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Gestante de 18 anos iniciou o atendimento pré-natal em um serviço de atendimento unicamente ambulatorial após teste de gravidez positivo. Quando da consulta de enfermagem a enfermeira da detectou que a mesma não havia realizado nenhum dos exames solicitados; tinha tentado interromper a gestação e não estava passando bem. Ao exame a enfermeira encontrou a gestante descorada, com sangramento gengival de moderada intensidade e sem perdas vaginais. Para assistir à adolescente, a enfermeira corretamente suspeita de:
ameaça de abortamento, o que requer encaminhamento para atendimento médico especializado em hospital de alta complexidade.
infecção associada a abortamento infectado, o que requer atendimento médico especializado em hospital de média complexidade.
distúrbio de coagulação associado a abortamento retido, o que requer utilização do sistema regional de urgência e emergência para atendimento médico especializado em hospital de média complexidade.
processo inflamatório decorrente de abortamento, o que requer o acompanhamento da gestante pelo serviço ambulatorial.
processo infeccioso decorrente de abortamento incompleto, o que requer guia para o encaminhamento da gestante a hospital de referência para procedimentos de baixa complexidade.