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O projeto de uma via deve ser baseado na natureza e nos volumes de tráfego, na sua capacidade de escoamento, além de outras características desejadas para seu desempenho. Essas características são os indicadores das necessidades a atender e afetam diretamente o perfil geométrico, o número de faixas e suas larguras, os raios das curvas e as rampas, entre outros aspectos.
Assim, é correto afirmar que
os dados sobre segurança das estradas são utilizados na análise do projeto e da fiscalização do tráfego, especialmente para identificar locais de engarrafamento (existentes ou potenciais) e planejar correções nas estratégias operacionais.
volume Horário de Projeto (VHP) é obtido dividindo-se o volume total de veículos durante certo período de tempo (maior que um dia e menor que um ano) pelo número de dias do período.
o termo “Capacidade” é usado para representar o número máximo diário de veículos que se estima poder passar por uma dada seção ou trecho homogêneo de uma rodovia, durante certo período de tempo, segundo determinadas condições existentes do tráfego.
no projeto de uma ciclovia de sentido único, com tráfego sujeito às interrupções, a saturação é atingida com 2.200 bicicletas/h/faixa, podendo chegar à capacidade de 4.000 bicicletas/h/faixa, para vias com um sentido, não sujeitas à interrupção.
volume de Tráfego é o número de veículos que passa por uma seção de uma via, ou de uma determinada faixa, durante uma unidade de tempo. É expresso normalmente em veículos/dia (veic/d) ou veículos/ hora (veic/h).
A sinalização semafórica objetiva transmitir aos usuários a informação sobre o direito de passagem em interseções e/ou seções de via onde o espaço viário é disputado por dois ou mais movimentos conflitantes, ou advertir sobre a presença de situações na via que possam comprometer a segurança dos usuários. Sua implantação requer estudos específicos sobre as características do fluxo viário, bem como da geometria das vias.
Sendo assim, assinale a alternativa correta.
A utilização da sinalização semafórica deve ser evitada nas imediações de curvas horizontais ou verticais, onde exista restrição à visibilidade do condutor ao longo da distância de frenagem.
A interrupção do tráfego por meio de sinalização semafórica compromete a segurança dos veículos e dos próprios pedestres em segmentos viários com velocidades regulamentadas superiores a 80 km/h.
É possível programar o controlador semafórico de forma que a sequência de estágios não seja sempre a mesma, sendo que a sequência fixa de estágios é mais insegura, pois tanto os condutores quanto os pedestres acostumam-se com essa sequência, aumentando a possibilidade de acidentes.
Em situações especiais, pode ser permitida a implantação de travessia semaforizada em meio de quadra apenas com grupos focais veiculares, sem grupos focais de pedestres.
Em travessias em duas etapas, realizadas em estágios distintos, em vias que possuam canteiro central com largura maior que 2,00 m, recomenda-se a locação das faixas de pedestres de forma alinhada.
A mobilidade nas cidades brasileiras enfrenta cada vez mais problemas de ineficiência no uso do espaço viário pelo aumento do uso do transporte individual, que amplia os congestionamentos. Em paralelo, diversos sistemas de transporte público sobre pneus e trilhos vêm sendo implantados nas cidades brasileiras, mostrando-se adequados para atender às necessidades da demanda em sua faixa de eficiência.
Assinale a alternativa que apresenta as características físico-operacionais que correspondem ao respectivo modo de transporte.
Monotrilho: implantação em elevado, integração tarifária no veículo, baixo efeito barreira, tração elétrica por catenária, velocidade comercial de 18 a 25 km/h.
Metrô: capacidade de 100 mil passageiros/hora/sentido, alto ruído ambiental, faixa de velocidade comercial de 50 km/h, cobrança externa ao veículo, intervalos de 180 segundos entre as composições.
Ônibus em faixa exclusiva: distância entre as paradas de 500 a 800 m, médio efeito barreira, sistema centralizado de operação e segurança, alta regularidade operacional.
VLT: operação com segregação total, distância entre as paradas de 1.000 a 1.500 m e baixo efeito barreira, velocidade comercial 15 a 20 km/h.
Trem urbano: operação em superfície, podendo haver trechos elevados ou subterrâneos, embarque e desembarque em plataformas ou estações, tempo de implantação da ordem de dez anos, faixa de velocidade comercial de 50 km/h.
