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Um idoso de 82 anos, em acompanhamento ambulatorial, apresenta quadro clínico caracterizado por perda ponderal não intencional, hipoalbuminemia, redução da massa muscular esquelética, diminuição da força de preensão palmar e piora do desempenho físico em testes funcionais. Com base nesses achados, assinale a alternativa que corresponde ao diagnóstico compatível.
Sarcopenia.
Osteopenia.
Osteoartrose.
Osteomalácia.
Durante a consulta de enfermagem em uma unidade de Atenção Primária à Saúde, um idoso de 82 anos, com baixa escolaridade e histórico de hospitalização recente, apresenta dependência parcial para alimentação e higiene, fadiga aos mínimos esforços, marcha instável, dificuldade para levantar-se da posição sentada, perda ponderal não intencional e relato de redução progressiva do convívio social. Na avaliação funcional, evidenciam-se mobilidade física prejudicada, tolerância diminuída à atividade e comprometimento da capacidade para atividades de vida diária. Considerando a Taxonomia conforme a NANDA-I (2021-2023), a definição, os critérios diagnósticos e a distinção entre características definidoras, fatores relacionados e população em risco, assinale a alternativa que NÃO corresponde a características definidoras do diagnóstico de enfermagem “síndrome do idoso frágil”.
Déficit de autocuidado para banho, dificuldade de marcha, fadiga persistente e isolamento social.
Redução da tolerância à atividade, mobilidade física prejudicada e diminuição da capacidade funcional.
Perda de peso não intencional, fraqueza generalizada e dependência parcial para atividades básicas de vida diária.
Idade superior a 70 anos, histórico de hospitalização recente, baixa escolaridade e viver sozinho.
Lentidão motora, diminuição da força muscular e redução do nível de atividade habitual.
A Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa, realizada pela Atenção Primária à Saúde, representa o ponto de partida para a organização das respostas às demandas da população idosa.
Considerando o contexto supracitado, marque a alternativa CORRETA.
O Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) é um instrumento para identificação rápida da fragilidade na pessoa idosa, de simples e de rápida aplicação (5 a 10 minutos) e tem a vantagem de ter caráter multidimensional.
Uma pessoa idosa é considerada como frágil, de acordo com o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20), quando possui uma ou mais doenças crônicas.
O conceito de fragilidade no envelhecimento humano tem por definição direta a presença de doenças como hipertensão, osteoporose e diabetes, pois as comorbidades advindas desses problemas causam muita dependência física de cuidadores ao longo da vida.
O Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) é um instrumento para avaliação clínica da pessoa idosa e apresenta 20 questões sobre presença de doenças, sinais vitais, controle de pressão arterial e glicemia capilar.
O Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) apresenta alta acurácia para o reconhecimento da pessoa idosa frente aos transtornos mentais.
Uma enfermeira que atua em uma unidade de internação geriátrica acompanha um idoso de 78 anos com diagnóstico de insuficiência cardíaca congestiva em estágio avançado, demência moderada e síndrome de fragilidade. A família relata dificuldade em compreender o prognóstico e questiona sobre a continuidade de procedimentos invasivos. A equipe multiprofissional discute a implementação de cuidados paliativos para o paciente. Analise as proposições a seguir:
I.Os cuidados paliativos não se restringem à fase de terminalidade, podendo ser introduzidos desde o diagnóstico de doenças graves e ameaçadoras da vida, com o objetivo de prevenir e aliviar o sofrimento físico, psíquico, social e espiritual do paciente e de sua família, sem antecipar nem prolongar artificialmente o processo de morrer.
II.A Síndrome de Fragilidade no idoso é condição clínica irreversível que independe de intervenção de enfermagem, sendo sua identificação relevante apenas para fins de registro em prontuário, sem implicar mudanças no planejamento assistencial ou na adoção de medidas preventivas de agravos.
III.O enfermeiro possui atribuição de realizar a Avaliação Multidimensional do Idoso, instrumento que contempla capacidade funcional, cognição, estado nutricional, condições sociais e risco de quedas, sendo essa avaliação fundamental para o planejamento individualizado do cuidado e para a identificação de necessidades específicas do processo de envelhecimento.
