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A figura abaixo demostra um tipo de método contraceptivo utilizado no planejamento familiar. Qual método a figura demostra?

A figura demostra o Método Preservativo Feminino.
A figura demostra o Método Preservativo Masculino.
A figura demostra o Método Hormonal.
A figura demostra o Método Dispositivo Intra Uterino.
A figura demostra o Método Diafragma.
Sobre os métodos contraceptivos, marque a opção CORRETA.
A minipílula que contém apenas progestrogênio em baixa dosagem pode ser utilizada pela mulher que está amamentando e seu uso deve ser iniciado após quatro semanas do parto.
O esquema YUZPE só pode ser utilizado por mulheres que ainda não tiveram filhos.
O método de Billings baseia se no fato que durante a segunda fase do ciclo menstrual é relativamente constante, com a ovulação ocorrendo entre 11 a 16 dias antes da próxima menstruação.
O diafragma só deve ser retirado de seis a oito horas após a última relação sexual, não devendo permanecer mais de 24horas, com a finalidade de evitar efeitos colaterais.
O DIU deve ser inserido, preferencialmente, após a menstruação pois a inserção fica mais fácil devido dilatação do canal cervical.
A assistência em anticoncepção pressupõe a oferta de todas as alternativas de métodos anticoncepcionais aprovadas pelos órgãos de saúde, bem como o conhecimento de suas indicações, contraindicações e implicações de uso, garantindo à mulher, ao homem ou ao casal os elementos necessários para a opção livre e consciente do método que a eles melhor se adapte. Dentre estes, um método considerado definitivo é o/a
anticoncepcional injetável.
dispositivo intrauterino.
vasectomia.
diafragma.
abstinência periódica.
A enfermagem tem papel fundamental na promoção da saúde sexual e reprodutiva no Brasil. Os profissionais de enfermagem podem possibilitar acesso à informação, aconselhamento reprodutivo e acesso aos diferentes métodos contraceptivos. Dessa forma, podemos dizer que o enfermeiro pode atuar em três pilares, sendo eles:
Educação em saúde, planejamento de saúde e prevenção e controle das doenças sexualmente transmissíveis
Promover a melhoria das condições de vida e saúde das mulheres brasileiras, controle das doenças sexualmente transmissíveis e contribuir para a redução da morbidade e mortalidade feminina no Brasil
Educação em saúde, contribuir para a redução da morbidade e mortalidade feminina no Brasil e controle das doenças sexualmente transmissíveis
Educação em saúde, aconselhamento reprodutivo, implementação e avaliação do método contraceptivo
No Brasil a inserção do DIU pode ocorrer em uma consulta ambulatorial, desde que os critérios de elegibilidade sejam atendidos e haja manifestação do desejo por parte da mulher. A respeito desse procedimento, assinale o correto.
O DIU deve ser alojado corretamente no útero com técnica asséptica e sedação.
O DIU disponível no SUS tem em sua composição artefatos de polietileno revestido com anéis de cobre, mais conhecido com o nome comercial de Mirena.
O DIU geralmente age desenvolvendo reações inflamatórias e alterações químicas que danificam as células reprodutivas.
O DIU de cobre aumenta o risco de gravidez ectópica.
O DIU é considerado abortivo.
A respeito da Anticoncepção Hormonal de Emergência (AHE) também conhecida como “pílula do dia seguinte” assinale a alternativa correta.
Deve ser usada de forma planejada, previamente programada, ou substituir método anticonceptivo como rotina.
Em caso de vômitos até uma hora após a ingestão dos comprimidos, não é recomendado repetir a medicação devido ao risco de intoxicação.
Deve ser administrada até sete dias após a relação sexual desprotegida, preferencialmente nas primeiras 72 horas.
Pode ser usada por via vaginal caso a mulher esteja desacordada, como em casos em que ela tenha sido vítima de violência
AHE é recomendada para maiores de 18 anos de idade; abaixo dessa idade a medicação é realizada mediante autorização dos responsáveis legais.
