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De acordo com Veiga e Ehlers (2009:6) comparáveis aos impactos das mudanças de uso dos solos são os estragos causados pela homogeneização. Além da diminuição do número de espécies e da variedade genética das plantas utilizadas, também ocorre uma dramática redução do número de outras espécies, como as bactérias fixadoras de nitrogênio, os fungos que facilitam a absorção de nutrientes, predadores de pragas, polinizadores etc. Simultaneamente, águas superficiais e subterrâneas são contaminadas, tanto pelo uso crescente dos insumos básicos dessa conversão (fertilizantes químicos e agrotóxicos), quanto pela excessiva concentração da pecuária.
Sobre esse assunto,
não há geração de problemas no âmbito da resiliência dos agroecossistemas.
as perdas da biodiversidade nos agroecossistemas não são significativas, nem causam impactos de grande magnitude e efeitos primários.
estes impactos econômicos da perda de biodiversidade e contaminações dos recursos hídricos representam riscos ambientais combinados, em função da resiliência e das vulnerabilidades de cada sistema.
não há riscos ou efeitos adversos relativos à biodiversidade, mas somente contaminações de recursos hídricos e de fauna.
a biodiversidade não é prejudicada de modo grave, apenas encontra-se exposta ao risco.