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A oxigenoterapia, em cliente adulto, pode ser realizada por tenda, cânula nasal, máscara facial ou cateter nasal. É importante saber que o fluxo de oxigênio administrado por cânula nasal deve ser:
maior do que o fluxo administrado por tenda
maior do que o fluxo administrado por cateter nasal
maior do que o fluxo administrado por máscara facial
igual ao fluxo administrado por cateter nasal
igual ao fluxo administrado por máscara facial
A cânula nasal provoca certo incômodo e deve ser introduzida após ter sido feita a medida da distância entre a ponta do nariz e o lóbulo da orelha.
O pulso é a expansão e a retração alternadas de uma artéria pela onda de sangue forçada através da mesma pela contração do ventrículo esquerdo. Em caso de pacientes digitalizados e com doenças cardíacas, deve ser realizado o controle do pulso:
facial.
temporal
braquial
femoral
apical
Com a finalidade de agilizar o atendimento, a verificação correta da freqüência cardíaca do paciente pode ser feita na artéria carótida por 15 segundos, multiplicando-se por 4 o valor obtido.
Pressões parciais de oxigênio (PO2) e de gás carbônico (PCO2) iguais a 69 mmHg e 40 mmHg, respectivamente, que podem ser encontrados em exame gasométrico arterial (respirando ar ambiente), são compatíveis com o quadro apresentado pelo paciente.
Os neurônios inspiratórios localizados no bulbo são também os responsáveis pela estimulação dos músculos da respiração que determinam a expiração.
Na administração do oxigênio, o enfermeiro deve estar atento para a concentração prescrita — 2 litros por minuto — uma vez que, pacientes com DPOC retêm cronicamente CO2 e a administração excessiva do oxigênio pode resultar em uma hipercapnia progressiva com acidose, causada pela redução do estímulo hipóxico para respirar.
Considere a seguinte situação hipotética.
Um paciente foi atendido em um ambulatório, apresentando quadro de envenenamento por inalação de dióxido de carbono. O paciente apresentou tontura, perturbação auditiva, perda de força muscular, taquicardia, taquipnéia e face rosada.
Nessa situação, o procedimento mais adequado consiste na administração de oxigênio puro, ventilação mecânica e aplicação imediata do antídoto específico.
A oxigenoterapia consiste na administração do ar enriquecido de oxigênio, por meio de vários sistemas, mas sempre umidificados para evitar ressecamentos da mucosa.
No caso de uso de máscara, o fluxo mínimo de oxigênio necessário para eliminar o CO2 expirado deve ser de 3 L/min.
O dispositivo mais simples para administração de oxigênio é o cateter nasal, feito de material plástico, com uma alça para fixação na cabeça e uma bifurcação própria para ser adaptado às narinas, através da qual se dá o fluxo de oxigênio.
Os capnógrafos, equipamentos utilizados para monitorização da saturação de oxigênio, devem, obrigatoriamente, ser usados em todos os transportes de pacientes críticos.
O oxigênio pode ser armazenado em cilindros de aço ou canalizado. Na maioria das instituições de saúde, o oxigênio é canalizado, devendo ser manuseado com cautela e ficar livre de fontes que favoreçam a combustão, tais como cigarros.
Em oxigenoterapia prolongada, o cateter nasal deve ser trocado diariamente e, quando o nível da água no umidificador estiver baixo, recomenda-se acrescentar água destilada ao volume restante.
Na instalação do cateter nasal, o enfermeiro deverá providenciar um umidificador para adaptar-se ao fluxômetro, com água destilada estéril até o nível apropriado, com a finalidade de suplementação de fluidos administrados.
O cateter nasal cuja instalação foi solicitada é um dispositivo para administrar oxigênio que provoca certo incômodo, pois deve ser introduzido pela narina até que fique posterior à úvula, medindo-se a distância entre a ponta do nariz ao lóbulo da orelha.
A administração de oxigênio requer conhecimentos específicos de enfermagem. A esse respeito, assinale a única assertiva incorreta.
Pode ser realizada através do cateter nasal, nebulização contínua, inalação incubadora e hood.
Em virtude de lesar o epitélio da mucosa respiratória, com inflação e dificuldade de eliminar o muco, é necessário sempre umidificá-lo.
A oxigenioterapia não facilita a expectoração e nem provoca broncodilatação.
O cateter nasal deve ser trocado diariamente durante a oxigenioterapia prolongada.
No processo de inalação, deve-se manter o paciente em posição Fowler, ou sentado, e orientado a não conversar durante o procedimento.
Em caso de uso de cateter nasal, o oxigênio deve ser umidificado; quando o nível de água estiver baixo, este deve ser completado no mesmo frasco com água destilada.
Oxigenoterapia é a administração de oxigênio em concentração acima de 21%, visando auxiliar o paciente a atender suas necessidades celulares de oxigênio.