

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
De acordo com a NBR 6.118, a área mínima da seção transversal de um pilar é de 360cm². um engenheiro verificou que possui formas circulares com 21cm de diâmetro na obra, caso seja necessário cortar a forma, levará um dia de serviço, entretanto, se necessário aumentar o tamanho da forma, levarão dois dias de serviço. A respeito da área da seção transversal do pilar e o prazo da obra pode-se concluir que:
A área do pilar não atende a norma e o prazo aumenta em um dia.
A área do pilar atende a norma e o prazo não aumenta.
A área do pilar não atende a norma e o prazo aumenta em dois dias.
A área do pilar atende a norma e o prazo aumenta em um dia.
Os cabos de aço usados na construção civil, quando em serviço, deverão ser inspecionados semanalmente e substituídos apenas quando ele for rompido integralmente.
Certo
Errado
A ABNT NBR 9452:2019 – Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto – Procedimento – informa que a periodicidade da inspeção subaquática deve ser realizada com a mesma periodicidade da inspeção especial ou da inspeção extraordinária.
De acordo com essa norma, no caso de estrutura com mais de dez apoios submersos, pode-se fazer inspeção por amostragem de acordo com as anomalias detectadas, desde que o prazo que todos os apoios submersos sejam inspecionados não ultrapasse
6 meses
1 ano
5 anos
10 anos
20 anos
A tabela E1 da NBR 9452:2019 – Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto – Procedimento, traz a caracterização dos elementos estruturais segundo a relevância no sistema estrutural de Obras de Arte Especiais (OAE). As consequências de dano em cada tipo de elemento da OAE são dadas por: elemento principal (P) – cujo dano pode ocasionar o colapso parcial ou total da obra; elemento secundário (S) – cujo dano pode ocasionar ruptura localizada; elemento complementar (C) – cujo dano não causa nenhum comprometimento estrutural, apenas funcional na OAE:
Elemento | Sistema Estrutural | ||||||
Duas vigas | Grelha | Caixão | Laje | Galeria | |||
1 | viga | Longarina | P | P | - | - | - |
Transversina | S | S | S | S | S | ||
Laje | S | S | P | P | P | ||
2 | Travessas | P | P | P | P | - | |
Pilares | P | P | P | P | - | ||
Aparelho de apoio | P | P | P | P | - | ||
3 | Cortina | S | S | S | S | - | |
Laje de transição | S | S | S | S | S | ||
Muros de ala | S | S | S | S | S | ||
4 | Blocos | P | P | P | P | P | |
Sapatas | P | P | P | P | P | ||
Estacas e tubulões | P | P | P | P | P | ||
Complementares | Barreira rígida | C | C | C | C | C | |
Guarda-corpo | C | C | C | C | C | ||
(Fonte: NBR 9452:2019.)
Na tabela, os números 1, 2, 3 e 4 representam, respectivamente, os conjuntos de elementos chamados:
1. Encontros 2. Infraestrutura 3. Superestrutura 4. Mesoestrutura
1. Infraestrutura 2. Superestrutura 3. Encontros 4. Mesoestrutura
1. Mesoestrutura 2. Encontros 3. Infraestrutura 4. Superestrutura
1. Superestrutura 2. Mesoestrutura 3. Encontros 4. Infraestrutura
Em projeto de estruturas de concreto, a seção transversal de pilares e pilares-parede maciços, qualquer que seja a sua forma, não deve apresentar dimensão menor que:
22 cm
19 cm
15 cm
25 cm
17 cm
Considerando que a ABNT NBR 9452:2019 especifica os requisitos exigíveis na realização de inspeções em pontes, viadutos e passarelas de concreto e na apresentação dos resultados destas inspeções, define-se como Obra de Arte Especial (OAE) a estrutura classificada como ponte, pontilhão, viaduto ou passarela. As consequências do dano em cada tipo de elemento da OAE são descritas como: elemento principal (P) é o elemento estrutural, cujo dano pode ocasionar o colapso parcial ou total da obra; elemento secundário (S) é o elemento, cujo dano pode ocasionar ruptura localizada em apenas parte de um vão; e, elemento complementar (C) é o elemento cujo dano não causa nenhum comprometimento estrutural, apenas funcional e de durabilidade na OAE. São elementos do sistema estrutural das OAE sujeitos a consequências de dano no elemento principal (P):
Longarina; transversina; laje; sapata; pilar; cortina; e, pavimento.
Cortina; laje de transição; muro de ala; barreira rígida; e, transversina.
Longarina; pilar; travessa; aparelho de apoio; bloco; sapata; estaca; e, tubulão.
Longarina; pilar; laje de transição; travessa; cortina; aparelho de apoio; bloco; pavimento; sapata; estaca; tubulão; e, guarda-corpo.
Para que as peças de concreto pré-moldado (CPM) possam ser transportadas, faz-se necessário que elas já sejam projetadas com os dispositivos auxiliares para içamento, conforme mostra a figura a seguir:

Os dispositivos com LAÇO INTERNO e com CHAPA são representados pelas figuras:
I e III.
III e II.
V e II.
IV e V.
I e II.
Imediatamente após a conclusão de uma ponte de concreto, um engenheiro foi orientado a inspecioná-la.
De acordo com a ABNT NBR 9452:2019 – Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto – Procedimento –, essa é uma inspeção
especial
singular
cadastral
rotineira
extraordinária
Pontes, pontilhão, viadutos e passarelas são chamados de Obras de Arte Especiais (OAEs). A NBR 9.452 (2016) especifica os requisitos exigíveis na realização de inspeções em pontes, viadutos e passarelas de concreto e na apresentação dos resultados destas inspeções. De acordo com os diferentes tipos de inspeções e seus conceitos e procedimentos, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Inspeção rotineira.
