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A queda representa um grande problema para pessoas idosas dadas as suas consequências (injúrias, incapacidades, etc), que são resultado da combinação de alta incidência com altas suscetibilidade a lesões. São considerados fatores de risco intrínseco para a queda do idoso:
idosos com mais de 65 anos, sexo masculino, quedas precedentes, equilíbrio diminuído, marcha lenta com passos largos.
idosos com mais de 60 anos, sexo masculino, baixa aptidão física, marcha rápida com passos largos idosos
idosos com mais de 80 anos, sexo feminino, polifarmácia, quedas precedentes, equilíbrio diminuído.
idosos com mais de 80 anos, sexo feminino, quedas precedentes, boa aptidão física, polifarmácia.
idosos com mais de 65 anos, sexo feminino, boa mobilidade, altura cognitiva, quedas precedentes.
Para a segurança dos pacientes num serviço de saúde é necessária observância permanente monitorada por meio de protocolos básicos. No que se refere às ações de prevenção de quedas, a equipe de enfermagem sob a coordenação do enfermeiro, utiliza a aplicação de uma escala como ferramenta. Esta escala é:
Morse;
Braden;
Glasgow;
Apgar.
Assinale a alternativa que apresenta um fator extrínseco à queda de um idoso.
ambiente molhado.
uso de remédios controlados.
doença de Parkinson.
alteração sensorial.
idade superior a 90 anos.
Um dos aspectos que deve ser observado durante a visita domiciliar são os fatores que podem interferir para o risco de quedas, considerando que este é um agravo que pode trazer desfechos desfavoráveis, podendo levar à morte.
Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
Dentre as orientações que devem ser repassadas pelos enfermeiros está o uso de tapetes, pois os mesmos mantêm o piso mais seguro e menos escorregadio.
Atividades e comportamentos de risco e ambientes inseguros aumentam a probabilidade de cair, pois levam as pessoas a escorregar, tropeçar, errar o passo, pisar em falso, trombar, criando, assim, desafios ao equilíbrio.
O fato de o idoso já ter caído diminui as chances de o idoso cair novamente, pois ele passa a andar com mais cuidado.
Doenças crônicas como Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes Mellitus e demências não interferem no aumento do risco de quedas.
As quedas são conceituadas como eventos que levam o idoso a cair de uma altura mínima de 1 metro.
Quedas para pessoas idosas podem significar perda de autonomia e incapacidades parciais ou totais. Para evitar quedas nesta idade, muitos são os cuidados a serem observados pelo próprio idoso.
Todo profissional de saúde precisa atentar para as orientações adequadas, tais como, EXCETO:
Orientar ao idoso que deixe uma luz acesa à noite para o caso de necessitar se levantar.
Colocar tapetes nas portas e salas para evitar que o ambiente fique frio.
Orientá-lo a esperar que o ônibus esteja completamente parado para subir ou descer.
Orientar que use sapatos fechados e com solado de borracha.
As quedas em idosos resultam em lesões e constituem um problema de saúde pública. Ocorrem devido à perda do equilíbrio postural. Alguns fatores podem aumentar o risco de quedas e são divididos em intrínsecos, extrínsecos e comportamentais. Relacione as colunas e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1. Fatores intrínsecos.
2. Fatores extrínsecos.
3. Fatores comportamentais.
( ) Iluminação inadequada dos cômodos.
( ) Prótese ou órtese inadequada.
( ) Histórico de quedas.
( ) Uso ou alteração de medicamento (por exemplo, diuréticos).
( ) Inatividade física.
2 – 1 – 3 – 2 – 1.
1 – 2 – 1 – 2 – 3.
1 – 1 – 2 – 3 – 3.
2 – 2 – 1 – 1 – 3.
As quedas são eventos adversos (EA) evitáveis e, portanto, os serviços de saúde devem reduzir a sua ocorrência e o dano delas decorrentes. Considerando as informações contidas no caso base, assinale a alternativa INCORRETA.
A idade avançada de M.J.P., a redução da mobilidade e o uso de medicamentos devem ser avaliados pela enfermeira J. como fatores de risco para quedas.
A implementação de medidas preventivas para quedas no domicílio fica a encargo da cuidadora S.S.P., que assume os cuidados com a Sra. M.J.P.
A conscientização da Sra. M.J.P., da cuidadora S.S.P, familiares e profissionais quanto ao risco de quedas é uma das medidas preventivas.
A avaliação do risco de quedas no domicílio deverá ser realizada de maneira adaptada pelos profissionais, devido à impossibilidade de repeti-la diariamente até a alta do paciente, como no ambiente hospitalar.
A observação se a avaliação do risco de quedas foi realizada é uma das medidas de participação da Sra. M.J.P ou do familiar na prevenção de quedas.
Em idosos, o tratamento da hipotensão postural, a revisão dos medicamentos em uso e o incentivo à atividade física são exemplos de intervenções com vistas à prevenção de:
hipertensão arterial.
quedas.
depressão.
imobilidade.
incontinência urinária.
