Questões de Concurso sobre Tipos de falhas

 
 
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A deformação plástica inicial observada na treliça por manufatura aditiva está associada a concentrações de tensão locais de tamanho mícron, no entanto a transferência de carga em larga escala é determinada por características geométricas que são várias ordens de magnitude maiores.


C

Certo


E

Errado

Corrosão Sob Tensão é um termo utilizado para descrever falhas de serviço em materiais.


Nesse contexto, assinale a afirmativa incorreta.


A

Ocorre por uma trinca de propagação lenta, induzida pelo ambiente de trabalho.


B

As tensões necessárias para provocar a corrosão sob tensão são pequenas, geralmente abaixo do limite de elasticidade aparente do material.


C

A corrosão sob tensão é um processo resultante da interação simultânea entre um material metálico submetido a determinados níveis de tensão e um meio de agressividade relativa, que promoverá o aparecimento de microtrincas levando o material a fraturar precoce.


D

A propagação de trincas resultantes da ação combinada de tensões físico-químicas e reações de corrosão é lenta.


E

A corrosão sob tensão ocorre quando o material está submetido, simultaneamente, a um estado de tensões e a um meio corrosivo específico.

Sobre a fibrilação (ou esgarçamento), é correto afirmar:


A

Mesmo com espaços vazios, a permeabilidade a líquidos como água é dificultada pela presença das fibrilas na matriz polimérica.


B

Consiste na formação de espaços vazios devido às fibrilas, que são fibras inorgânicas adicionadas à matriz polimérica e capazes de suportar esforços antes da fratura.


C

As trincas iniciam-se no polímero antes da fratura devido ao rompimento das fibrilas e ao coalescimento dos espaços vazios perpendicularmente a um esforço aplicado.


D

Ela é inútil para fins práticos do polímero, pois mesmo que as fibrilas absorvam energia, elas são incapazes de inibir ou retardar a fratura.


E

Regiões tensionadas e associadas a defeitos como espaços vazios e heterogeneidades na matriz polimérica são incapazes de promovê-la.

Alguns materiais cerâmicos com estruturas cristalinas do tipo AX, como o cloreto de sódio e a blenda de zinco, podem apresentar defeitos atômicos envolvendo os átomos hospedeiros, como ocorre nos materiais metálicos. O defeito de Schottky nos materiais cerâmicos é composto por:


A

um defeito intersticial de cátion e um defeito de lacuna de ânion combinado.


B

um defeito intersticial de cátion e um defeito intersticial de ânion combinado.


C

um defeito de lacuna de cátion e um defeito de lacuna de ânion combinado.


D

um defeito de lacuna de cátion e um defeito intersticial de ânion combinado.

Um tipo de defeito encontrado em materiais cerâmicos do tipo AX, composto por um par que representa uma lacuna de cátion e uma lacuna de ânion, é dito:


A

Defeito de Schottky.


B

Defeito de Frenkel.


C

Defeito de Moffatt.


D

Defeito de Substituição.


E

Defeito de Wulff.

Para resistir à fadiga, que parte do princípio de que existe uma fissura que não cresce a um tamanho que leve à falha, antes que sejam detectadas pelas inspeções periódicas, deve ser adotado o projeto para


A

vida finita.


B

vida infinita.


C

tolerância ao dano.


D

falha em segurança.


E

estimativa de defeito.

A análise e prevenção de falhas são componentes importantes na caracterização de materiais para aplicação em engenharia. Métodos sistemáticos estabelecidos para a análise de falhas permitem identificar um amplo espectro de modos de falhas. Considerando uma falha por fadiga, é correto afirmar que:


A

é observada em metais devido à sobrecarga, ou seja, o material é levado além do limite plástico e, logo, à fratura.


B

ocorre apenas quando um esforço cíclico é aplicado ao material em ambiente corrosivo.


C

ocorre por um mecanismo de crescimento lento da trinca que pode envolver esforço cíclico.


D

o mecanismo envolve uma erosão gradativa devido à atuação de um material abrasivo entre superfícies de cantata.


E

ocorre em materiais que possuem baixo módulo de Young.

A comparação da corrosão dos metais e dos materiais cerâmicos com a degradação dos polímeros evidencia


A

mudanças químicas sofridas pelo polímero sob elevada temperatura, sem o envolvimento simultâneo de outro componente.


B

resistência menor dos materiais cerâmicos à corrosão que os metálicos, em temperaturas elevadas.


C

mecanismo de degradação de natureza físico-química nos polímeros e de natureza química nos metais.


D

ausência de corrosão nas cerâmicas à temperatura ambiente dada a inércia.

Um engenheiro de materiais, que trabalha diretamente com condições estáticas e/ou cíclicas de serviços, deve saber que:


A

a fadiga é um processo que vai da solicitação do material até a falha catastrófica, apresentando fragilidade, independente do material.


B

a curva de tensão verdadeira em função da deformação é mais usual que a curva de tensão de engenharia em função da deformação.


C

o ensaio de compressão nos materiais cerâmicos é mais utilizado que o ensaio de tração, pois favorece o menor afastamento dos íons de cargas opostas e à repulsão instantânea das cargas.


D

a fluência é um ensaio que ocorre em função do tempo para temperaturas e/ou tensões constantes e sem influência da presença de defeitos lineares.