O Ministério da Saúde (2000), em seu Manual Parto, Aborto e Puerpério indica métodos contraceptivos adequados e inadequados no pós-parto para que a amamentação não seja prejudicada. Dessa maneira, indique, dentre as opções a seguir, o método contraceptivo contraindicado para a mulher que amamenta.
Anticoncepcionais hormonais combinados, que contêm estrogênio e progesterona
Minipílula, que contém apenas progestogênio
Diafragma
Método da lactação e amenorreia
Há vários tipos de métodos anticoncepcionais, cada um com suas vantagens e desvantagens. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde a uma desvantagem dos métodos hormonais.
Não protege contra as DST e Aids.
Não depende da mulher ou do homem.
Muitas pessoas se queixam da perda de espontaneidade na relação sexual.
Baixa proteção para contracepção.
Considerando métodos contraceptivos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa que não caracteriza um método de barreira e pode ser usado por longos períodos.
Diafragma.
Espermicida.
Camisinha.
Coito interrompido.
Dispositivo intrauterino (DIU).
Assinale a alternativa que corresponde à indicação correta de contracepção de emergência.
Relação sexual com uso de anticoncepcional.
Preocupação da mulher quanto à gravidez indesejada.
Falha ou esquecimento do uso de algum método contraceptivo.
Mulheres com histórico de malformação congênita.
Pacientes adolescentes com suspeita de gravidez.
A contracepção é considerada uma das intervenções em saúde mais custo-efetiva, pois evita gravidez não intencional e abortamentos inseguros, reduz mortalidade materna e neonatal e melhora a saúde do recém-nascido e da criança. A Organização Mundial de Saúde ressalta que as políticas públicas devem assegurar estratégias para garantir o fornecimento de métodos contraceptivos (de emergência, de curta e longa duração). Diante dessas recomendações, considerando a atuação do enfermeiro na saúde reprodutiva e contracepção, assinale a alternativa CORRETA.
Os dispositivos intrauterinos (DIU) podem ser inseridos imediatamente após um aborto cirúrgico ou farmacológico. Após colocar o DIU, a mulher é encaminhada para fazer consulta subsequente. Nessa ocasião, quando se encontra assintomática, mesmo que o fio não seja visualizado, entende-se que ele esteja bem posicionado.
É contraindicada a inserção do DIU entre 48 horas e 04 semanas do pós-parto. Nesses casos, se o DIU não foi inserido até 48h, a inserção deverá acontecer após 4 semanas pós-parto.
Se a usuária do DIU apresentar febre, dor pélvica aguda e persistente, pode ser sinal de doença inflamatória pélvica por cervicite, que estava assintomática no momento da inserção. Nesse caso, deve ser tratada com antibiótico apropriado e providenciada a imediata remoção do DIU, mesmo se a sintomatologia regredir rapidamente
Usuárias de DIU com cobre que apresentam vaginose bacteriana, tricomoníase ou candidíase devem receber tratamento habitual. Porém, devem ser orientadas quanto à necessidade de remoção imediata do DIU porque está comprovado que este tem a capacidade de alterar a flora vaginal e piorar esse quadro de vulvovaginites.
O DIU com cobre estará bem posicionado, se o segmento longitudinal estiver próximo ao orifício interno do colo uterino, ou seja, fixo no canal cervical.
O DIU é um método contraceptivo do grupo dos métodos contraceptivos de longa duração. O DIU com cobre, quando inserido dentro do útero, exerce ações locais que culminam por evitar a gestação, apresentando-se como um método seguro. Dentre suas principais características e vantagens estão, EXCETO:
Não aumentam o risco de a mulher contrair Infecção Sexualmente Transmissível (IST).
O retorno à fertilidade costuma ocorrer por volta de quatro a seis meses após a sua retirada.
É um dos métodos contraceptivos reversíveis de longa ação com maior custo-efetivo para as adolescentes.
Os íons de cobre têm um efeito direto na motilidade espermática, reduzindo a capacidade de penetração no muco cervical.
Quando inserido no pós-parto, deve ser de forma prioritária, no pós-parto imediato, ou seja, até dez minutos pós-dequitação.
