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Um técnico de enfermagem de 28 anos foi recém-admitido em um ambulatório. Ao apresentar sua carteira de vacinação, constatou-se que não há registro de nenhuma dose da vacina tríplice viral.
Nessa situação, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, a conduta em relação à vacinação desse profissional deve ser
não vacinar, pois a vacina é indicada apenas até os 20 anos de idade.
solicitar sorologia antes de iniciar o esquema vacinal e vacinar apenas se houver soronegatividade.
administrar duas doses da vacina tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.
administrar uma dose única da vacina tríplice viral, pois adultos necessitam apenas de reforço.
administrar três doses da vacina tríplice viral, com intervalo de 6 meses entre elas.
Um profissional de saúde inicia suas atividades em um serviço hospitalar e, no âmbito da saúde ocupacional, apresenta sua caderneta de vacinação para avaliação. Durante a análise, observa-se que não há registro de vacinação prévia contra sarampo, rubéola e caxumba. De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde e do Programa Nacional de Imunizações, qual é a conduta vacinal indicada para esse profissional?
Administrar duas doses da vacina dupla viral com intervalo de 60 dias entre elas e fazer um reforço a cada 6 meses.
Administrar uma dose da vacina tríplice viral uma vez ao ano, combinada à vacina de influenza.
Administrar duas doses da vacina tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.
Administrar três doses da vacina tríplice viral, com intervalo de 30 dias entre as doses e reforço anual.
Não administrar a vacina, pois ela não faz parte das vacinas indicadas para profissionais de saúde.
Durante supervisão de enfermagem em uma sala de vacinação de Unidade Básica de Saúde, é identificado que, após falha elétrica não programada no período noturno, o termômetro de máxima e mínima da câmara refrigerada registrou temperatura de +12 °C por aproximadamente 4 horas, retornando posteriormente à faixa adequada (+2 °C a +8 °C). No período, encontravam-se armazenadas vacinas de vírus vivos atenuados (tríplice viral e varicela), vacinas inativadas (pentavalente, VIP e hepatite B) e vacinas adsorvidas (DTP). Na triagem de crianças no mesmo turno, uma criança de 9 meses, sem comorbidades, comparece para vacinação de rotina, estando indicada a administração de tríplice viral (1ª dose).
Qual é a conduta correta neste caso, considerando as intervenções da enfermagem?
As vacinas armazenadas podem ser utilizadas normalmente, pois a elevação de temperatura por período inferior a 6 horas não compromete a potência imunobiológica.
A enfermagem deve suspender o uso das vacinas expostas à temperatura inadequada, comunicar o fato à instância superior e aguardar orientação técnica antes de qualquer administração.
A enfermagem deve administrar a tríplice viral, desde que o frasco esteja dentro do prazo de validade, pois vacinas de vírus vivos toleram variações térmicas acima de 8 °C.
A criança deve receber a tríplice viral normalmente e, posteriormente, ser revacinada preventivamente, caso se confirme perda de potência do imunobiológico.
A vacina tríplice viral deve ser descartada imediatamente, enquanto as vacinas inativadas e adsorvidas podem ser utilizadas sem restrições.
Uma criança de 11 meses, previamente saudável, comparece à Unidade Básica de Saúde com a mãe, que refere episódio recente de convulsão febril ocorrido há três dias, evoluindo sem sequelas. No momento da consulta, a criança encontra-se afebril, ativa, sem sinais neurológicos focais, e apresenta o seguinte histórico vacinal: recebeu todas as doses previstas até os 6 meses de idade, porém não retornou para a vacinação dos 9 meses. Na avaliação de enfermagem, verifica-se que está indicada a administração da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) conforme o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde.
Indique a conduta correta pertinente à enfermagem no contexto relatado.
A tríplice viral deve ser adiada por pelo menos 30 dias após qualquer episódio convulsivo, independentemente da etiologia e da evolução clínica
A história de convulsão febril recente contraindica permanentemente a administração da tríplice viral, devendo-se registrar a contraindicação no prontuário e no cartão vacinal.
