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O programa de imunização do SUS confere, para população idosa, proteção imunitária por meio das vacinas
O Programa Nacional de Imunização – PNI foi criado em 1973, há mais de 30 anos no Brasil. As campanhas nacionais de vacinação direcionadas a diferentes faixas etárias proporcionaram o crescimento da conscientização social a respeito da cultura em saúde. Sobre o PNI, marque a alternativa correta.
Em 1973, o Brasil definiu as vacinas obrigatórias para menores de 1 (um) ano de idade: contra tuberculose, poliomielite, sarampo, difteria, tétano e coqueluche (Portaria Ministerial nº 438, de 7/10).
Em 1973, o país sofre com a falta de estoques de soros antiofídicos, e aumenta a incidência de óbito por essa causa; ainda nesse ano, a BCG passa a ser responsabilidade do PNI.
Fazem parte do calendário básico brasileiro de vacina da criança vacinas: BCG – ID, contra hepatite B, contra poliomielite, DTP+Hib, contra febre amarela, tríplice viral e tríplice bacteriana.
Quando o PNI foi criado, eram apenas três vacinas que faziam parte do calendário vacinal da criança: contra sarampo, a BCG e contra poliomielite; no calendário de vacinação do adulto e do idoso, atualmente existem, apenas, as vacinas contra dT e contra febre amarela.
A vacina contra febre amarela, que faz parte do calendário vacinal da criança, é feita em dose única no primeiro mês de vida.
As vacinas de bactérias ou vírus vivos atenuados têm como contra-indicações gerais o fato de não poderem, a princípio, ser administradas em, EXCETO:
O esquema de vacinação contra o tétano preconizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo para a prevenção da doença em adultos, sem vacinação anterior, consiste na aplicação da vacina dupla do tipo adulto com o seguinte esquema:
três doses básicas com reforços a cada 10 anos.
três doses básicas com reforços sempre que ocorrer ferimentos.
duas doses básicas com reforços a cada 10 anos.
duas doses básicas com reforços sempre que ocorrer ferimentos.
uma dose anualmente.
A vacina que deve ser administrada ainda na maternidade e tem como esquema básico 3 doses, com intervalo de 30 dias da primeira para segunda dose, e de 180 dias da primeira para a terceira dose é:
BCG
VOP
Tetravalente
Hepatite B
Hib
As vacinas BCG-ID, Hepatite B e Tetravalente (DTP + Hib) devem ser administradas pelas seguintes vias, respectivamente:
Intramuscular, Intradérmica, Intramuscular
Intradérmica, Intramuscular, Intramuscular
Intramuscular, Intradérmica, Subcutânea
Subcutânea, Intramuscular, Intradérmica
Intradérmica, Subcutânea, Intramuscular
São contra-indicações para vacinação contra gripe
ter tido reação de nódulo local na dose anterior.
ter tido gripe no ano anterior.
alergia a hidróxido de alumínio.
febre e diarréia.
imunodepressão por quimioterapia.
Analise o quadro abaixo.

Cristiane nasceu no dia 25/02/2005 e veio hoje ao ambulatório para atualizar seu esquema de vacinação. Considerando o calendário de vacinação proposto para o estado de São Paulo, o profissional de enfermagem deve aplicar as seguintes vacinas:
paralisia infantil, BCG e sarampo.
tetra, paralisia infantil e tríplice viral.
BCG, hepatite B e sarampo.
tetra, paralisia infantil e hepatite B.
BCG, hepatite B e tríplice viral.
Medicamento é toda substância que, introduzida no organismo, vai atender a uma finalidade terapêutica. Quando se aplica uma vacina, busca-se uma ação terapêutica:
Um profissional da área da saúde, não vacinado anteriormente com vacina contra hepatite pelo vírus B, sofre lesão percutânea com material contaminado com sangue proveniente de paciente positivo para hepatite B. Em relação à prevenção deste tipo de hepatite, ele deverá receber, no dia do acidente, dose única de
vacina contra hepatite B.
imunoglobulina humana contra hepatite B.
imunoglobulina humana contra hepatite B e 1a dose de vacina contra hepatite B.
imunoglobulina humana contra hepatite B e dose única de interferon.
imunoglobulina humana contra hepatite B, dose única de interferon e 1a dose de vacina contra hepatite B.
2 meses
6 meses
12 meses
4 meses
9 meses
A vacina MMR, na criança, dá cobertura a quais doenças e com quantos meses deve ser administrada?
Difteria, coqueluche e tétano; sendo dada aos 9 meses
Tuberculose, tétano e paralisia infantil; sendo dada aos 18 meses
Sarampo, caxumba e rubéola; sendo dada aos15 meses
Difteria, caxumba e rubéola; sendo dada com 15
Tuberculose e Hepatites
Preconiza-se a vacinação humana como medida profilática para as seguintes doenças:
gripe, blastomicose e raiva humana.
rubéola, hepatite B e tétano.
tuberculose, leishmaniose e sarampo.
meningite meningocócica, leptospirose e febre tifóide.
malária, rubéola e sarampo.
As vacinas devem ser conservadas em geladeira tomando- se o cuidado de
manter a temperatura da geladeira entre 2 e 8 °C.
acondicionar as vacinas bacterianas na porta da geladeira.
evitar carregar a geladeira com muito material, utilizando os diluentes em temperatura ambiente.
acondicionar as vacinas virais próximas à gaveta inferior quando se usa geladeiras domésticas.
controlar a temperatura com termômetro de máxima e mínima de uma em uma hora.
A partir de 2004 o Ministério da Saúde passou a adotar três calendários obrigatórios de vacinação em todo o território nacional; o da criança, o do adolescente e do adulto e idoso. Em relação ao calendário básico de vacinação da criança, assinale a alternativa correta.
A vacina oral contra a pólio deve ser iniciada ao nascer.
O esquema básico da vacina contra hepatite B se constitui em 02 doses, devendo-se observar um intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda dose.
A vacina tetravalente deve ser iniciada aos dois meses de idade.
A vacina tríplice viral tem como objetivo prevenir o sarampo, rubéola e a difteria.
A vacina contra a gripe administrada nos idosos, em campanhas públicas, deve ser aplicada
em duas doses, com intervalo de 1 mês entre cada dose.
em duas doses, com intervalo de 2 meses entre cada dose.
por via intradérmica.
a cada 2 anos.
em dose única anual.
Com relação à conservação das vacinas, marque a afirmativa correta:
Em unidades de saúde mais simples, é possível compartilhar o refrigerador para uso da imunização e do laboratório.
Em nível local, as vacinas devem ser mantidas numa temperatura entre +4 e +8.
Na arrumação do refrigerador, deve-se retirar as gavetas plásticas, caso existam, e em seu lugar colocar 12 garrafas com água, pois contribuem para a lenta elevação da temperatura.
Entre as vacinas que podem congelar e não se deterioram estão a BCG, Hepatite B e Pólio.
A vacina BCG é apresentada sob a forma liofilizada e sua conservação após aberto o frasco é de até 30 dias, sob refrigeração.
As vias de administração das vacinas abaixo, constantes do Calendário de Vacinação do Ministério da Saúde, são:





A vacina contra a raiva de uso humano deve ser administrada por via intramuscular, de preferência na região do deltóide, na face externa superior do braço. Em crianças com até dois anos de idade, pode-se fazê-lo na região do glúteo.
Consideram-se reações benignas ou esperadas da vacinação a reação febril e a sensação de leve desconforto, não havendo relatos de que vacinas possam provocar seqüelas e óbitos.