR: 135-145 mEq/L);
Potássio sérico: 2,8 mEq/L (VR: 3,5-5,0 mEq/L);
Cloreto sérico: 115 mEq/L (VR: 98-107 mEq/L);
Bicarbonato sérico (HCO3-): 18 mEq/L (VR: 22-29 mEq/L);
Glicemia: 120 mg/dL (VR: 70-99 mg/dL);
Creatinina sérica: 1,8 mg/dL (VR: 0,6-1,2 mg/dL);
Ureia sérica: 80 mg/dL (VR: 10-50 mg/dL);
Osmolalidade sérica: 330 mOsm/kg (VR: 275-295 mOsm/kg);
pH arterial: 7,32 (VR: 7,35-7,45);
PaCO2: 35 mmHg (VR: 35-45 mmHg).
Com base no quadro clínico e nos exames laboratoriais, qual é a principal hipótese diagnóstica para os distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos do paciente?
Acidose metabólica, hiponatremia e hipercalemia.
Alcalose respiratória com hipocalemia, hipernatremia e desidratação.
Acidose metabólica, hipernatremia, hipocalemia e desidratação.
Acidose respiratória com hipernatremia e hipocalemia.
Cetoacidose diabética com acidose metabólica e hiponatremia.


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Em casos de sepse grave, a disfunção adrenal aguda pode representar um fator de descompensação clínica adicional, exigindo do enfermeiro conhecimento aprofundado dos mecanismos fisiopatológicos da resposta ao estresse. Diante de um paciente séptico com hipoglicemia, hiponatremia, hipercalemia e resposta ausente ao estímulo com ACTH, qual hipótese explica, de forma mais acurada, a fisiologia subjacente à insuficiência adrenal neste contexto?
A falência adrenal ocorre por estímulo exacerbado do eixo hipotálamo-hipófiseadrenal, com hipercortisolismo persistente e perda da regulação por feedback negativo.
A presença de citocinas inflamatórias sistêmicas compromete a resposta hipotalâmica ao estresse, resultando em hipocortisolismo funcional e deficiência de mineralocorticoides.
O processo séptico desencadeia bloqueio autoimune da enzima 21-hidroxilase, impedindo a produção de cortisol e levando à destruição aguda do córtex adrenal.
A sepse promove estímulo da tireoide e hiperfunção da hipófise, causando hipertireoidismo transitório e alterações compensatórias da produção de cortisol.
A hipersecreção de ACTH secundária ao choque séptico leva à exaustão glandular adrenal, resultando em hipocortisolismo refratário e liberação excessiva de catecolaminas.
A Hiperplasia Adrenal Congênita (HAC) requer acompanhamento e tratamento adequados. Considerando as opções abaixo, assinale o item que corretamente demonstra a consequência da falta de tratamento adequado para a doença em recém-nascidos.
Anemia crônica sem tratamento.
Síndrome de Down.
Desenvolvimento normal com leve atraso motor.
Deficiência auditiva.
Desidratação grave e morte precoce.
A hidradenite supurativa é uma condição dermatológica crônica que afeta as regiões de pele com glândulas apócrinas, que tem como base fisiopatológica
a inflamação crônica de glândulas sebáceas associada à hiperprodução de sebo e obstrução ductal por queratina.
a disfunção das glândulas sudoríparas écrinas, levando ao acúmulo de suor e proliferação bacteriana nas regiões afetadas.
a oclusão dos folículos pilosos seguida por inflamação e formação de abscessos, envolvendo glândulas apócrinas e a resposta imunológica exacerbada.
a proliferação de bactérias específicas nas regiões de flexuras, promovendo infecção localizada e destruição tecidual.
No que tange às terminologias utilizadas na rotina da enfermagem, uma inflamação que afeta a glande é denominada:
astenia.
anóxia.
balanite.
amenorréia.
afasia.
Quais são os principais sinais e sintomas da Insuficiência Adrenal Aguda que os enfermeiros devem estar atentos ao avaliar um paciente?
Confusão mental, tremores e sudorese excessiva;
Hipotensão arterial, fraqueza muscular e desidratação;
Hipertensão arterial e hiperatividade;
Febre, dor de cabeça e fadiga;
Diarreia, dores no corpo e visão embaçada.


