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O diagnóstico de algumas anomalias congênitas pode ser realizado por meio dos testes de triagem neonatal oferecidos na rede de saúde, de acordo com a disponibilidade laboratorial de cada serviço. Esse teste deve ser realizado, preferencialmente, entre 24 e 48 horas após o nascimento, utilizando-se um oxímetro para avaliar a oxigenação do sangue do recém-nascido. Quando identificada alguma alteração, o bebê deve ser encaminhado para investigação complementar com ecocardiograma. O trecho refere-se ao Teste do:
Pezinho.
Olhinho.
Canal auditivo.
Reflexo Neonatal.
Coraçãozinho.
Oxigenoterapia é a principal medida terapêutica medicamentosa de suporte respiratório. Em relação aos tipos de materiais utilizados na administração de oxigenoterapia em pediatria, assinalar a alternativa CORRETA.
Máscaras de respiração parcial. São cânulas plásticas, rígidas ou flexíveis, têm tamanhos variáveis e são introduzidas nas narinas.
Cateteres nasais. São dispositivos plásticos, abertos ou fechados, que envolvem a cabeça da criança, e alguns oferecem até 100% de fluxo.
Máscaras de sistema fechado ou de reaproveitamento gasoso. São idênticas às máscaras simples e possuem válvulas exalatórias que permitem a liberação do gás para fora do sistema, impedindo a inalação do ar ambiente.
Tendas. São dispositivos em que a criança inspira o O2 de uma bolsa-reservatória adjacente juntamente com o ar ambiente. A terça parte do volume circulante exalado entra na bolsa, e o restante sai da máscara.
A oxigenoterapia é a administração de oxigênio em concentrações superiores à do ar ambiente.
Qual, dentre as opções abaixo, é o cuidado de enfermagem essencial para prevenir complicações decorrentes do uso de oxigênio?
Aumentar o fluxo de oxigênio em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) para garantir uma saturação de oxigênio acima de 98%.
Não monitorar a saturação de oxigênio, pois a melhora do paciente é o principal indicador de eficácia.
Umidificar o oxigênio com água destilada ou soro fisiológico para evitar o ressecamento das vias aéreas do paciente.
Utilizar sempre máscaras com bolsa reservatória, independentemente da concentração de oxigênio prescrita.
Um Técnico de Enfermagem realiza a manutenção de um paciente em oxigenioterapia por cateter nasal (2 L/min). O paciente apresenta queixa de ressecamento nasal e leve epistaxe. Assinale a alternativa correta que corresponde qual intervenção evidencia uma prática fundamentada e segura.
Instalar um sistema de umidificação para aliviar o ressecamento das mucosas.
Suspender temporariamente a oxigenioterapia para permitir recuperação nasal.
Reduzir o fluxo de oxigênio para 1 L/min para prevenir sangramento nasal.
Substituir o cateter por uma máscara de Venturi para aumentar a oferta de oxigênio.
Assinale a alternativa que apresenta um valor de saturação de oxigênio; as demais alternativas não correspondem a resultados de uma oximetria.
97%.
43 rpm.
93 bpm.
42 ºC.
120 mmHg.
Um paciente de 68 anos com DPOC em estágio avançado encontra-se internado devido a uma exacerbação aguda, apresentando saturação de oxigênio (SpO₂) de 86%, dispneia intensa e sinais clínicos de hipoxemia. Durante a avaliação, é prescrita a oxigenoterapia, objetivando a saturação adequada para esse caso.
Nesse sentido, a alternativa que apresenta o dispositivo de oxigenação mais adequado, considerando o quadro clínico do paciente, é:
máscara de Venturi com fluxo ajustado para manter uma SpO₂ de 88-92%, evitando hiperóxia e retenção de CO₂;
cateter nasal de alto fluxo a 8 L/min, com umidificação, priorizando o conforto e evitando hipóxia;
máscara não reinalante a 10 L/min, visando à saturação > 94% rapidamente, para evitar evolução da hipóxia;
máscara facial simples a 6 L/min, como abordagem inicial, priorizando fácil aplicação e saturação > 96%;
cateter nasal comum a 2 L/min, mantendo monitorização periódica da SpO₂ e ajustando apenas em caso de piora.
Durante a administração de oxigenoterapia em um paciente com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), o técnico de enfermagem deve estar atento a diversos fatores para garantir a eficácia do tratamento e evitar complicações.
