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A brusone do trigo tem sido relatada como uma das principais doenças no Brasil em virtude dos danos causados às lavouras, principalmente nas regiões Norte do Paraná estendendo-se aos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Minas Gerais. Todas alternativas a seguir permitem a identificação da brusone na cultura do trigo, EXCETO.
Branqueamento de todas espiguetas acima do ponto de infecção do fungo que ocorre na raquis.
Coloração amarronzada progride além do ponto de infeção do patógeno em direção ao raquis em sentido descendente em relação às espiguetas sadia
Ponto de infecção restrito e as espiguetas na parte descendente apresentam sua raquis com coloração normal.
Quando o ponto de infecção ocorre na base da espiga todas espiguetas acima desse ponto tornam-se esbranquiçadas.
A Quarentena Vegetal previne a introdução e disseminação de pragas ausentes no Brasil, por meio do controle de vegetais, seus produtos, subprodutos, organismos para controle biológico e outros artigos regulamentados importados. Para maior segurança, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento cadastra e credencia estações quarentenárias pós-entrada, bem como o conjunto de laboratórios de diagnósticos fitossanitários, que, de acordo com a legislação específica, realizam quais exames?
Acarologia, Bacteriologia, Edafologia, Micologia, Microbiologia, Virologia.
Climatologia, Bacteriologia, Entomologia, Fitopatologia, Nematologia, Virologia.
Fitopatologia, Entomologia, Edafologia, Bacteriologia, Nematologia, Virologia.
Acarologia, Bacteriologia, Entomologia, Fitopatologia, Nematologia, Ecologia.
Acarologia, Bacteriologia, Entomologia, Micologia, Nematologia, Virologia.
A Helicoverpa armigera é reconhecidamente uma lagarta que apresenta alta capacidade destrutiva de lavouras como soja, feijão, milho, algodão entre outras, multiplicando-se rapidamente. Algumas alternativas podem ser adotadas para o controle dessa praga. Diante disso, marque a alternativa INCORRETA.
Utilização de Bacillus thuringiensis efetuando aplicações do produto prioritariamente no início do aparecimento da praga e respeitando o nível de controle.
Utilização de baculovírus com a vantagem de possibilitar o controle de três espécies de helicoverpa ao mesmo tempo.
Diamidas apresentam ação mais lenta sendo prioritariamente recomendados em lavouras em que a infestação de lagartas atingiram o nível de controle e tamanho superior a 2 cm.
Inseticidas reguladores de crescimento como da classe benzoiluréias atuam sobre o processo de ecdise, apresentando melhores resultados quando a população de lagartas encontra-se no início do desenvolvimento e pleno processo de crescimento
As bactérias que provocam doenças em plantas são denominadas bactérias fitopatogênicas, algumas muito importantes para hortaliças. Elas se disseminam rapidamente e são de difícil controle. Em condições favoráveis, a ocorrência de bacterioses pode inviabilizar a exploração econômica de algumas culturas por longos períodos, como ocorre em solos infestados com Ralstonia solanacearum, causadora da murchadeirado- tomateiro e da batateira.
Associe corretamente as colunas, relacionando o gênero de bactérias causadoras de doenças em hortaliças ao tipo geral de sintoma que ela provoca e a principal cultura afetada.

A sequência correta dessa associação é
O mofo branco, causado pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, é uma doença importante na cultura da soja em determinadas regiões de cultivo.
Considere as características epidemiológicas da doença e julgue os itens a seguir:
I. A maior incidência e severidade de ataque do patógeno são registradas em áreas de cultivo localizadas em baixas altitudes.
II. A fase de maior vulnerabilidade da cultura da soja compreende os períodos de emergência (VE) até o estádio vegetativo (V4).
III. Por ser um patógeno biotrófico e ter gama restrita de hospedeiras, a doença é facilmente controlada com medidas de manejo integrado, por exemplo, com o uso do vazio sanitário e resistência genética.
IV. Outras medidas de controle da doença incluem: Tratamento de sementes com fungicidas, rotação e sucessão de culturas, espaçamento adequado que favoreça melhor aeração, controle químico e biológico.
V. O fungo tem melhor desenvolvimento em temperaturas e umidades elevadas.
Com base nessas afirmações, marque a alternativa correta.
Apenas o item IV está correto.
Os itens I, II, III e IV estão corretos.
Os itens I, IV e V estão corretos.
Os itens II, III e V estão corretos.
Todos os itens estão corretos.
Segundo Machado e Souza (2009), a termoterapia aplicada às sementes de hortaliças consiste na exposição dessas à ação do calor em combinação com o tempo de tratamento, visando a erradicação ou redução do inóculo infectivo de agentes causadores de doenças. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir:
I. O princípio da termoterapia baseia-se no diferencial entre os pontos térmicos letais, entre sementes e patógenos, apresentando maior sucesso quando há menor distância um do outro.