2. Inspeção cadastral.
3. Inspeção especial.
4. Inspeção extraordinária.
( ) Deve ser efetuada imediatamente após a conclusão das OAEs, instalação, ou assim que se integrar a um sistema de monitoramento e acompanhamento viário. É a primeira inspeção realizada na obra.
( ) Deve ter uma periodicidade de cinco anos, podendo ser postergada para até oito anos. Deve ser pormenorizada e contemplar mapeamento gráfico e quantitativo das anomalias de todos os elementos aparentes e/ou acessíveis da OAE, com o intuito de formular o diagnóstico e o prognóstico da estrutura.
( ) Deve ser apresentada em relatório específico, com descrição da obra e identificação das anomalias, incluindo mapeamento, documentação fotográfica e terapia recomendada. É gerada por uma das demandas não programadas como, por exemplo, a ocorrência de eventos da natureza, como inundação, vendaval, sismo, dentre outros.
( ) Deve ter acompanhamento periódico, visual, com ou sem a utilização de equipamentos e/ou recursos especiais para análise ou acesso, realizado em prazo não superior a um ano. Deve ser verificada a evolução de anomalias já observadas em inspeções anteriores, bem como novas ocorrências, reparos e/ou recuperações efetuadas no período.
A sequência está correta em
1, 2, 3, 4.
2, 3, 4, 1.
2, 3, 1, 4.
3, 2, 4, 1.
As estruturas com a finalidade de transpor obstáculos são consideradas obras de arte especiais, observamos este conceito nas avenidas, rios, vales, dentre outros, se construídas sobre os cursos d`água, denomina-se pontes; se encontradas em avenidas e vales secos, chamados viadutos. Essas estruturas sofrem ao decorrer dos tempos ações externas, que as degradam havendo necessidades de vistorias que tem por finalidade identificar eventuais problemas, sua conservação é de extrema importância, pois, delas dependem o desenvolvimento sócio econômico das cidades, estados e país. Sobre vistorias feitas nas infraestruturas acima descritas podemos afirmar que: Identifique as afirmativas e assinale a alternativa correta.
I- Conforme a NBR 9452, ao realizar estas inspeções devem ser feitos os registros de identificação destas obras, havendo necessidade de um histórico contendo as ocorrências, também as datas e onde está localizada as mesmas;
II- As vistorias de rotina, visam relatar o estado de conservação sem necessidade de detectar eventuais anomalias existentes ou que surjam posteriormente, cuja função é relatar de modo pouco preciso patologias existentes.
III- É necessário fazer levantamentos fotográficos e descritivos na infraestrutura, mesoestrutura e superestrutura, com indicação das dimensões e todo o detalhamento construtivo e também havendo necessidade do levantamento da tipologia estrutural.
IV- Os locais de difícil acesso, não necessitam averiguação nem mesmo mapeamento detalhado, estes deverão ser ignorados, devido a obstáculos que impossibilitam a aproximação aos locais a serem inspecionados na estrutura.
I e II, estão corretas.
I e III, estão corretas.
I, II e III, estão corretas.
I, II e IV, estão corretas.
I, II, III e IV estão corretas.
A norma ABNT NBR 9452:2019 – Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto, informa os requisitos exigíveis na realização de inspeções em pontes, viadutos e passarelas de concreto, como também a apresentação dos resultados das inspeções. É indicado que as inspeções em Obras de Arte Especiais (OAEs) sejam executas periodicamente e, dependendo do tipo de inspeção, alguns critérios são adotados. Há uma inspeção para o acompanhamento periódico visual, com ou sem a utilização de equipamentos especiais para a análise, que deve ser feita em prazo não superior a um ano, pois deverá ser verificada a evolução ou o agravamento de anomalias observadas em inspeções anteriores, bem como novas ocorrências, reparos e/ou recuperações efetuadas no período. O relatório produzido por esse tipo de inspeção, conforme modelo de ficha indicado na NBR 9452, é composto pelas informações gerais de identificação da ponte; pelo registro descritivo das manifestações patológicas observadas; pela classificação da OAE – indicando uma nota geral para cada parâmetro conforme apresentado – e pela inclusão de levantamento fotográfico com, no mínimo, oito fotografias. Essa inspeção denomina-se:
Especial.
Rotineira.
Cadastral.
Extraordinária.
Com relação à inspeção de obras de artes, assinale a alternativa que apresenta a definição correta dos tipos de inspeção existentes, segundo as normas.
Inspeção rotineira é a primeira inspeção que se realiza em uma ponte e, preferencialmente, ou mesmo obrigatoriamente, logo após sua construção, quando ainda se encontram disponíveis os elementos de projeto e os relatórios da fiscalização ou supervisão, que devem conter todos os informes construtivos.
Inspeção cadastral é o tipo de inspeção recomendada para monitorar uma deficiência suspeitada, ou já detectada, tal como um pequeno recalque de fundação, uma erosão incipiente, um encontro parcialmente descalçado, o estado de um determinado elemento estrutural.
Inspeção extraordinária é uma inspeção não programada, solicitada para avaliar um dano estrutural excepcional, causado pelo homem ou pela natureza.
Inspeção especial é realizada habitualmente a cada dois anos e devem ser verificadas, visualmente, a evolução de falhas detectadas em inspeções anteriores, bem como anotados novos defeitos e ocorrências, tais como reparos e reforços.
Inspeção intermediária é um tipo de inspeção visual pormenorizada, realizada a cada cinco anos, no máximo, comandada por um inspetor sênior. As partes de difícil acesso serão examinadas através de lunetas, andaimes ou veículos especiais dotados de lança e gôndolas.