IV.A comunicação de más notícias ao paciente e à família é responsabilidade exclusiva do médico, não cabendo ao enfermeiro qualquer participação no suporte informativo, no acolhimento emocional ou na mediação de conflitos relacionados à compreensão do prognóstico e das decisões terapêuticas no contexto dos cuidados paliativos.
V.A diretriz antecipada de vontade, também denominada testamento vital, é instrumento que expressa os desejos do paciente quanto aos cuidados e tratamentos que deseja ou não receber em situações de incapacidade de manifestar sua vontade, devendo ser respeitada pela equipe de saúde, conforme a Resolução CFM nº 1.995/2012.
Está correto o que se afirma em:
I, II, III, IV e V.
II, IV e V, apenas.
I, II, III e V, apenas.
I, III e V, apenas.
I, II e III, apenas.
Em instituição de longa permanência para idosos, o enfermeiro identifica, mediante avaliação multidimensional, que uma residente apresenta perda ponderal recente, exaustão crônica, lentidão da marcha, redução de força muscular, risco de quedas, polifarmácia e comprometimento cognitivo. À luz dos critérios fenotípicos de fragilidade de Fried e dos princípios da avaliação geriátrica ampla (AGA), qual conduta melhor qualifica esse quadro clínico-funcional?
A presença de três ou mais critérios de fragilidade, associada à polifarmácia e à queda prévia, configura fragilidade avançada, requerendo intervenção interdisciplinar.
O escore de cognição reduzido e o uso de benzodiazepínico indicam suspeita de delírio hiperativo, sendo priorizada a contenção farmacológica e a vigilância comportamental noturna.
A redução da força de preensão e a lentidão na marcha isoladamente não configuram fragilidade, sendo necessário exame laboratorial para confirmação de sarcopenia como diagnóstico diferencial.
O perfil funcional da idosa indica pré-fragilidade leve, devendo-se restringir intervenções a programas educacionais preventivos e estímulo ao autocuidado supervisionado.
A exposição a fatores iatrogênicos é irrelevante na avaliação geriátrica, desde que o paciente mantenha a mobilidade independente e alimentação oral preservada.


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A Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa dispõe como um de seus essenciais objetivos a identificação precoce de agravos, concedendo a realização de intervenções direcionadas à manutenção da autonomia e independência funcional. Essas condições clínicas são denominadas de:
Patologias infecciosas.
Transtornos genéticos.
Síndromes geriátricas.
Transtornos metabólicas.
Fatores ambientais.
Um enfermeiro atua no planejamento das ações de enfermagem em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), focando no cuidado a pacientes idosos com Diabetes Mellitus (DM2). Ao levantar as necessidades e os problemas da população adscrita, identifica um número considerável de idosos com diagnóstico de DM2 que apresentam critérios para fragilidade (como perda de peso não intencional, fadiga e fraqueza), além de relatos de episódios prévios de hipoglicemia.
Para esses pacientes classificados como "Frágeis ou Comprometidos", qual objetivo terapêutico deve ser priorizado no planejamento do cuidado para minimizar riscos e otimizar a qualidade de vida?
Preservar a funcionalidade e incentivar a prática de atividade física regular, com o intuito de prevenir o declínio cognitivo.
Prevenir hipoglicemia grave e otimizar o conforto, aceitando metas glicêmicas mais flexíveis para evitar eventos adversos.
Reduzir o risco cardiovascular e de complicações microvasculares, buscando uma meta de HbA1c<7.5%.
Otimizar a nutrição e promover a higiene e saúde bucal, com foco na prevenção de sarcopenia e desidratação.
O índice de vulnerabilidade clínico-funcional (IVCF-20) é um instrumento de apoio ao acompanhamento de saúde da pessoa idosa, com caráter multidimensional, validado no Brasil, com uso reconhecido em serviços de atenção primária nas diversas regiões do país (Ministério da Saúde, 2024).