Na sinalização horizontal, as marcas de delimitação e controle de estacionamento e/ou parada delimitam e proporcionam melhor controle das áreas onde são proibidos ou regulamentados o estacionamento e a parada de veículos, quando associadas à sinalização vertical de regulamentação.
Diante disso, assinale a alternativa correta.
A linha de indicação de proibição de estacionamento e/ou parada (LPP) deve ser utilizada nos locais em que a permissão de estacionar e/ou parar o veículo esteja regulamentada pela sinalização vertical de regulamentação correspondente.
A Marca Delimitadora de Estacionamento Regulamentado (MER) delimita o trecho de pista no qual não é permitido o estacionamento estabelecido pelas normas gerais de circulação e conduta, não devendo ser utilizada para delimitar vagas em ângulo inferior a 120 graus em relação ao meio-fio.
No caso de existência de baia, a MVE pode contornar todo o seu limite interno, mas não deve ser separada do restante da pista de rolamento.
As cores e formas de aplicação da LPP e da Marca Delimitadora de Parada de Veículos Específicos (MVE) são, respectivamente, amarela com traço contínuo e branca com tracejado, ambas com largura de, no mínimo, 0,10 m e, no máximo, 0,20 m.
A MVE delimita a extensão da pista destinada à operação exclusiva de parada e deve estar associada ao sinal de regulamentação correspondente, exceto nos pontos de parada de transporte coletivo.
A fiscalização de trânsito, parte integrante do esforço legal, é uma ferramenta de suma importância na busca de convivência pacífica entre usuários das vias.
Integra esse conjunto de ações:
retenção do veículo, que consiste na sua imobilização, pelo tempo necessário, no local da abordagem ou em que garanta a segurança viária, para sanar irregularidade, aplicável nas infrações em que esteja prevista essa medida administrativa.
recolhimento do documento de habilitação, aplicado pela autoridade de trânsito no ato de registro da infração de trânsito na categoria grave, para impedir a condução de veículos nas vias públicas.
inserção, em sistema informatizado, de restrição do documento que certifica o licenciamento do veículo, para garantir que o proprietário regularize uma infração, sempre que for possível sanar a irregularidade no local da autuação.
adoção de medidas administrativas, providências de caráter estrutural, exigidas para a regularização de situações infracionais, e tem como objetivo prioritário punir a execução da prática infracional.
Auto de Infração de Trânsito (AIT), peça informativa que finaliza o processo administrativo e subsidia a autoridade de trânsito para a aplicação das penalidades.


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A classificação de vias e ruas, segundo a função que exercem dentro do sistema viário, representa o passo inicial do seu processo de planejamento, já que visa estabelecer uma hierarquia de vias para atendimento dos deslocamentos dentro da área urbana de um município.
Diante desse quadro, é correto afirmar que
o Sistema Arterial Secundário compreende todas as vias não incluídas em sistemas hierarquicamente concorrentes. Sua função é permitir o acesso das propriedades que lhe são adjacentes aos sistemas de ordem superior.
o Sistema Coletor de vias urbanas se interconecta com o Sistema Arterial Principal e o suplementa, atendendo aos percursos de viagens com extensões intermediárias, em níveis de serviço complementares àqueles que são típicos das vias arteriais primárias.
o Sistema Arterial Principal serve aos principais centros de atividade das áreas urbanas, os corredores de maior volume de tráfego e as viagens mais longas; transporta grande parte do tráfego urbano, mesmo que represente, em extensão, uma pequena porcentagem da rede viária.
o Sistema Local tem a função principal de conectar as ruas locais com as vias semiexpressas. O sistema proporciona continuidade ao nível das comunidades locais ou subdivisões urbanas, porém a médias velocidades.
expressas Primárias possuem características e funções semelhantes às expressways americanas. Podem ter interseções em nível com algumas vias transversais e apresentar critérios operacionais e de projeto ligeiramente inferiores às vias arteriais.
A sinalização vertical tem a função de estabelecer regras e fornecer informações, com o objetivo de aumentar a segurança, ordenar os fluxos de tráfego e orientar os usuários da via. Ela objetiva transmitir mensagens de caráter permanente ou, eventualmente, variável, mediante símbolos e/ou legendas preestabelecidos e legalmente instituídos.