Para garantir uma prática segura e adequada nesse tipo de cuidado, o técnico de enfermagem deve
ajustar o fluxo de oxigênio a 10 L/min para todos os pacientes, independentemente da prescrição médica, para garantir a oxigenação adequada.
monitorar sinais de hipoventilação em pacientes com DPOC e utilizar baixo fluxo de oxigênio, conforme prescrição médica.
substituir a máscara de Venturi por uma máscara simples para aumentar a concentração de oxigênio quando necessário.
interromper imediatamente a oxigenoterapia se o paciente relatar sensação de desconforto ao usar a máscara.
utilizar oxigenoterapia contínua em pacientes com saturação acima de 95%, mesmo na ausência de prescrição, para prevenir hipóxia.
Qual alteração fisiopatológica é esperada na oferta de oxigênio aos tecidos quando a hipotermia é utilizada na circulação extracorpórea, exigindo atenção do perfusionista?
Ativação da cascata de coagulação desencadeando coagulopatia.
Aumento da reação inflamatória pela hipotermia.
Aumento da oferta de oxigênio aos tecidos por influência da afinidade da hemoglobina pelo oxigênio.
Aumento do metabolismo basal do paciente necessitando aumento do fluxo sanguíneo.
Redução da oferta do oxigênio aos tecidos devido ao aumento da afinidade da hemoglobina pelo oxigênio.
Durante a terapia de oxigenoterapia, o profissional de enfermagem deve conhecer os diferentes dispositivos utilizados para a administração de oxigênio, adequando o tipo de equipamento às necessidades do paciente. Considerando a imagem apresentada abaixo, assinale a alternativa que indica corretamente o dispositivo de oxigenoterapia demonstrado.

Bolsa-válvula-máscara.
Máscara de Venturi.
Máscara facial simples.
Máscara facial com reservatório.
Cateter nasal.
Em relação à oxigenoterapia por cateter nasal (óculos de oxigênio), analisar os itens.
I. O fluxo deve ser mantido entre 1 a 6L/min para adultos.
II. O oxigênio deve ser umidificado quando utilizado por períodos prolongados.
III. A máscara de Venturi é preferida quando se deseja alta concentração de oxigênio imprecisa.
IV. O cateter nasal é contraindicado para pacientes com lesões nasais externas.
Está CORRETO o que se afirma:
Apenas nos itens I e II.
Apenas nos itens I e III.
Apenas nos itens I, III e IV.
Apenas nos itens II, III e IV.
A oxigenoterapia é um tratamento médico que fornece oxigénio adicional a pacientes que não conseguem adquirir a quantidade necessária de ar ambiente (21% de oxigénio) para manter a oxigenação dos tecidos adequada. Em hospital público, durante oxigenoterapia, é INCORRETO afirmar:
O uso prolongado de altas concentrações de oxigênio pode causar toxicidade pulmonar.
O técnico em enfermagem pode ajustar a prescrição médica de oxigenoterapia conforme necessidade clínica imediata.
A cateterização nasal é indicada para fluxos baixos de oxigênio.
O monitoramento da saturação periférica é parte da assistência de enfermagem.
A umidificação do oxigênio é recomendada em fluxos superiores a 3 litros/minuto.
Durante o atendimento em uma unidade de pronto atendimento, um paciente com dispneia e saturação periférica de oxigênio (SpO2) em 88% é encaminhado para oxigenoterapia suplementar. O técnico de enfermagem deve seguir as boas práticas e normas de segurança. Diante disso, julgue as afirmativas abaixo.
I.A oxigenoterapia é indicada quando há hipoxemia comprovada ou risco de hipóxia tecidual, devendo ser administrada mediante prescrição e monitoramento contínuo.
II.O cateter nasal (óculos de oxigênio) é indicado para baixo fluxo, geralmente de 1 a 6 L/min, com concentração de oxigênio entre 24% e 44%.
III.O reservatório do umidificador deve ser preenchido com água destilada até o limite máximo indicado, e o sistema deve ser trocado a cada 24 horas.
IV.A administração de oxigênio é isenta de riscos, podendo ser utilizada livremente em qualquer paciente com dispneia, mesmo sem prescrição médica.
Está CORRETO o que se afirma em:
I e II, apenas.
I, II e III, apenas.
II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
Um dos cuidados recomendados nos pós–PCR de um paciente adulto, vítima de parada cardiorrespiratória, visa evitar a ocorrência de hiperoxia ou hipoxemia.
Nesse sentido, deve-se manter uma saturação periférica de oxigênio entre
90 e 95%.
91 e 96%.
92 e 98%.
95 e 99%.
98 e 100%.
Considerando que um paciente com insuficiência respiratória foi colocado sob oxigenoterapia, é CORRETO afirmar que o Técnico de Enfermagem deve:
Suspender a oxigenoterapia ao perceber melhora no paciente, sem necessidade de orientação médica.
Administrar oxigênio a 10 L/min em qualquer situação de emergência, sem necessidade de avaliação médica.
Aplicar oxigênio umidificado apenas em pacientes pediátricos.