A vacinação com tríplice viral pode ser realizada, pois convulsão febril isolada não constitui contraindicação, cabendo à enfermagem orientar a família e registrar cuidadosamente o procedimento.
A tríplice viral deve ser substituída por vacinas monovalentes, a fim de reduzir o risco de eventos adversos neurológicos.
A enfermagem deve encaminhar obrigatoriamente a criança para avaliação neurológica especializada antes de qualquer vacinação com vírus vivos atenuados.
Preencha a lacuna com a alternativa CORRETA.
Um “vírus vivo _____________” em uma vacina é um vírus que foi enfraquecido em laboratório, tornando-o menos capaz de causar doenças graves, mas ainda capaz de estimular uma resposta imune protetora no corpo; esse procedimento é obtido através de processos como múltiplas passagens em cultura de células ou ovos, que levam a mutações genéticas virais, alterando sua virulência e tornando-o seguro para uso.
Mutado.
Fragmentado.
Atenuado.
Neutralizado.
Compactado.
Analise os itens e posteriormente assinale a alternativa que apresenta as doenças passíveis de prevenção através da vacina Tríplice Viral (SCR).
I - Sarampo.
II - Rubéola.
III - Caxumba.
IV - Difteria.
V - Tétano.
VI - Coqueluche.
VII - Hepatite B.
VIII - Meningite e outras infecções causadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b.
IX - Influenza A.
X - Influenza B.
XI - Influenza H3N2.
XII - Influenza H5N9.
Somente I, II e III.
Somente IV, V e VI.
Somente VI, VII e VIII.
Somente IX, X e XI.
Somente IX, X e XII.
O calendário vacinal do Programa Nacional de Imunização (PNI) é dinâmico e sofre atualizações periódicas com base em evidências epidemiológicas, avanços científicos e disponibilidade de novos imunobiológicos. A introdução de uma nova vacina ou a alteração de um esquema vacinal existente exige dos profissionais de saúde, especialmente os enfermeiros, um conhecimento aprofundado não apenas sobre a indicação e a técnica de administração, mas também sobre as particularidades de cada imunobiológico, incluindo suas contraindicações e precauções. Em relação à vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola - SCR), que é uma vacina de vírus vivos atenuados, a principal contraindicação para sua administração em um adulto é:
uso de corticosteroides em dose imunossupressora por tempo prolongado
história prévia de reação alérgica grave a ovo, desde que a reação não tenha sido anafilática
amamentação exclusiva de um lactente saudável
contato recente com pessoa imunodeprimida
Assinale a alternativa correta.
A gestante deve receber a Vacina Tríplice Viral em qualquer fase do ciclo gestacional.
A gestante deve receber a Vacina Tríplice Viral no primeiro trimestre do ciclo gestacional.
A gestante deve receber a Vacina Tríplice Viral no segundo trimestre do ciclo gestacional.
A gestante deve receber a Vacina Tríplice Viral no terceiro trimestre do ciclo gestacional.
A gestante não deve receber a Vacina Tríplice Viral.
A imunização é uma das principais estratégias de prevenção de doenças infectocontagiosas no Brasil, sendo regida pelas diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) deve ser administrada por via intramuscular, preferencialmente no músculo deltóide, e pode ser aplicada simultaneamente com outras vacinas em locais diferentes.
(__)As vacinas inativadas, por não conterem microrganismos vivos, não requerem cadeia de frio rigorosa, podendo ser mantidas à temperatura ambiente por até 24 horas antes do uso.
(__)O evento adverso pós-vacinação (EAPV) grave é definido como qualquer manifestação clínica inesperada que ocorre até 72 horas após a vacinação e que apresenta necessariamente relação causal comprovada com o imunobiológico administrado.