Em relação a esse instrumento é correto afirmar que
avalia oito dimensões consideradas preditoras de declínio funcional e óbito em idosos: a idade, a autopercepção da saúde, as atividades de vida diária, a cognição, o humor/comportamento, a mobilidade, a comunicação (audição e visão) e a presença de comorbidades múltiplas, representada por polipatologia, polifarmácia e/ou internação recente.
sua aplicação, no âmbito da equipe de enfermagem, é um procedimento privativo do enfermeiro.
classifica o idoso, após sua aplicação e análise, em 4 categorias: “idoso independente”, “idoso em risco de fragilização”, “idoso portador de sarcopenia” e “idoso frágil”.
classifica como “idoso em risco de fragilização” o indivíduo com mais de 70 anos que, embora independente para todas as atividades de vida diária, é portador de hipertensão arterial e/ou diabete melito.
a principal crítica ao seu uso reside no fato de ele não utilizar o índice de massa corporal (IMC), a circunferência da panturrilha e o tempo gasto no teste de velocidade da marcha como parâmetros para avaliar a fragilidade do idoso.
Síndromes geriátricas são situações complexas, relacionadas a múltiplas causas e de evolução crônica.
Na consulta de K.V.L., 80 anos, a enfermeira detectou que houve importante perda de peso não intencional no último ano; relato reiterado de exaustão e fadiga; mediante teste, constatou diminuição da força de preensão palmar.
Sobre o caso, assinale a afirmativa correta.
O paciente apresenta sinais que o classificam como frágil.
O quadro mostra claramente uma associação entre anomia e agnosia.
Os sinais indicam, de imediato, que não há potencial de recuperação.
A suplementação proteica não está indicada, porque observa-se declínio funcional.
A enfermeira deve aplicar o Teste de Snellen para avaliar a força de preensão palmar com precisão.
Numa Unidade Básica de Saúde, durante uma Consulta de Enfermagem, a enfermeira atendeu a Srª. Margarida, 80 anos, que veio ao posto em companhia da sua filha, tendo este relatado os seguintes achados: perda de peso não intencional de mais de 4kg nos últimos doze meses, letargia e queda de cabelo. A enfermeira constatou que Srª. Margarida estava consumindo nutrientes insuficientes para atender às necessidades metabólicas diárias, quando a filha também relatou que a ingestão de alimentos estava insuficiente por questões econômicas e que ela também não estava sabendo como criar estratégias para melhorar a alimentação da sua mãe. A enfermeira observou vários fatores relacionados com esse problema, detectou que, a Srª. Margarina tem apresentado também problemas orais como boca seca e falta de dentes, o que tem prejudicado a mastigação no último ano e também foi expressa dificuldade para deglutição. Diante desse contexto e reconhecendo a importância do Sistema de Classificação “North American Nursing Diagnosis Association (NANDA, 2024)”, qual das alternativas abaixo apresenta o Diagnóstico de Enfermagem CORRETO a ser aplicado no caso da Sra. Margarida?
Deglutição prejudicada.
Risco de ingestão nutricional inadequada.
Síndrome da fragilidade do idoso.
Inapetência.
Ingestão nutricional inadequada.


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A fragilidade em pessoas idosas caracteriza-se como uma síndrome clínica resultante de múltiplos fatores, marcada por maior vulnerabilidade, declínio funcional e menor capacidade de adaptação a eventos estressores.
Essa condição pode, por si só, indicar elegibilidade para cuidados paliativos, mesmo na ausência de doença grave específica. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
A síndrome da fragilidade associa-se a idade avançada, sexo feminino, baixa escolaridade, baixo nível socioeconômico, doenças crônicas, comprometimento cognitivo, funcional e depressão, devendo o profissional estar atento a esses fatores.
A fragilidade implica declínio funcional, menor risco de quedas e redução do uso de serviços de saúde e hospitalizações.
Pacientes frágeis tendem a preferir cuidados proporcionais e menos invasivos, com participação da família nas decisões; no entanto, cuidadores não devem receber treinamento específico.
Pessoas idosas frágeis apresentam menor mortalidade, baixa dependência e frequentemente vivem em Instituições de Longa Permanência para Idosos, sendo a maioria acompanhada por seus clínicos na fase final da vida.