Cerca de 50 a 90% de todas as falhas mecânicas são responsáveis pelas falhas dos materiais quando solicitados por fadiga. Este tipo de falha ocorre em componentes e estruturas submetidas a tensões que sofrem variações cíclicas decorrentes de


A

fraturas pelo mecanismo de fratura dúctil por fadiga em materiais metálicos e poliméricos.


B

fratura por fadiga de forma frágil nos materiais cerâmicos influenciada pela temperatura de serviço.


C

resistência à fadiga do material, influenciada por sua capacidade de deformação plástica.


D

redução das irregularidades superficiais que diminui a resistência à fadiga causando concentrações de tensão.

A deformação plástica observada em materiais sob a ação de um estado de tensões constante, ou quase constante, no tempo e com relação direta às falhas na microestrutura do material é denominada:


A

Contração


B

Elongamento


C

Fadiga


D

Fluência


E

Retração

Alguns minerais são separados em subgrupos.


I)as diferenças entre os minerais do subgrupo surgem na maneira como suas camadas são empilhadas

II) a organização das folhas octaédricas são sempre contínuas no eixo de empilhamento.


Sobre as duas alternativas é correto afirmar que:


A

As duas afirmativas são falsas


B

A primeira é uma afirmativa falsa; e a segunda, verdadeira


C

A primeira é uma afirmativa verdadeira; e a segunda, falsa


D

As duas afirmativas são verdadeiras e a segunda complementa a primeira


E

As duas afirmativas são verdadeiras mas não tem relação entre si

A explicação mais correta para a trinca de reaquecimento na zona termicamente afetada (ZTA) em aços ao Cr-Mo e Cr-Mo-V resistentes à fluência é:

A
fragilização da ZTA de grãos grosseiros ocorre pela formação de martensita e absorção de hidrogênio na poça de fusão, resultando no trincamento devido às tensões residuais de soldagem.

B
segregação de impurezas e elementos de liga nos contornos de grão do metal de solda provoca a formação de compostos de baixo ponto de fusão que não suportam as tensões trativas que se desenvolvem na soldagem.

C
a baixa ductilidade do metal base no sentido da espessura da chapa provoca o trincamento na ZTA de grãos grosseiros quando as tensões de soldagem provocam a solicitação em juntas de ângulo.

D
a precipitação de carbonetos finos de Cr, Mo e V no interior dos grãos grosseiros da ZTA, durante tratamento térmico ou serviço, provoca o endurecimento no interior dos grãos, deixando uma região menos resistente no entorno dos contornos, região esta que não suporta as tensões residuais.

E
a formação de carbonetos de cromo nos contornos de grão deixam regiões da ZTA susceptíveis à corrosão intergranular, o que provoca o desenvolvimento de trincas intergranulares em serviço.
A respeito dos defeitos de origem metalúrgica em soldagem, assinale a única afirmativa ERRADA:

A
os aços inoxidáveis austeníticos são susceptíveis à trinca a quente.

B
os aços de alto carbono equivalente e médio carbono são susceptíveis à trinca a frio.

C
as trincas a quente de solidificação ocorrem no metal de solda, devido à segregação de impurezas e elementos de liga nos contornos de grão e no plano central do cordão.

D
aços ao Cr-Mo-V resistentes à fluência são susceptíveis a trinca de reaquecimento na zona termicamente afetada.

E
a trinca de decoesão lamelar ocorre em juntas de ângulo na região de grãos grosseiros da zona termicamente afetada e no metal de solda.
A fratura frágil nos materiais metálicos:

A
sempre ocorre com pouca ou nenhuma deformação plástica.

B
sempre ocorre pelo mecanismo de clivagem.

C
sempre ocorre em baixas temperaturas.

D
apresenta uma superfície de fratura contendo estrias, quando observada ao microscópio eletrônico de varredura.

E
ocorre no plano de atuação da máxima tensão cisalhante.

Uma chapa foi revestida por meio do processo de asperção térmica para proteger seu ambiente de trabalho mecânico da exposição à agua salinizada. Uma determinada região da chapa, durante o uso, apresentou deterioração por corrosão mais severa que o restante da superfície exposta, como consequência de uma falha de aplicação do revestimento metálico. Essa forma de deterioração é denominada corrosão


A

uniforme.


B

localizada.


C

seletiva.


D

aspergida.


E

por paridade.

A susceptibilidade à formação de trincas a frio (ou trincas retardadas) aumenta quando se


A

reduz a espessura das peças.


B

reduz a energia da soldagem.


C

reduz o teor de hidrogênio.


D

utiliza pós-aquecimento.


E

utiliza preaquecimento.

O teor de carbono foi alterado de 0,2% para 0,6% na composição do aço utilizado em uma peça a ser soldada. Isso pode influenciar na ocorrência de


A

falta de fusão.


B

falta de penetração.


C

fissuração.


D

porosidade.


E

mordedura.

Imagem associada para resolução da questão


A

I - trincas a quente; II - fase sigma; III - crescimento de grão; IV - trincas a frio.


B

I - fase sigma; II - trincas a quente; III - trincas a frio; IV - crescimento de grão.


C

I - fase sigma; II - trincas a frio; III - trincas a quente; IV - crescimento de grão.


D

I - fase sigma; II - crescimento de grão; III - trincas a frio; IV - trincas a quente.


E

I - crescimento de grão; II - trincas a frio; III - trincas a quente; IV - fase sigma.

 
 
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