(__)A vacina BCG deve ser administrada por via intradérmica, preferencialmente na região deltoide direita, utilizando seringa de 1 mL com agulha 13x4,5 mm, e forma pápula de aproximadamente 5 mm imediatamente após a aplicação.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, F, V, V.
V, F, F, F.
F, F, F, V.
V, V, V, V.
Em 25.09.2025, cirurgiã dentista (CD) de 42 anos de idade compareceu à instituição para realizar o exame admissional antes de assumir seu cargo no ambulatório de saúde. Ao ser solicitada, apresentou sua carteira de vacinas contendo os seguintes registros:

Frente a essa situação, o enfermeiro deve informar à profissional que
deve tomar a 2ª dose da vacina tríplice viral.
deve tomar uma dose da vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) — dTpa e a 2ª dose da vacina tríplice viral.
deve tomar a 2ª dose da vacina tríplice viral e uma dose de reforço da vacina dT.
deve tomar a 2ª dose da vacina febre amarela e a 22 dose da vacina tríplice viral.
seu esquema vacinal está completo e correto nesta data.
Uma criança de 12 meses de idade recebeu a vacina tríplice viral e, após 9 dias, apresentou febre de 39,5 ºC e erupções cutâneas leves, então os responsáveis a levaram até a Unidade Básica de Saúde.
Diante dessa situação hipotética, o técnico de enfermagem deve
informar que se trata de reações esperadas e orientar o uso de medicamentos, conforme prescrição médica.
encaminhar a criança imediatamente ao pronto-socorro, independentemente de avaliação prévia por profissional de saúde qualificado.
aconselhar que a criança não seja vacinada novamente em futuras campanhas de vacinação.
solicitar a suspensão da próxima dose da vacina, pois os sinais indicam uma reação grave à vacina.
aconselhar banho frio para reduzir a febre.
De acordo com as normas do Ministério da Saúde, a vacina tríplice viral – SRC é contraindicada para o seguinte grupo, mesmo em situações de surto de sarampo, caxumba ou rubéola:
idosos.
gestantes.
portadores de HIV.
mulheres em idade fértil.
crianças menores de 15 meses.
Uma criança com esquema vacinal em dia foi levada à Unidade de Saúde, no dia 15 de julho de 2025, ao completar 12 meses de vida, com o objetivo de receber as vacinas correspondentes à sua faixa etária. A enfermeira informou à mãe que, naquele dia, a criança receberia apenas uma dose da vacina tríplice viral, pois era a única vacina necessária no momento.
Diante dessa situação, de acordo com a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 2025 e com a Nota Técnica nº 77/2025-CGICI/DPNI/SVSA/MS, é CORRETO afirmar que a conduta da enfermeira foi errada, pois:
aos 12 meses, a criança deve receber tríplice viral, hepatite Ae a primeira dose de varicela isolada.
aos 12 meses, a criança não deve receber a tríplice viral, se o calendário anterior estiver atualizado.
além da tríplice viral, aos 12 meses, a criança deve receber vacina contra hepatite A.
além da tríplice viral, aos 12 meses, a criança deve receber Reforço Pneumocócica 10-valente e Reforço meningocócica ACWY.
aos 12 meses, a criança deve receber apenas da tríplice bacteriana, se o calendário anterior estiver atualizado.
Leia a situação hipotética abaixo.
Uma criança de 18 meses de idade recebeu a primeira dose da vacina Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) e, por motivos familiares, teve o esquema vacinal interrompido logo em seguida. Atualmente, há atraso em outros imunobiológicos previstos para sua faixa etária, trazendo incerteza sobre a retomada do calendário de vacinação de forma adequada.
Diante desse contexto, a conduta que restabelece o esquema vacinal de maneira CORRETA é:
Aplicar imediatamente a segunda dose da Tríplice Viral, vinculada ao reforço de DTP e Hib, atendendo ao intervalo habitual entre as doses para essa faixa etária.
