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Uma paciente de 49 anos, em tratamento oncológico, compareceu à unidade de infusão para administração de antineoplásico vesicante por cateter venoso central totalmente implantado (portocath).
O dispositivo foi puncionado com agulha não cortante, sob técnica asséptica. A solução fisiológica infunde sem resistência aparente, não há edema, hiperemia ou abaulamento no sítio do reservatório, porém não se obteve refluxo sanguíneo mesmo após mudança de decúbito e solicitação para a paciente tossir e elevar o braço. A paciente informou que, na sessão anterior, “também demorou a voltar sangue, mas infundiram porque o soro entrava normal”.
Considerando os cuidados de enfermagem no uso de portocath e a prevenção de extravasamento de antineoplásicos vesicantes, assinale a opção que apresenta a conduta correta.
Repetir a punção do reservatório com nova agulha não cortante e, se a solução fisiológica infundir sem resistência e sem alteração local, iniciar o antineoplásico com vigilância contínua do sítio.
Considerar o dispositivo não liberado para administração do vesicante e seguir o protocolo institucional para investigação da ausência de refluxo antes de utilizar o portocath para essa infusão.
Realizar flushing pulsátil com solução fisiológica, sem exercer pressão excessiva, e liberar a infusão se a paciente permanecer sem dor, edema ou resistência à passagem da solução.
Administrar solução fisiológica por 10 a 15 minutos e, se não houver alteração local, iniciar o antineoplásico em velocidade reduzida, mantendo avaliação frequente do reservatório.
Utilizar acesso venoso periférico para administrar o antineoplásico vesicante, mantendo o portocath reservado para medicações não vesicantes até nova avaliação ambulatorial.
Referente à Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017, Anexo IV, que regulamenta os critérios técnicos para coleta, processamento e liberação de sangue, componentes e derivados, está em conformidade com os requisitos para a liberação de componentes de sangue após a coleta, no que se refere à realização de exames laboratoriais e de outros controles obrigatórios:
a liberação dos componentes sanguíneos de forma imediata pode ocorrer, desde que o resultado dos exames laboratoriais para doenças infecciosas seja negativamente registrado em até 48 horas após a coleta e desde que o componente tenha sido armazenado adequadamente
a liberação de componentes de sangue deve ser realizada somente após a confirmação negativa para todas as doenças transmissíveis, incluindo HIV, hepatite B, hepatite C, sífilis e HTLV, com os resultados dos exames laborais sendo obtidos até 72 horas após a coleta
para a liberação de componentes de sangue, deve ser aguardada a confirmação de resultados negativos para HIV, hepatite B e C, HTLV e sífilis, sendo que a liberação dos componentes pode ocorrer com exames negativos parciais, desde que não ultrapasse o prazo de validade do componente
a liberação de componentes de sangue ocorre após a confirmação dos exames laboratoriais para HIV, hepatites B e C, e HTLV, e é permitida a distribuição de componentes com resultados inconclusivos ou fora dos limites de aceitação, desde que sejam feitos testes complementares antes da transfusão
Em conformidade com a Portaria de Consolidação nº 5/2017, sobre as Campanhas Nacionais de Vacinação, assinalar a alternativa CORRETA:
A vacina contra Poliomielite é administrada em crianças a partir de 2 anos e menores de 6 anos de idade.
A vacina Influenza é indicada para crianças de 2 meses a menores de 5 anos de idade.
O registro das informações quanto às vacinas administradas será realizado em arquivo próprio da unidade de saúde ou unidade hospitalar, conforme rotina padronizada do local.
A comprovação da vacinação será feita por meio do cartão ou caderneta de vacinação, emitido pelas unidades de saúde públicas e privadas, devidamente credenciadas no âmbito do SUS.
Considerando-se a Portaria de Consolidação nº 5/2017, as vacinas abaixo e as doenças que elas contemplam, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
-
(1) VIP/VOP.
(2) Tríplice viral.
(3) Tríplice bacteriana.
-
(---) Difteria, tétano e coqueluche.
(---) Sarampo, caxumba e rubéola.
(---) Poliomielite.
1 - 2 - 3.
3 - 2 - 1.
2 - 3 - 1.
2 - 1 - 3.
Considerando-se a Portaria de Consolidação nº 5/2017, relacionado ao calendário nacional de vacinação, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) É indicada uma dose da vacina contra HPV aos 9 anos, e dos 15 anos aos 20 anos duas doses.
( ) A primeira dose da vacina contra o rotavírus deve ser administrada aos 12 meses, com um reforço aos 4 anos.
( ) É indicada a administração de uma dose da vacina contra febre amarela aos 4 meses, com um reforço previsto para os 9 anos.
E - C - C.
C - E - E.
C - C - E.
E - E - E.