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As descargas atmosféricas causam sérias perturbações nas redes aéreas de transmissão e distribuição de energia elétrica, além de provocarem danos materiais nas construções atingidas, sem contar os riscos de vida a que pessoas e animais ficam submetidos. Desta forma, com relação às prescrições e aos elementos de projeto de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA), é CORRETO afirmar:
um projeto de SPDA visando ao nível de proteção I deverá proteger as construções de uso comum, tais como os prédios residenciais, lojas de departamento e indústrias de manufaturados simples.
o método de Franklin consiste em se determinar o volume de proteção propiciado por um cone, cujo ângulo da geratriz com a vertical varia segundo o nível de proteção desejado e para uma determinada altura da construção. Este método é recomendado para aplicação em estruturas com altura relativamente baixa e de grande área horizontal, visando a um custo reduzido de projeto.
o método de Franklin tem recebido, ultimamente, a preferência dos projetistas, pois, pelo método de Faraday, a interligação entre as hastes e os suportes dos captores pode conduzir a uma malha no topo da construção de dimensões tais, que resultam praticamente nas dimensões necessárias à aplicação do método de Franklin.
o método eletrogeométrico baseia-se na delimitação do volume de proteção dos captores de um SPDA, podendo ser utilizadas hastes, cabos ou mesmo uma combinação de ambos. É empregado com muita eficiência em estruturas de forma arquitetônica mais simples.
os captores naturais são aqueles elementos condutores potencialmente expostos a uma descarga atmosférica. Podem ser tomados como integrantes do SPDA e têm como exemplo as estruturas metálicas constituídas por tanques e tubos com espessura mínima da parede de 0,5 mm de aço galvanizado.