II. A termoterapia de sementes emprega como veículo de transferência de calor a água, o ar seco e o vapor.
III. O tratamento utilizando água quente pode causar desnaturação dos tecidos externos das sementes, porém, não afeta substancialmente, dentro de um período determinado de tempo, os tecidos de reserva que possibilitam a germinação.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
I, II e III.
O controle de plantas daninhas na lavoura de citros é de suma importância para o processo produtivo. Comumente os herbicidas recomendados são aplicados em um volume de 200 L/ha.
Considere os dados abaixo:
• espaço entre ponteiras - 0,5 m
• comprimento de barra - 5 m
• tempo para percorrer 50 m - 30 segundos
Com base nos dados apresentados, o volume correto da ponteira, em L/min, para realizar essa aplicação é de
Em uma área cultivada com feijão (Phaseolus vulgaris) existe uma infestação por capim colchão (Digitaria horizontalis) que precisa ser controlada. Um dos produtos comerciais registrado para uso apresenta em sua composição química 0,250 kg/L de fluazifop-p-butil (ingrediente ativo, i.a). A dose recomendada para controle é de 0,125 kg i.a/ha. Diante disso, marque a alternativa que corresponde à quantidade de produto comercial recomendada para uma área de 1 ha.
1,5 L de produto comercial por hectare.
1,0 L de produto comercial por hectare.
0,5 L de produto comercial por hectare.
0,25 L de produto comercial por hectare.
As pragas quarentenárias e as pragas não quarentenárias regulamentadas (PNQRs) podem ser comparadas com base em quatro elementos de seus critérios de definição: status da praga no país importador, via de ingresso/ produto básico, impactos econômicos relacionados com a praga, e a aplicação de controle oficial. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Status da praga: no caso das pragas quarentenárias, a probabilidade de introdução não é um critério relevante, pois a praga está presente e, muito possivelmente, está amplamente distribuída.
Via de ingresso: as regulamentações e os procedimentos fitossanitários podem ser aplicados às PNQRs associadas a qualquer hospedeiro ou via de ingresso.
Impactos econômicos: com relação às PNQRs, os impactos econômicos devem ser previstos ao invés de conhecidos.
Controle oficial: se presentes em uma área, as pragas quarentenárias são objeto de controle oficial, na forma de medidas fitossanitárias para erradicação e/ou contenção.
Controle oficial: as pragas quarentenárias são objeto de controle oficial, na forma de medidas fitossanitárias para sua supressão nas plantas para plantio especificadas.
São regras básicas para a manutenção de um jardim a seguinte limpeza:
geral e retirada de plantas invasoras, poda de limpeza, controle de pragas e doenças e replantio para substituir mudas mortas e/ou espécies de floração sazonal.
geral, poda de formação eliminando os ramos secos ou malformados, folhas velhas ou doentes, controle de pragas e doenças e replantio para substituir mudas mortas e/ou espécies de floração sazonal.
do terreno, poda de limpeza, controle de formigas e doenças e adubação geral em todas as áreas com NPK distribuído igualmente.
geral e retirada de plantas invasoras, poda de formação, estaqueamento das mudas e replantio para substituir mudas mortas e/ou espécies de floração sazonal.
geral e retirada de plantas invasoras, poda de limpeza, controle fitossanitário, adubação geral em todas as áreas com NPK distribuído igualmente e replantio para substituir mudas mortas.
As plantas daninhas são dotadas de certas características que lhe são peculiares e que interferem na estratégia de seu manejo. Para se manejar bem essas plantas, há necessidade de se conhecer mais profundamente tais características. Assinale a alternativa que apresenta algumas dessas características.
Nenhuma exigência para germinar e rápido crescimento.
Baixa capacidade de florescimento e alta produção de sementes.
Habilidade de dispersão e baixa capacidade de florescimento.
Adaptação às práticas de manejo e crescimento lento.
Tolerância à variação ambiental e germinação sincrônica.
O manejo ecológico, ou agroecológico, de pragas é utilizado na agricultura orgânica e agroecológica. O manejo ecológico de pragas leva em consideração os mecanismos ecológicos que regulam as populações de insetos herbívoros, visando promover o controle de pragas em sistemas de produção agrícola. Entre as estratégias adotadas nesse tipo de manejo estão:
I. Adoção de práticas de diversificação da vegetação, como os policultivos, o consórcio de culturas, a adubação verde, a rotação de culturas, o uso de diferentes variedades de plantas e os corredores de vegetação.
II. Uso racional e consciente de agrotóxicos, devidamente registrado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para controlar as pragas que já tenham ultrapassado o nível de dano econômico.
III. Uso de plantas que possam prover alimento alternativo, como pólen e néctar, para inimigos naturais, já que essas plantas podem aumentar o fitness dos inimigos naturais, culminando, assim, no controle natural de pragas.
IV. Utilização de medidas curativas em caso de surtos populacionais, como os defensivos alternativos fertiprotetores e protetores.
V. Introdução de inimigos naturais de forma inoculativa ou inundativa.
Apresentam estratégias adotadas nesse tipo de manejo os itens:
I e II, apenas.
I, III, IV e V, apenas.
II, IV e V, apenas.
I, II, III, IV e V.