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É responsabilidade do Ministério da Saúde definir as vacinas de caráter obrigatório em todo o território nacional ou em determinadas regiões do país, de acordo com o comportamento epidemiológico das doenças preveníveis por vacinação. O Programa Nacional de Imunizações (PNI), que organiza e disciplina as ações de vacinação executadas em todo o território nacional, estabelece como prioritária a administração, no primeiro ano de vida, para as crianças nascidas no Município de Curitiba, dos seguintes imunobiológicos:
Vacina Salk contra a poliomielite, vacina tríplice bacteriana (DTP), vacina contra a tuberculose, vacina contra a hepatite B e vacina contra o Haemophilus influenza tipo b (Hib).
Vacina oral contra a poliomielite, vacina tríplice bacteriana (DTP), vacina contra a tuberculose, vacina contra a hepatite B e vacina contra o Haemophilus influenza tipo b (Hib).
Vacina contra a hepatite B, vacina contra o Haemophilus influenza tipo b (Hib), vacina contra a febre amarela e vacina tríplice bacteriana (DTP).
Vacina oral contra a poliomielite, vacina tríplice bacteriana acelular (DTPa), vacina contra a tuberculose, vacina contra a hepatite A e vacina contra o Haemophilus influenza tipo b (Hib).
Vacina oral contra a poliomielite, vacina contra a febre amarela, vacina contra a hepatite A e contra a tuberculose.
A administração de vacinas confere proteção contra os diferentes agentes causadores de doenças. As vacinas constituem um dos maiores êxitos da história da saúde por serem o método mais eficaz para prevenir determinadas infecções. Sendo assim, quando o enfermeiro atende uma adolescente grávida, precisa estar atento ao esquema de vacinação desta adolescente. Marque a atitude que deve ser indicada pelo enfermeiro.
Adolescente grávida deve receber apenas a vacina contra Hepatite B.
Adolescente grávida, com a vacina DT em dia, mas recebeu sua última dose á mais de 5 anos, deve receber uma dose de reforço.
Adolescente grávida, com a vacina DT em dia, mas recebeu sua última dose á mais de 5 anos, não precisa fazer dose de reforço.
Adolescente grávida, com a vacina DT em dia, mas recebeu sua última dose á mais de 5 anos, deve refazer o esquema de vacina.
Adolescente grávida, com a vacina DT em dia, mas recebeu sua última dose á mais de 5 anos, deverá aguardar mais 5 anos para fazer o reforço.
Considere a seguinte situação.
Uma mãe chegou ao ambulatório para consulta do seu filho, que se encontra com 23 semanas de vida, relatando formação de úlcera no deltóide direito após vacinação com BCG-ID. O enfermeiro observou a presença de curativo oclusivo na lesão.
Nessa situação, o enfermeiro deve solicitar o retorno da criança após uma semana e orientar que seja feita a manutenção do curativo oclusivo na lesão.
A vacina contra a raiva é administrada por via intramuscular, não havendo contra-indicações específicas.
Crianças infectadas pelo vírus HIV, com sintomas da doença (AIDS), podem participar normalmente do esquema de vacinação, sem nenhuma restrição.
A vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola não deve ser adiada quando o paciente recebe transfusão de sangue e derivados.
A gestante que residir no mesmo domicílio de um portador de hanseníase deve receber a vacina BCG-ID ainda durante a gravidez, com a finalidade de aumentar sua proteção, por estar no grupo de risco.
Considere a seguinte situação.
Uma criança recebeu a dose da BCG-ID ao nascer e após alguns dias surgiu no local um nódulo, que evoluiu para pústula e em seguida para crosta e úlcera. Tal lesão prolongou-se por 18 semanas, deixando pequena cicatriz. Nessa situação, houve uma falha na administração da vacina, que provocou efeitos adversos, que podem ter sido decorrentes de aplicação em camada mais profunda da pele que o recomendado.
Com relação à vacina contra a infecção por Haemophilus influenza tipo b (Hib), é correto afirmar:
O esquema básico compreende 4 doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
O Hib é o tipo mais importante de Haemophilus influenza por ser o agente causador de várias doenças invasivas em crianças até os 5 anos de idade, tais como meningite, septicemia, pneumonia, epiglotite, artrite séptica e osteomielite.
A via de administração da vacina Hib é subcutânea, preferencialmente na face externa do antebraço.
O Hib é o tipo mais importante de Haemophilus influenza por ser o agente causador de gripes e resfriados em crianças até os 5 anos de idade.
A vacina Hib também é apresentada na forma tetravalente, em conjunto com as vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola.
Conforme o Programa Nacional de Imunizações, a criança infectada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) pode receber todas as vacinas previstas no esquema básico de vacinação.
Antes de aplicar vacina contra tétano e difteria em um adulto é importante verificar as condições que contraindicam a aplicação e orientá-lo sobre reações esperadas após a vacinação. É correto observar





O programa preconiza o adiamento da vacinação nos casos de tratamento com imunodepressores e na presença de doenças febris agudas.
Dona Flávia, 26 anos, gestante de sete meses, operária de uma fábrica de material têxtil, foi ao Centro Municipal de Saúde receber uma dose de reforço da vacina antitetânica. Dona Flávia está promovendo uma imunização do tipo:
ativa, artificialmente adquirida;
(passiva, artificialmente adquirida;
passiva, naturalmente adquirida;
passiva humoral;
ativa, naturalmente adquirida.
A coqueluche é uma doença causada por uma bactéria que afeta os pulmões e é muito grave em crianças menores de 6 meses.
A vacina tríplice bacteriana (DTP) é indicada para prevenir o sarampo, a caxumba e a rubéola. A sua administração é feita a partir dos 12 meses de idade.
A vacina BCG é administrada por via intradérmica, de forma padronizada, no nível da inserção inferior do músculo deltóide, no braço direito.
Considere a seguinte situação hipotética.
Em um posto de saúde, um enfermeiro que recebeu uma puérpera HIV-positiva com história de parto na fazenda há 10 horas decidiu adiar a vacinação da BCG-ID da criança e vacinou a mãe contra hepatite B.
Nessa situação, o enfermeiro agiu corretamente pois a vacinação do recém-nascido com a BCG-ID está contraindicada por se tratar de filho de mãe HIV-positiva, e a vacinação da mãe está indicada pois visa prevenir a hepatite B em grupos de risco, como é o caso da mãe, portadora de HIV.
Vários fatores no organismo podem interferir no processo de imunização. A resposta do organismo à vacina depende de seu estado nutricional, da idade e de doenças intercorrentes, como a AIDS, entre outros fatores.