Sobre a sinalização vertical, assinale a alternativa correta.
As placas de identificação de municípios indicam o ponto de início de uma determinada localidade, seja ela município, vila, distrito ou lugarejos. Apresentam a forma quadrada, com a cor de fundo e da orla externa em verde, e a legenda e orla interna em branco.
As placas de atrativos turísticos indicam aos usuários da via os pontos turísticos existentes, orientando sobre sua direção ou identificando os locais de interesse. Apresentam a forma retangular, com a cor de fundo e da orla externa em azul, e as legendas, orla interna, setas e tarjas em branco.
Nas vias de trânsito do tipo arteriais e coletoras, as placas devem ser retrorrefletivas, luminosas ou iluminadas, sendo que nas placas para pedestres, tanto em vias urbanas como em vias rurais, devem ser utilizados os caracteres alfanuméricos e sinais gráficos dos tipos Times New Roman ou Helvética Medium.
Os materiais mais adequados para o substrato, na confecção das placas, são o aço, o alumínio, o poliéster reforçado com fibra de vidro e a madeira imunizada, e as tintas utilizadas são, o esmalte sintético fosco ou semifosco, ou a pintura eletrostática.
As placas de identificação de limite de municípios, estados, fronteira e perímetro urbano indicam a linha divisória que separa dois municípios, estados, países limítrofes, ou o início de uma área urbana. A parte superior deve conter primeiramente o nome do município, estado ou país em que se está saindo e, em seguida, o nome do município, estado ou país do qual está entrando.
Cruzamentos rodoferroviários ou passagens de nível são pontos com grande risco de acidentes se não forem dotados de sinalização adequada, visando a esclarecer e orientar os motoristas, ciclistas e pedestres que por eles transitam.
Segundo o Manual Brasileiro de Sinalização de Transito – Vol II, assinale a alternativa correta.
Deve-se adotar a placa A-40 para advertir o condutor do veículo da existência, adiante, de um cruzamento com linha férrea em nível sem barreira, sendo obrigatória a demarcação com sinalização horizontal de linhas de retenção.
Os cruzamentos rodoferroviários devem ser sinalizados sempre que forem realizados em nível, adotando-se apenas a placa A-39 se o cruzamento em nível for com barreira.
A placa de sinalização deve ser colocada no lado esquerdo da via, e em pista com sentido duplo de circulação, em que o posicionamento da placa não apresente boas condições de visibilidade, pode ser repetido ou colocado à direita.
Em cruzamentos rodoferroviários, deve ser utilizada sinalização semafórica com grupo focal com duas indicações luminosas (vermelho e verde), caso a passagem de nível possua duas ou mais vias férreas e apenas na ausência de barreiras.
A Cruz de Santo André adverte o condutor do veículo da existência no local de cruzamento com linha férrea em nível, devendo ser colocada no lado direito da via, e precedida dos sinais A-39 ou A-40 e acompanhada do sinal R-1 ou de sinalização semafórica.
Ao se aproximar de uma interseção, o motorista de um veículo deve ter visão desimpedida de toda a interseção e de partes dos ramos de acesso, para que possa identificar possíveis perigos de conflitos e proceder às manobras necessárias.
Assim, é correto afirmar que
o giro à direita, da via secundária para a principal, deve atender ao triângulo de visibilidade de partida para o tráfego da via principal que se aproxima pela direita, sendo que os motoristas geralmente aceitam intervalos de tempo maiores que os admitidos para giros à esquerda.
intervalo de tempo crítico é o maior intervalo de tempo entre dois veículos sucessivos de uma corrente de tráfego preferencial, para que um veículo proveniente de uma corrente de tráfego secundária cruze ou se insira na corrente preferencial em segurança.
em uma interseção oblíqua, os comprimentos percorridos para manobras de giro e de cruzamento são diminuídos. Os novos comprimentos são calculados dividindo as larguras totais das faixas e canteiros pelo seno do ângulo da interseção.
quando o canteiro central não tem a largura necessária para a proteção do veículo (não for suficiente para abrigá-lo com folga de 1 m, na frente e atrás), para que o veículo possa girar à esquerda, deve-se dispor de visibilidade somente à direita, a partir do ponto de espera na via principal.
triângulos de visibilidade são áreas específicas nas aproximações das interseções, que devem ser livres de obstruções que impeçam os motoristas de ver potenciais pontos de conflito de veículos.
