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A deformação plástica inicial observada na treliça por manufatura aditiva está associada a concentrações de tensão locais de tamanho mícron, no entanto a transferência de carga em larga escala é determinada por características geométricas que são várias ordens de magnitude maiores.
Certo
Errado
Corrosão Sob Tensão é um termo utilizado para descrever falhas de serviço em materiais.
Nesse contexto, assinale a afirmativa incorreta.
Ocorre por uma trinca de propagação lenta, induzida pelo ambiente de trabalho.
As tensões necessárias para provocar a corrosão sob tensão são pequenas, geralmente abaixo do limite de elasticidade aparente do material.
A corrosão sob tensão é um processo resultante da interação simultânea entre um material metálico submetido a determinados níveis de tensão e um meio de agressividade relativa, que promoverá o aparecimento de microtrincas levando o material a fraturar precoce.
A propagação de trincas resultantes da ação combinada de tensões físico-químicas e reações de corrosão é lenta.
A corrosão sob tensão ocorre quando o material está submetido, simultaneamente, a um estado de tensões e a um meio corrosivo específico.
Sobre a fibrilação (ou esgarçamento), é correto afirmar:
Mesmo com espaços vazios, a permeabilidade a líquidos como água é dificultada pela presença das fibrilas na matriz polimérica.
Consiste na formação de espaços vazios devido às fibrilas, que são fibras inorgânicas adicionadas à matriz polimérica e capazes de suportar esforços antes da fratura.
As trincas iniciam-se no polímero antes da fratura devido ao rompimento das fibrilas e ao coalescimento dos espaços vazios perpendicularmente a um esforço aplicado.
Ela é inútil para fins práticos do polímero, pois mesmo que as fibrilas absorvam energia, elas são incapazes de inibir ou retardar a fratura.
Regiões tensionadas e associadas a defeitos como espaços vazios e heterogeneidades na matriz polimérica são incapazes de promovê-la.
Alguns materiais cerâmicos com estruturas cristalinas do tipo AX, como o cloreto de sódio e a blenda de zinco, podem apresentar defeitos atômicos envolvendo os átomos hospedeiros, como ocorre nos materiais metálicos. O defeito de Schottky nos materiais cerâmicos é composto por:
um defeito intersticial de cátion e um defeito de lacuna de ânion combinado.
um defeito intersticial de cátion e um defeito intersticial de ânion combinado.
um defeito de lacuna de cátion e um defeito de lacuna de ânion combinado.
um defeito de lacuna de cátion e um defeito intersticial de ânion combinado.
Um tipo de defeito encontrado em materiais cerâmicos do tipo AX, composto por um par que representa uma lacuna de cátion e uma lacuna de ânion, é dito:
Defeito de Schottky.
Defeito de Frenkel.
Defeito de Moffatt.
Defeito de Substituição.
Defeito de Wulff.