I.C., sexo feminino, 83 anos de idade, apresenta hipotensão ortostática. Para reduzir o risco de quedas, recomenda- se que
antes de levantar da cama, permaneça sentada por um ou dois minutos, cruzando e descruzando as pernas algumas vezes.
permaneça de pé, sentada ou deitada por longos períodos, evitando mudanças frequentes de posição.
sempre que possível, agache como se fosse pegar um objeto do chão, levantando-se bruscamente.
mesmo sem outra contraindicação, seja abolida a ingestão de bebidas que contenham cafeína, mantendo- se a pressão arterial baixa.
no prenúncio de uma síncope (sensação de cabeça vazia), permaneça sentada com as pernas pendentes por alguns minutos.
G.V., sexo feminino, 78 anos de idade, está recebendo alta hospitalar após uma fratura da tíbia consequente a uma queda no domícilio. Na consulta de enfermagem da alta, o enfermeiro orienta a paciente e a família acerca das medidas propostas pelo Ministério da Saúde para a prevenção de quedas em idosos. Nesse sentido, é correto recomendar que
os móveis devam ser dispostos em todos os trajetos utilizados na casa, de modo que a paciente possa se apoiar no caso de perda do equilíbrio.
os tapetes antiderrapantes devam ser dispostos em todos os cômodos da casa servindo como referência para os deslocamentos internos.
a paciente deva ser estimulada a permanecer o tempo máximo possível no quarto, na cama ou na poltrona, evitando deslocamentos pela casa.
as luzes sejam apagadas durante a noite, obrigando a paciente a pedir ajuda caso necessite se levantar nesse período.
os calçados devam ser fechados e possuir solados de borracha, assim como o uso de bengala ou outros instrumentos de apoio estimulado.
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
O questionamento da cuidadora pode ser acolhido pela enfermeira J. em outra visita domiciliar, visto que o risco de queda em pacientes com redução de mobilidade como os acamados é baixo.
A motivação do questionamento da cuidadora contempla uma preocupação da família com o receio de queda da Sra. M.J.P., e pode ter sido entendido pela enfermeira J. como excesso de zelo.
O questionamento da cuidadora foi oportuno, mas a condição de redução de mobilidade da Sra. M.J.P. exclui o risco de queda, justificando a conduta da enfermeira.
A motivação do questionamento da cuidadora sobre o risco de queda atende às orientações acerca da participação do paciente/familiar em sua própria segurança.
O questionamento da cuidadora foi ignorado pela enfermeira porque os profissionais de saúde conhecem os riscos associados à assistência e os questionamentos podem interferir no sucesso das condutas terapêuticas.
A população idosa está sujeita à maior risco de quedas. Relacionado a esse tema, assinale a alternativa correta
As quedas entre idosos não institucionalizados, geralmente, são decorrentes de distúrbios de marcha, equilíbrio, vertigem e confusão mental.
As quedas entre os moradores de asilos e casas de repouso geralmente são por problemas ambientais, seguidos de fraqueza/distúrbios do equilíbrio e marcha, "síncope de pernas", tontura/vertigem, alteração postural/hipotensão ortostática, lesão do Sistema Nervoso Central, síncope e outras causas.
Os fatores de risco que menos se associam às quedas são: idade avançada (80 anos e mais); sexo feminino; história prévia de quedas; imobilidade; baixa aptidão física e fraqueza muscular de membros inferiores.
Idosos que usam escada regularmente têm maior risco de cair que idosos que a usam esporadicamente.
Manobras posturais e ambientais, facilmente realizadas e superadas por idosos saudáveis, associam-se fortemente a quedas naqueles portadores de alterações do equilíbrio e da marcha. Idosos fragilizados caem durante atividades rotineiras, aparentemente sem risco (deambulação, transferência), geralmente dentro de casa, num ambiente familiar e bem conhecido.
Quedas são frequentes em pessoas idosas, mas podem ser evitadas com alguns cuidados. Para evitar situações de risco, o técnico de enfermagem, ao realizar visita domiciliar a um idoso, deve reforçar recomendações como:
seguir uma dieta rigorosa, uma vez que essa população está mais propícia a apresentar mal súbito.
evitar o uso de sapatos fechados com solados de borracha e tapetes antiderrapantes, pois juntos aumentam a aderência ao solo contribuindo para que o idoso tropece e caia.
colocar tapetes no início e fim da escada para que o idoso possa perceber com facilidade o início e término dos degraus.
desaconselhar a presença de um acompanhante sempre que o idoso for lúcido, para que não se sinta dependente e inseguro.
evitar uso de tapetes soltos e escadas sem corrimão ou com degraus sem diferenciação.
Sobre os aspectos relevantes para a prevenção de quedas no ambiente hospitalar, assinale a opção ERRADA.
A queda é definida pela Sociedade Brasileira de Geriatria, com base em vários autores, como “o deslocamento não intencional do corpo para um nível inferior à posição inicial com incapacidade de correção em tempo hábil, determinado por circunstâncias multifatoriais comprometendo a estabilidade.
Deve-se avaliar, de forma sistematizada e periódica, os fatores de risco para quedas dos pacientes e manter a comunicação (escrita, verbal e visual) dos achados.