Monitorar sinais de desconforto, nível de saturação e ajustar o dispositivo conforme a prescrição médica.
Aumentar o fluxo de oxigênio sem consultar a equipe multiprofissional sempre que o paciente se queixar de falta de ar.
A oxigenioterapia é uma intervenção terapêutica fundamental para pacientes que apresentam hipoxemia (baixa de oxigênio no sangue). O técnico de enfermagem é responsável pela montagem, instalação e monitoramento do dispositivo de Oxigênio (O2) prescrito, seja ele de baixo ou alto fluxo. A escolha do dispositivo (cateter, máscara de Venturi, máscara não reinalante) depende da necessidade de Fração Inspirada de Oxigênio (FiO2) do paciente e da estabilidade de seu padrão respiratório. Um erro na administração pode levar à hipoxemia persistente ou à toxicidade pelo oxigênio. Sobre os dispositivos de oxigenioterapia, assinale a alternativa correta.
O cateter nasal tipo óculos é um sistema de alto fluxo, capaz de fornecer uma FiO2 de até 60% com fluxos de 1 a 6 L/min, sendo ideal para pacientes com insuficiência respiratória grave e instável.
A máscara simples de oxigênio é considerada de alto fluxo, pois permite o controle exato da FiO2 ofertada, sendo mais precisa que a máscara de Venturi.
A máscara de Venturi é um sistema de alto fluxo (fluxo controlado), pois fornece uma FiO2 precisa e constante (ex: 24%, 35%, 50%) independente do padrão respiratório do paciente, por meio de válvulas coloridas que misturam o O2 ao ar ambiente.
A máscara não reinalante com reservatório é um sistema de baixo fluxo, indicado para pacientes com DPOC que necessitam de baixas concentrações de O2 (24% a 28%) para evitar retenção de CO2.
A umidificação do oxigênio só é necessária em qualquer dispositivo quando o fluxo administrado for superior a 10 Litros por minuto, pois fluxos menores são inofensivos para a mucosa nasal.
A oxigenoterapia é uma prática comum na terapia respiratória. Sobre a administração de oxigênio, é correto afirmar que:
O uso de oxigênio deve ser feito sem prescrição médica, pois é inofensivo.
O fluxo deve ser ajustado conforme a necessidade, evitando hiperóxia.
A máscara de Venturi é utilizada apenas em emergências pediátricas.
A umidificação do oxigênio é sempre dispensável.
Acerca do procedimento de oxigenoterapia, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa
( ) O cateter nasal tipo óculos é um dispositivo indicado para fornecer uma fração inspirada de oxigênio (FiO2) máxima de 60% em pacientes com insuficiência respiratória leve e moderada.
( ) As máscaras de Venturi são recomendadas para fornecer oxigênio em altas concentrações, mas não permitem o controle preciso da fração inspirada de oxigênio (FiO2).
( ) O uso de umidificadores é contraindicado nos sistemas de alto fluxo, pois pode aumentar o risco de infecção respiratória em pacientes com insuficiência respiratória grave.
As afirmativas são, respectivamente,
F – V – V.
V – V – F.
F – V – F.
V – F – V.
F – F – F.
Em relação à aplicação, ao monitoramento e aos riscos da oxigenoterapia em crianças, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A administração de oxigênio deve ser sempre feita a 100% para evitar hipóxia em qualquer situação.
( ) A cânula nasal é um dos dispositivos mais utilizados para oxigenoterapia de baixo fluxo em pediatria.
( ) A monitorização contínua da saturação de oxigênio é essencial para evitar hiperóxia, especialmente em neonatos.
( ) O hood (capuz de oxigênio) é contraindicado em recém-nascidos prematuros devido ao risco de hipertermia.
( ) O uso de máscaras de oxigênio pode ser limitado em lactentes devido à dificuldade de aceitação e adaptação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V – F – F.
F – F – V – F – V.
F – V – V – F – V.
V – V – F – V – F.
F – F – F – V – V.
A oferta adequada de oxigênio ao organismo é fundamental para a manutenção da vida. Em pacientes com dispneia e saturação abaixo de 92%, uma medida inicial de enfermagem, conforme prescrição, é:
Oferecer líquidos por via oral para melhorar a circulação.
Posicionar o paciente em decúbito dorsal para facilitar a respiração.
Estimular a tosse voluntária para expandir os alvéolos pulmonares.
Colocar o paciente em posição semi-Fowler e administrar oxigenoterapia.
É utilizado(a) para administração de concentrações mais precisas de oxigênio, sem considerar a profundidade ou a frequência de respiração:
Incubadora ou capacete de HOOD.
Cateter nasal.
Máscara facial simples com ou sem reservatório.
Máscara facial de Venturi.