Idosa, 87 anos, 21º dia de internação hospitalar, acamada. Na avaliação do histórico de saúde, a enfermeira do plantão observa, na caderneta de saúde disponibilizada pelo acompanhante, registro recente do perímetro da panturrilha de 21 cm, VES-13 (Protocolo de Identificação de Idoso Vulnerável) de 7 pontos e dependência total de cuidador. Na avaliação clínica, a enfermeira identificou 16 pontos na Escala de Avaliação do Uso de Fraldas e Absorventes e registra no prontuário afasia, anquilose, astenia, constipação, hiporexia, edema maleolar bilateral ++/4+ e lesão por pressão em região sacral.
O conjunto de achados clínicos do caso sugere
síndrome extrapiramidal parkinsoniana.
complicações da síndrome da imobilidade.
riscos para iatrofarmacogenia e distanásia.
manifestação do fenômeno da senescência.
repercussão da discinesia senil progressiva.
Durante a Avaliação Geriátrica Ampla (AGA) de um paciente de 85 anos, a enfermeira identifica alterações como diminuição da reserva funcional fisiológica e presbiacusia. Qual dos termos fundamentais da gerontologia descreve de forma mais precisa esse conjunto de alterações e qual deve ser a principal intervenção da enfermagem?
Síndrome de Fragilidade. A intervenção deve ser implementar um plano de reabilitação intensiva para restaurar integralmente as capacidades funcionais basais perdidas.
Fragilização. A intervenção deve ser a restrição da mobilidade e o repouso prolongado, pois essas medidas são as mais eficazes para conservar a energia vital do idoso e prevenir quedas.
Homeostenose. A intervenção deve ser tratar esse estado como uma Síndrome Geriátrica instalada, exigindo a reversão de, pelo menos, três de seus critérios diagnósticos.
Senescência. A intervenção deve ser preventiva e adaptativa, visando à manutenção da capacidade funcional e da autonomia do idoso.
Senilidade. A intervenção deve ser focar a eliminação da patologia de base com intervenções farmacológicas de alta potência para reverter o declínio.
Na Atenção Primária à Saúde (APS), a maioria das pessoas idosas apresenta condições crônicas simples, que podem ser acompanhadas com foco no autocuidado apoiado. Uma parcela menor apresenta condições crônicas complexas, exigindo abordagem interdisciplinar, contínua e centrada na funcionalidade global — autonomia, independência, cognição, humor/comportamento, mobilidade e comunicação. Assim, o cuidado deve priorizar a integralidade, a coordenação pela APS e a construção do idoso como agente ativo de sua saúde. Sobre a Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa, assinale a alternativa correta:
O cuidado integral requer identificação do idoso frágil, otimização de recursos para prevenir incapacidade e articulação entre APS, atenção secundária e demais serviços da rede.
O modelo hospitalocêntrico atual pode reduzir custos, mas aumenta o risco de sarcopenia, quedas e desenvolvimento de fragilidade, comprometendo a qualidade de vida.
A Avaliação Geriátrica Ampla (AGA), embora seja o padrão-ouro, deve ser aplicada obrigatoriamente em todos os casos na APS.
O Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) não pode ser aplicado por agentes comunitários de saúde ou outros profissionais treinados, embora seja rápido e útil para definir prioridades.
A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa reforça a importância de implementar a avaliação funcional individual e coletiva. Nesse sentido, considera categorias de pessoas idosas, sendo uma delas, o idoso
independente: aquele capaz de realizar atividades com pequenas dificuldades, porém sem ajuda para as atividades de vida diária.
com potencial para desenvolver fragilidade: que são dependentes, mas conseguem realizar algumas atividades de vida diária.
frágil ou em situação de fragilidade: são os que estão acamados e estiveram hospitalizados, mas realizam uma atividade de vida diária.
independente: aquele capaz de realizar sem dificuldades e sem ajuda todas as atividades de vida diária.
frágil ou em situação de fragilidade: por critério etário, a literatura estabelece como frágeis os idosos com 65 anos ou mais.