De acordo com os critérios de elegibilidade da OMS, há contraindicação inaceitável do uso de anticoncepcional injetável progestágeno (trimestral) na seguinte condição clínica:
amamentação com menos de 6 semanas do parto.
câncer de mama atual.
hipertensão arterial, câncer de mama e tabagista.
hipertensão arterial e AVC prévio ou atual, câncer de mama, tabagista.
fumo > 35 anos e acima de 15 cigarros/dia.
NÃO é exemplo de um método contraceptivo de barreira:
DIU.
Diafragma.
Espermaticida.
Esponja vaginal.
Capuz cervical.
O planejamento reprodutivo é compreendido como um direito sexual e reprodutivo e deve levar em consideração o contexto individual de decisão livre e informada sem discriminação ou qualquer tipo de violência. Em relação ao uso do Dispositivo intra-uterino (DIU), está INCORRETO afirmar:
O progestogênio presente no DIU liberador de levonorgestrel (DIU-LNG) causa modificações no muco cervical e na tuba uterina, dificultando a migração espermática e inibindo a fertilização.
O cobre presente no DIU-Cu é tóxico para o espermatozoide, alterando sua motilidade e sua capacidade de penetrar no óvulo, impedindo, assim, a ocorrência da fecundação.
Mulheres com câncer de mama atual são consideradas de categoria 4 (risco de saúde inaceitável caso o método anticoncepcional seja utilizado) pela OMS para uso dos DIU.
O DIU pode ser inserido em qualquer momento do ciclo menstrual, sendo que na certeza de que a mulher não está grávida, não é necessário realizar teste de gravidez.
O DIU-cobre necessita de método anticoncepcional adicional após sua inserção, pelo menos um mês após ser inserido.
Métodos contraceptivos garantem a prevenção contra gravidez indesejada. Acredita-se que um dos primeiros métodos utilizados foi um método comportamental.
Trata-se
da laqueadura.
da camisinha.
da vasectomia.
do coito interrompido.
da pílula anticoncepcional.
A dupla proteção é uma das recomendações para o planejamento contraceptivo, que consiste no uso de
preservativo masculino e feminino, concomitantemente.
pílulas orais associadas ao adesivo transdérmico.
preservativo masculino ou feminino associado à anticoncepção de emergência, em caso de falha.
anticoncepcionais orais combinados (AOCs), que contêm baixas doses de dois hormônios.
preservativo masculino ou feminino, associado a outro método contraceptivo de escolha da mulher.
Na atualidade, dispomos de diversos métodos contraceptivos para evitar gravidez indesejada e até mesmo Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Em relação ao DIU de cobre, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Alterações da menstruação, cólicas e dor na parte inferior do abdômen são alguns dos efeitos colaterais/adversos mais comuns.
( ) É um método que possui alta eficácia e protege contra algumas doenças sexualmente transmissíveis (IST).
( ) Para as mulheres que apresentem ciclos menstruais pode ser inserido a qualquer momento do mês, desde que se certifique a não possibilidade de gravidez.
( ) A inserção do DIU pode ser realizada por médico(a) e enfermeiro(a) treinado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V – V.
F – V – F – F.
F – V – F – V.
V – F – V – F.
A pílula do dia seguinte, ao contrário do que muitos acreditam, não deve ser considerada um método contraceptivo. Trata-se de um medicamento que deve ser utilizado somente em situações emergenciais.
Para o efeito adequado, essa medicação deve ser usada, depois do ato sexual, no máximo, até:
06 horas.
12 horas.
24 horas.
36 horas.
72 horas.
A ação, fundamentalmente importante, da pílula anticoncepcional pós-coito ou “pílula do dia seguinte”, consiste em
criar uma reação endometrial inibidora à implantação do ovo.
preparar o endométrio para a fecundação.
produzir substâncias espermicidas para evitar a gravidez.
aumentar o nível do muco cervical para favorecer a contracepção.
inibir ou atrasar a liberação do óvulo do ovário.