O sistema viário é formado pelo conjunto de vias, sendo estas classificadas e hierarquizadas conforme diferentes parâmetros, com seu desempenho, capacidade de suporte e infraestrutura.
Com base no Plano Municipal de Mobilidade Urbana do município de Concórdia, analise as classificações das vias apresentadas na Coluna 1 e as características descritas na Coluna 2.
Coluna 1 Classificação das vias
1. Via Estrutural Municipal
2. Via Arterial
3. Via Local
4. Via Coletora
5. Via Marginal
Coluna 2 Características
( ) Tem a finalidade de canalizar o tráfego interno principal, interligando-o na área urbana ou na rural.
( ) Coleta o tráfego das vias locais e encaminham-no às de maior fluxo.
( ) Margeia rodovias ou áreas de proteção permanente.
( ) Estrutura, no interior do Município, o sistema de orientação dos principais fluxos de carga com a função de interligação das diversas partes do território.
( ) Caracteriza-se pelo baixo volume de tráfego e pela função prioritária de acesso aos lotes.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1 • 4 • 3 • 2 • 5
2 • 4 • 5 • 1 • 3
3 • 5 • 1 • 2 • 4
4 • 1 • 5 • 3 • 2
5 • 2 • 3 • 1 • 4


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Uma rede de transporte público pode ser composta por diferentes modalidades, empregando diversas tecnologias, objetivando compatibilizar as necessidades da demanda com as características de cada modo.
A integração é a forma como pode ocorrer a conexão entre os vários modos e deve proporcionar:
redução dos custos de manutenção do sistema viário.
diminuição da circulação nos centros das cidades e aumento nos corredores.
redução das ligações ociosas transversais e inter-bairros.
fortalecimento da incidência tarifária, visando a combater as fraudes.
aumento das opções de viagens e dos respectivos tempos de deslocamento.
Ruas tornam-se completas à medida que cumprem seu papel como espaços de mobilidade e de convívio. Nela, os diferentes meios de locomoção têm distribuição justa e equitativa, levando em conta os custos e benefícios que representam para a coletividade.
São intervenções que exemplificam esse conceito:
implantação de vias estruturais para o tráfego rápido de veículos, que não são compatíveis com calçadas amplas e travessias seguras, de forma a evitar conflitos entre mobilidade e acessibilidade.
qualificação dos espaços públicos de permanência ao ar livre de alta qualidade, por meio da implantação de bolsões de estacionamento de automóveis e veículos de carga e descarga em área com boa iluminação urbana.
implantação de projetos voltados à segurança e prioridade da circulação de pedestres mais vulneráveis, excluindo o tráfego de automóveis e motocicletas com soluções-padrão, consolidadas e de eficiência e resultados comprovados.
implantação de soluções complementares ao sistema de drenagem, composto por jardins drenantes, pisos permeáveis e reservatório de captação de águas pluviais para irrigação automatizada do novo paisagismo implantado.
construção de viadutos e o alargamento de vias para aumentar o número de faixas de rolamento e promover e melhorar a fluidez do trânsito e a mobilidade dos automóveis e motocicletas.
As características da geometria de uma via determinam seu desempenho, seu grau de segurança, os níveis de serviço, entre outros atributos operacionais.
Assim, é correto afirmar que
dentre os seis níveis de serviço de rodovias com velocidade e volume variados, o nível “B” é aquele cujas condições gerais de operação apresentam fluxo instável (limitado pela capacidade).
o projeto geométrico de uma via necessita basicamente do conhecimento das características físicas dos automóveis, e a proporção entre os vários modelos que dela se utilizam constitue-se em parâmetros que condicionam diversos aspectos do dimensionamento geométrico e estrutural de uma via.
a velocidade-diretriz é a velocidade selecionada para fins de projeto da via, que relaciona curvatura, superelevação e distância de visibilidade. Ela representa a menor velocidade com que pode ser percorrido um trecho viário com segurança e em condições aceitáveis de conforto.
para os níveis de serviço do fluxo de pedestres em deslocamento nas vias a eles destinadas, no nível “E”, eles são frequentemente obrigados a ajustar entre si suas velocidades.
no projeto de uma rodovia urbana/suburbana, o nível de serviço apropriado para uma via arterial deve ser “A”, se o tipo de terreno for plano e “C”, se for montanhoso.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna abaixo:
____________ compõe-se de linhas, faixas, marcas, símbolos e legendas e é complementada por dispositivos instalados sobre o pavimento da via. Tem como função organizar o fluxo de veículos e de pedestres, canalizar e orientar os usuários da via.