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Durante o exame físico de um paciente foi evidenciado sinal de Godet (cacifo) positivo no membro inferior direito.
Isso significa:
Depressão anormal da pele que se forma após a compressão do local.
Dormência na região da panturrilha após elevação do membro.
Diminuição do tempo de enchimento capilar após elevação do membro.
Desconforto na panturrilha ao realizar a dorso-flexão do pé.
No que se refere aos diagnósticos de enfermagem prioritários, segundo a taxonomia NANDA-I (2023-2024), para o paciente idoso com síndrome da fragilidade, considerando os achados da avaliação de enfermagem mencionados caso clínico, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico com maior impacto no planejamento assistencial.
Mobilidade física prejudicada, relacionada à diminuição da força muscular, evidenciada por velocidade de marcha reduzida e alteração na deambulação.
Síndrome do idoso frágil, relacionada à alteração na função cognitiva e diminuição da força muscular, evidenciada por fadiga, mobilidade física prejudicada e deficit no autocuidado.
Risco de quedas, relacionado a equilíbrio prejudicado, evidenciado por histórico de duas quedas nos últimos seis meses e marcha lentificada.
Deficit no autocuidado para banhar-se e vestir-se, relacionado a fraqueza muscular, evidenciado por dependência parcial nas atividades da vida diária.
O geriatra Bernard Isaacs cunhou o termo "gigantes da geriatria" para descrever condições predominantes que afetam a saúde e o bem-estar dos idosos. Estes "gigantes" são também conhecidos como os 5 "Is" da geriatria. Eles foram destacados para enfatizar os desafios comuns que comprometem a independência e a qualidade de vida dos idosos.
No caso de um idoso que sofre de síndrome vestibular, a enfermagem deve estar atenta para o seguinte “I”:
Irritabilidade.
Inalação de odores.
Incapacidade olfativa.
Instabilidade postural.
Intensidade luminosa.
A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI) considera um indivíduo “idoso frágil” ou “em situação de fragilidade” aquele que
possui 75 anos ou mais de idade, que vive em Instituição de Longa Permanência para Idosos, encontra-se acamado, esteve hospitalizado recentemente por qualquer razão, apresente doenças sabidamente causadoras de incapacidade funcional, encontra-se com pelo menos uma incapacidade funcional básica, ou viva situações de violência doméstica.
possui 60 anos ou mais de idade, que vive em Instituição de Longa Permanência para Idosos, encontra-se acamado, esteve hospitalizado recentemente por qualquer razão, apresente doenças sabidamente causadoras de incapacidade funcional, encontra-se com pelo menos uma incapacidade funcional básica, ou viva situações de violência doméstica.
possui 80 anos ou mais de idade, que vive em Instituição de Longa Permanência para Idosos, encontra-se acamado, esteve hospitalizado recentemente por qualquer razão, apresente doenças sabidamente causadoras de incapacidade funcional, encontra-se com pelo menos uma incapacidade funcional básica, ou viva situações de violência doméstica.
possui 65 anos ou mais de idade, que vive em Instituição de Longa Permanência para Idosos, encontra-se acamado, esteve hospitalizado recentemente por qualquer razão, apresente doenças sabidamente causadoras de incapacidade funcional, encontra-se com pelo menos uma incapacidade funcional básica, ou viva situações de violência doméstica.
Considere as condições apresentadas a seguir.
I. Perda de peso não intencional.
II. Fadiga e fraqueza muscular.
III. Alterações do sono.
IV. Dificuldade para a digestão de alimentos.
V. Redução do nível de atividade física.
VI. Redução da velocidade da marcha.
Uma das principais condições que acomete a população com mais de 60 anos é a Síndrome do Idoso Frágil, que consiste na perda da capacidade de reserva de muitos sistemas do organismo, que mesmo funcionando em condições normais, já não reagem adequadamente frente a situações de estresse.
Para que um idoso seja classificado como frágil, ele deve apresentar, pelo menos, uma das condições apresentadas em
I, II, III, IV, V e VI.
II, III, IV e V, apenas.
I, II, V e VI, apenas.
III, IV e VI, apenas.
I e IV, apenas.