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Para resistir à fadiga, que parte do princípio de que existe uma fissura que não cresce a um tamanho que leve à falha, antes que sejam detectadas pelas inspeções periódicas, deve ser adotado o projeto para
vida finita.
vida infinita.
tolerância ao dano.
falha em segurança.
estimativa de defeito.
A análise e prevenção de falhas são componentes importantes na caracterização de materiais para aplicação em engenharia. Métodos sistemáticos estabelecidos para a análise de falhas permitem identificar um amplo espectro de modos de falhas. Considerando uma falha por fadiga, é correto afirmar que:
é observada em metais devido à sobrecarga, ou seja, o material é levado além do limite plástico e, logo, à fratura.
ocorre apenas quando um esforço cíclico é aplicado ao material em ambiente corrosivo.
ocorre por um mecanismo de crescimento lento da trinca que pode envolver esforço cíclico.
o mecanismo envolve uma erosão gradativa devido à atuação de um material abrasivo entre superfícies de cantata.
ocorre em materiais que possuem baixo módulo de Young.
A comparação da corrosão dos metais e dos materiais cerâmicos com a degradação dos polímeros evidencia
mudanças químicas sofridas pelo polímero sob elevada temperatura, sem o envolvimento simultâneo de outro componente.
resistência menor dos materiais cerâmicos à corrosão que os metálicos, em temperaturas elevadas.
mecanismo de degradação de natureza físico-química nos polímeros e de natureza química nos metais.
ausência de corrosão nas cerâmicas à temperatura ambiente dada a inércia.
Um engenheiro de materiais, que trabalha diretamente com condições estáticas e/ou cíclicas de serviços, deve saber que:
a fadiga é um processo que vai da solicitação do material até a falha catastrófica, apresentando fragilidade, independente do material.
a curva de tensão verdadeira em função da deformação é mais usual que a curva de tensão de engenharia em função da deformação.
o ensaio de compressão nos materiais cerâmicos é mais utilizado que o ensaio de tração, pois favorece o menor afastamento dos íons de cargas opostas e à repulsão instantânea das cargas.
a fluência é um ensaio que ocorre em função do tempo para temperaturas e/ou tensões constantes e sem influência da presença de defeitos lineares.
Cerca de 50 a 90% de todas as falhas mecânicas são responsáveis pelas falhas dos materiais quando solicitados por fadiga. Este tipo de falha ocorre em componentes e estruturas submetidas a tensões que sofrem variações cíclicas decorrentes de
fraturas pelo mecanismo de fratura dúctil por fadiga em materiais metálicos e poliméricos.
fratura por fadiga de forma frágil nos materiais cerâmicos influenciada pela temperatura de serviço.
resistência à fadiga do material, influenciada por sua capacidade de deformação plástica.
redução das irregularidades superficiais que diminui a resistência à fadiga causando concentrações de tensão.


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A deformação plástica observada em materiais sob a ação de um estado de tensões constante, ou quase constante, no tempo e com relação direta às falhas na microestrutura do material é denominada:
Contração
Elongamento
Fadiga
Fluência
Retração
Alguns minerais são separados em subgrupos.
I)as diferenças entre os minerais do subgrupo surgem na maneira como suas camadas são empilhadas
II) a organização das folhas octaédricas são sempre contínuas no eixo de empilhamento.
Sobre as duas alternativas é correto afirmar que:
As duas afirmativas são falsas
A primeira é uma afirmativa falsa; e a segunda, verdadeira
A primeira é uma afirmativa verdadeira; e a segunda, falsa
As duas afirmativas são verdadeiras e a segunda complementa a primeira
As duas afirmativas são verdadeiras mas não tem relação entre si



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Uma chapa foi revestida por meio do processo de asperção térmica para proteger seu ambiente de trabalho mecânico da exposição à agua salinizada. Uma determinada região da chapa, durante o uso, apresentou deterioração por corrosão mais severa que o restante da superfície exposta, como consequência de uma falha de aplicação do revestimento metálico. Essa forma de deterioração é denominada corrosão
uniforme.
localizada.
seletiva.
aspergida.
por paridade.
A susceptibilidade à formação de trincas a frio (ou trincas retardadas) aumenta quando se
reduz a espessura das peças.
reduz a energia da soldagem.
reduz o teor de hidrogênio.
utiliza pós-aquecimento.
utiliza preaquecimento.
O teor de carbono foi alterado de 0,2% para 0,6% na composição do aço utilizado em uma peça a ser soldada. Isso pode influenciar na ocorrência de
falta de fusão.
falta de penetração.
fissuração.
porosidade.
mordedura.

I - trincas a quente; II - fase sigma; III - crescimento de grão; IV - trincas a frio.
I - fase sigma; II - trincas a quente; III - trincas a frio; IV - crescimento de grão.
I - fase sigma; II - trincas a frio; III - trincas a quente; IV - crescimento de grão.
I - fase sigma; II - crescimento de grão; III - trincas a frio; IV - trincas a quente.
I - crescimento de grão; II - trincas a frio; III - trincas a quente; IV - fase sigma.