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Considere as afirmações a seguir sobre o paciente com afecções endócrinas.
I → A aldesterona é secretada unicamente em resposta ao ACTH, o qual é liberado pela hipófise como mecanismo compensatório ao baixo débito cardíaco quando num quadro de hipotensão.
II → A atividade adrenocortical excessiva, em resposta ao excesso de ACTH, resulta em uma afecção endócrina que se manifesta, pelos sinais e sintomas, como: obesidade central, hipopotassemia, faces de “lua cheia”, retenção de sódio, entre outros. Essa afecção denomina-se Doença de Addison.
III → A hiponatremia dilucional é um sinal comum na síndrome da secreção inadequada de ADH, a qual decorre de lesão no sistema nervoso central, uso de medicamentos, como antidepressivos tricíclicos e diuréticos tiazídicos, ou condições especiais como a pneumonia grave.
IV → A causa mais comum de hipoparatireoidismo é a remoção cirúrgica acidental em um caso de tireoidectomia total ou parcial, o que exige do paciente realizar reposição de vitaminas D, cálcio e magnésio.
Está(ão) correta(s)
apenas I.
apenas I e II.
apenas II e III.
apenas III e IV.
apenas II, III e IV.
Os distúrbios endócrino-metabólicos são alterações dos hormônios do organismo que acarretam modificações importantes nas taxas de glicemia, colesterol e triglicerídeos. Dentre as doenças endócrino-metabólicas mais frequentes podemos citar: a diabetes; os distúrbios da glândula tireoide; e a dislipidemia. O sistema endócrino é composto por um grupo de glândulas e órgãos que regulam e controlam várias funções do corpo por meio da produção e secreção de hormônios. Uma dessas glândulas divide-se em duas partes: córtex (camada externa, de cor amarelada devido à presença de colesterol) e medula (parte central), e é denominada de:
Glândulas paratireoides
Glândula tireoide
Células ilhotas do pâncreas
Glândulas adrenais
A senescência refere-se às mudanças fisiológicas naturais que ocorrem durante o envelhecimento e não são consideradas doenças. Essas mudanças incluem características como o embranquecimento dos cabelos, o surgimento de rugas, a perda de flexibilidade da pele, a diminuição da estatura, a redução da proporção de água corporal e da massa muscular. Por outro lado, a senilidade está associada ao processo de envelhecimento, e suas alterações decorrem de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, doenças cardíacas, pulmonares, renais e neurológicas, assim como hábitos de vida inadequados adquiridos ao longo dos anos. A senilidade pode resultar em diferentes graus de incapacidade funcional, insuficiência de órgãos e perda de qualidade de vida.
Certo
Errado
Estão entre as causas mais comuns da adenomegalia, EXCETO:
Doença de Kawasaki
Doença de Still
Síndrome mono-like
Sífilis secundária
Doença do soro
A doença de Addison caracteriza-se por:
Fraqueza muscular, anorexia, sintomas gastrointestinais, fadiga, emaciação, pigmentação escura das mucosas e da pele, hipotensão, baixo nível de glicemia, baixos níveis séricos de sódio e níveis séricos elevados de potássio.
Paralisia muscular ascendente, sintomas gastrointestinais, fadiga, hipertensão arterial, baixo nível de glicemia, baixos níveis séricos de sódio e níveis séricos elevados de potássio.
Altos níveis séricos de sódio e de potássio, fadiga muscular, hipotensão arterial, anorexia, diarreia e visão borrosa.
Hiperglicemia, hiperuricemia, pigmentação escura das mucosas e da pele, hipotensão e alterações neurológicas graves.


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Sudorese ou hiperidrose caracteriza-se por:
Infecção generalizada.
Inchaço generalizado.
Déficit de hidratação celular.
Sangue presente nas fezes.
Suor excessivo.
O uso da epinefrina estimula
receptores do disco de Merkel.
vasodilatação.
liberação de impulsos nervosos de canais iônicos.
receptores alfa e beta adrenérgicos.