Reiniciar completamente o esquema desde a primeira dose do Tríplice Viral, reiterando todas as vacinas anteriores para alcançar proteção mais ampla.
Postergar a vacina Tríplice Viral e priorizar DTP, prevê a retomada após sessenta dias, quando a criança demonstrar tolerância adequada.
Realizar a segunda dose da Tríplice Viral, acrescentar a vacina contra Varicela e programar o reforço de DTP, seguindo o cronograma recomendado para a idade.
Um trabalhador da saúde, 30 anos de idade, foi ao posto de saúde para atualizar as vacinas recomendadas em razão da sua profissão. Em relação à tríplice viral constava que ele já havia tomado 2 doses da vacina.
Nesse caso, é correto afirmar que
ele deve tomar uma dose de reforço.
ele deve completar o esquema com uma dose e, após 12 meses tomar uma dose de reforço.
o esquema vacinal está completo, não necessitando de doses de reforço.
para completar o esquema básico ele deverá tomar mais duas doses da vacina com intervalo mínimo de 60 dias entre as doses e uma dose de reforço após 6 meses da última dose.
para completar o esquema básico ele deverá tomar mais duas doses da vacina com intervalo mínimo de 60 dias entre as doses, sem necessidade de dose de reforço.
No que se refere às vacinas SCR (tríplice viral atenuada) e SCRV (tetraviral atenuada), assinale a opção correta, com base no Calendário Nacional de Vacinação de 2025.
A vacina SCR protege contra sarampo, coqueluche e rubéola.
Os intervalos mínimos entre as doses de SCR e SCRV devem ser, respectivamente, de 30 dias e 60 dias.
A via de administração da vacina SCRV é intramuscular (IM).
A SCRV corresponde à 2.ª dose da vacina tríplice viral e à 1.ª dose da vacina varicela.
A vacina SCR deve ser administrada apenas em crianças com idade entre 15 meses de vida e 5 anos incompletos de idade.
Durante atendimento em sala de vacinas, a mãe de uma criança de 2 meses solicita a aplicação da vacina tríplice viral, afirmando ter visto a recomendação em uma rede social. O cartão de vacinas encontra-se atualizado para a idade.
Considerando o Calendário Nacional de Vacinação 2025 e as boas práticas em imunização, identifique a conduta correta do técnico de enfermagem diante da situação.
Confirma a informação com a mãe, aplica a tríplice viral juntamente com a pentavalente e registra a intercorrência em livro próprio.
Explica que a tríplice viral pode ser indicada a partir dos 6 meses em situações específicas, e aplica a dose preventiva na criança conforme solicitação da mãe.
Informa que a tríplice viral está prevista para 12 meses, reforça a importância do cumprimento do calendário oficial e orienta retorno conforme a faixa etária.
Reencaminha a criança ao médico para avaliação individual e aplica a vacina se houver prescrição no prontuário.
Registra a recusa da mãe em aguardar a idade adequada e agenda nova dose para os 4 meses, junto com a segunda aplicação da pentavalente.
Em relação à imunização conforme o Programa Nacional de Imunizações (PNI), a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) deve ser administrada em qual idade da criança?
Ao nascimento.
Aos 6 meses de vida.
Aos 12 meses de vida.
Aos 24 meses de vida.
Aos 18 meses de vida.
Analise os itens e posteriormente assinale a alternativa que corresponde às patologias passiveis de prevenção através da administração do esquema completo da “Vacina dTpa - Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto”:
I - Difteria.
II - Poliomielite.
III - Tétano.
IV - Toxoplasmose.
V - Hantavirose.
VI - Coqueluche.
VII - HPV.
VIII - Tuberculose.
IX - Febre Amarela.
X - Meningite.
I, II, III.
I, III, VI.
VIII, IX, X.
III, IV, VII.
II, III, VIII.
Qual das seguintes doenças é prevenível por vacina de vírus vivos atenuados?
Hepatite B.
Influenza.
Tétano.
Sarampo.
Coqueluche.