O paciente e seu acompanhante não precisam estar inseridos nas estratégias de prevenção de quedas.
As quedas estão entre as principais causas de incapacidades e dependência em pessoas acima de 60 anos. A queda pode ter consequências como o aumento do tempo de internação e do custo do tratamento, além de causar desconforto ao paciente.
A grande propensão da pessoa idosa à instabilidade postural e à alteração da marcha aumenta o risco de quedas e, por essa razão, equilíbrio e marcha devem ser sempre avaliados.
Acerca do evento quedas em idosos, é correto afirmar:
O idoso que já sofreu quedas anteriormente possui menor probabilidade de voltar a cair.
São fatores que agravam a ocorrência de lesão na queda: idade avançada; resistência e rigidez da superfície sobre a qual se cai; dificuldade para levantar após a queda e densidade mineral óssea reduzida.
Dentre os fatores extrínsecos para a ocorrência de quedas estão: alterações fisiológicas relacionadas ao avançar da idade, a presença de doenças, de fatores psicológicos e de reações adversas de medicações em uso.
Os fatores intrínsecos para quedas são relacionados aos comportamentos e as atividades das pessoas idosas e ao meio ambiente. Ambientes inseguros e mal iluminados, mal planejados e mal construídos, com barreiras arquitetônicas representam os principais fatores de risco para quedas.
Quedas com impacto direto sobre quadril e punho têm menor probabilidade de resultar em fraturas por serem ossos de maior densidade.
Um enfermeiro da unidade de internação de clínica médica admitiu um paciente do sexo masculino, de 84 anos, para tratamento de diabetes mellitus. O paciente relatou diminuição da acuidade visual, incontinência urinária e inatividade física, uso de agentes antidiabéticos, diuréticos, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos. Ao exame físico, observou-se desequilíbrio postural, manchas arroxeadas nos braços e na região do tórax, além de condições higiênicas precárias. O enfermeiro verificou que o paciente apresentava risco de queda e utilizou o protocolo de avaliação de risco padronizado pela instituição. Nesse caso, os fatores de risco apresentados pelo paciente são caracterizados como:
intrínsecos.
intrínsecos e extrínsecos.
comportamentais.
extrínsecos.
intrínsecos e comportamentais.
Ao descer as escadas em uma unidade básica de saúde, uma usuária escorregou e caiu, torcendo o tornozelo que, imediatamente, começou a ficar edemaciado. Ao avaliar a lesão, o médico constatou que se tratava de uma entorse. Frente a essa situação, os cuidados de enfermagem incluem, entre outras ações, a
aplicação de gelo no local.
aplicação de bolsa de água quente no local.
punção de veia periférica.
administração de anti-inflamatório por via parenteral.
manutenção do membro afetado mais baixo do que o nível do corpo.
A queda é um evento bastante comum e devastador em idosos. Embora não seja uma consequência inevitável do envelhecimento, pode sinalizar o início de fragilidade ou indicar doença aguda. Assinala a alternativa que não deve ser associada como um fator de risco de queda.
Idade avançada (80 anos e mais).
História prévia de queda.
Baixa aptidão física.
Uso de anticoagulants.
Fraqueza muscular de membros inferiores.
Quedas são frequentes em pessoas idosas, mas podem ser evitadas com alguns cuidados. Geralmente, esses tombos provocam fraturas, traumatismo craniano, contusão muscular e, principalmente, o medo de cair novamente. Como prevenir quedas em pessoas idosas?
Deve-se encerar a casa.
Deve-se fazer uso de tapetes soltos.
Espere que o ônibus pare completamente para subir ou descer.
Não é necessário utilizar sempre a faixa de pedestres.
As escadas e os corredores devem ter corrimão de um lado apenas.
A queda representa um grande problema para as pessoas idosas dadas as suas consequências (injúria, incapacidade, institucionalização e morte) que são resultado da combinação de alta incidência com alta suscetibilidade à lesões.
Dentro desse contexto, assinale a alternativa correta.
Dentre os fatores extrínsecos para a ocorrência de quedas em idosos destacam-se ser do sexo masculino, não ter tido quedas anteriormente, marcha rápida e uso de auxílio para caminhada.
A maioria das quedas acidentais ocorre fora de casa, geralmente durante o desempenho de atividades não habituais como durante a prática de atividades físicas e viagens.
As causas mais comuns relacionadas às quedas de pessoas idosas na comunidade são: fraqueza e distúrbios de equilíbrio e marcha, tontura, vertigem, alteração postural/hipotensão ortostática, síncope e redução da visão.
Quedas com impacto direto sobre quadril e punho têm menor probabilidade de resultar em fraturas. Quando há uma superfície intermediária, por exemplo, uma cadeira, a probabilidade de ocorrer fratura aumenta, bem como com aqueles que conseguem reduzir a energia da queda, segurando-se.
Fatores intrínsecos são relacionados aos comportamentos e às atividades das pessoas idosas e ao meio ambiente. Ambientes inseguros e mal iluminados, mal planejados e mal construídos, com barreiras arquitetônicas, representam os principais fatores intrínsecos de risco para quedas.