Sinalização sonora.
Sinalização vertical.
Sinalização semafórica.
Sinalização horizontal.
Sinalização auxiliar.
Sobre a sinalização vertical de trânsito, analise os itens abaixo:
I. A sinalização de advertência apresenta mensagens imperativas cujo desrespeito constitui infração.
II. A sinalização de regulamentação contém mensagens informativas cuja finalidade é alertar os usuários para condições adversas na pista ou locais adjacentes a ela.
III. A sinalização de indicação tem por função identificar, orientar, posicionar, indicar e educar os usuários, facilitando o seu deslocamento.
Assinale a alternativa correta:
Apenas o item I está correto.
Apenas o item II está correto.
Apenas o item III está correto.
Todos os itens estão corretos.
Nenhum dos itens está correto.


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Com base nas normas que regem a sinalização de trânsito, analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta.
I - A sinalização será colocada em posição e condições que a tornem perfeitamente visível e legível durante o dia e a noite, em distância compatível com a segurança do trânsito, conforme normas e especificações do CONTRAN.
II - Nas vias públicas e nos imóveis é proibido colocar luzes, publicidade, inscrições, vegetação e mobiliário que possam gerar confusão, interferir na visibilidade da sinalização e comprometer a segurança do trânsito.
III - O órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá retirar ou determinar a imediata retirada de qualquer elemento que prejudique a visibilidade da sinalização viária e a segurança do trânsito, com ônus para quem o tenha colocado.
Apenas os itens I e II estão corretos.
Apenas o item III está correto.
Apenas o item II está correto.
Apenas os itens I e III estão corretos.
Todos os itens estão corretos.
A ausência de sincronismo entre semáforos pode induzir motoristas a erros e trazer diversos problemas ao tráfego.
Considerando apenas as alternativas apresentadas, são efeitos negativos da falta de sincronismo semafórico, exceto:
Aumento da impaciência dos motoristas.
Bloqueio dos cruzamentos pelos veículos.
Redução de acidentes de trânsito e melhor fluidez no tráfego.
Maior desrespeito ao sinal vermelho.
Formação de trânsito lento.
São modos de transporte urbano os motorizados e não motorizados. Os serviços de transporte urbano são classificados, quanto ao objeto, em transporte de passageiros e de cargas. Nesse contexto, o transporte urbano de cargas corresponde a:
Serviço de deslocamento exclusivo de passageiros em áreas centrais.
Serviço de transporte de bens, animais ou mercadorias.
Serviço público de transporte de passageiros acessível a toda a população mediante pagamento individualizado, com itinerários e preços fixados pelo poder público.
Serviço de transporte intermunicipal de usuários e bagagens.
Serviço de transporte público coletivo entre municípios que tenham contiguidade nos seus perímetros urbanos.
Assinale a alternativa correta sobre a faixa elevada para travessia de pedestres:
É um tipo de faixa pintada no asfalto sem alteração do nível da pista, usada apenas em vias de alta velocidade.
É um dispositivo físico de moderação de tráfego implantado verticalmente ao eixo da via, onde o pavimento da pista é elevado até a altura da calçada.
É um dispositivo físico de moderação de tráfego implantado verticalmente ao eixo da via, onde o pavimento da pista é rebaixado até a altura do asfalto.
É um dispositivo de sinalização transversal, utilizado exclusivamente em rodovias para orientar motoristas sobre curvas acentuadas.
É um dispositivo físico de moderação de tráfego implantado transversalmente ao eixo da via, onde o pavimento da pista é elevado até a altura da calçada.
Sobre a sinalização semafórica, analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta.
I – A cor verde indica a proibição do direito de passagem, sendo obrigatória a parada do veículo.
II – A cor amarela indica o término do direito de passagem, devendo o condutor parar o veículo, salvo se não for possível fazê-lo com segurança.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é um complemento da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é um complemento da I.