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Sua empresa tem um escritório em Campo Grande e outro em Dourados. Cada escritório tem 2.000 estações configuradas como clientes DHCP. Os roteadores da rede não suportam DHCP relay. A rede consiste de um domínio Active Directory. Você precisa recomendar uma solução de endereçamento por DHCP para ambos os escritórios. A solução deve atender os seguintes requisitos:
I – Minimizar o tráfego entre os escritórios;
II – Estar disponível se um único servidor falhar.
Qual a solução recomendada?
Instalar um servidor DHCP, com dois escopos, em cada escritório.
Instalar uma instância DHCP em dois nós failover cluster, em cada escritório.
Instalar um servidor DHCP no escritório de Campo Grande. Instalar o DHCP Relay Agent no escritório de Dourados.
Instalar uma instância DHCP em dois nós failover cluster, no escritório de Campo Grande. Instalar o DHCP Relay Agent no escritório de Dourados.
Instalar dois servidores DHCP, ambos com o mesmo escopo, em cada escritório.
A tecnologia SDH, usada no sistema descrito, mesmo exigindo sincronismo entre equipamentos da rede e garantindo maiores facilidades de gerenciamento, não impede que equipamentos PDH sejam igualmente utilizados em determinadas partes da rede de transporte, formando, assim, um sistema híbrido SDH/PDH.
Pela topologia apresentada, é correto inferir que, nessa rede de transporte, há estações repetidoras passivas do tipo back-to-back.
Caso, para se fazer a conexão entre os roteadores nas diferentes cidades, seja usada, na rede IP WAN, a tecnologia DSL (digital subscriber line), então o provedor poderá garantir a mesma qualidade de voz oferecida pelo STFC tradicional por meio de políticas adequadas de qualidade de serviço (QoS).
Determinados serviços possíveis na rede ilustrada poderiam ser disponibilizados implementando-se uma rede com recursos do sistema de telefonia fixa comutada (STFC) tradicional. Nessa nova rede, seria correto que a nuvem mostrada, que representa a rede IP WAN, fosse substituída por uma nuvem representando o STFC; os roteadores fossem eliminados; e as conexões entre os PBXs fossem realizadas via enlace dedicado.
A camada de enlace de dados do modelo OSI tem por finalidade estabelecer um canal de dados livre de erros.
Considerando-se a topologia da rede de transporte apresentada, é correto afirmar que, para essa rede, foi proposta a utilização de estações repetidoras, e, por isso, é razoável esperar que estações dessa rede utilizem tecnologia denominada drop-insert.
Na situação mostrada, é correto afirmar que os roteadores podem estar conectados entre si por meio de uma rede frame relay usando topologia do tipo hub-and-spoke, na qual cada enlace entre matriz e filial é um circuito virtual permanente frame relay.
O uso de equipamentos embasados em fibra óptica na rede de transporte descrita, associado a emprego de equipamentos de multiplexação, indica que o tráfego nessa rede, entre os pontos dos enlaces de microondas, será superior a 1 Tbps.
sidere-se que, na especificação de um dos Epps da rede descrita, em que a distância entre os transceptores é igual a 20 km, chegou-se à conclusão de que seria necessário o uso de um rádio SDH STM 1, com taxa de erro de bits de 10–6. Nessa situação, entre a faixa de freqüências de 4 GHz e a de 23 GHz, a escolha pela faixa de 4 GHz é mais adequada que a escolha pela de 23 GHz, principalmente se a EIRP desse enlace for limitada e o ambiente em que ele deverá ser instalado for acidentado e de alta pluviosidade.
O padrão SDH STM 1, usado nos rádios dos Epps, ao disponibilizar seção denominada overhead, permite que informações próprias desses rádios sejam trafegadas na rede, auxiliando em procedimentos de gerência do sistema.
O LCP não suporta codificação orientada a bit.
Em gigabit ethernet no modo full-duplex, não há contenção e, por isso, é dispensável o uso de CSMA/CD.
Devido a seu desempenho muito superior, os switches de camada 3 tornaram os roteadores dispensáveis.
Esses switches são funcionalmente idênticos às bridges, entretanto diferem destas por apresentarem desempenho superior e por serem normalmente implementados em hardware específico, enquanto as bridges o são por software.
O protocolo HDLC é orientado a bit e usa bit stuffing.
Em switches de camada 3, são utilizadas informações relativas a VLANs no processo de decisão de encaminhamento.
O uso de datagramas para envio de mensagens RIPv2 é mais comum ao funcionamento de um switch de camada 3 que ao de um roteador de borda.
Embora o protocolo BGP desempenhe funções de roteamento entre sistemas autônomos, as quais são inerentes ao nível Internet (nível 3), esse protocolo usa a camada de transporte (nível 4) para troca de informações com outros roteadores.
Em gigabit ethernet, há frame bursting, que permite o envio de uma seqüência de frames concatenados em uma única transmissão.