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Os viveiristas devem usar telados à prova de afídeos, o que evita a ocorrência de problemas fitossanitários e a conseqüente eliminação completa de pulverizações com agrotóxicos durante a formação de mudas de hortaliças, caracterizando um manejo ambiental sustentável e sem prejudicar a qualidade sanitária das mudas.
“A propagação vegetativa de espécies florestais por mergulhia é um método pelo qual um ramo da planta é posto para enraizar quando ainda faz parte da mesma, dela não sendo apartado antes de se completar o seu enraizamento. Um tipo de mergulhia do qual se faz o enterramento de uma porção grande de um ramo no solo, deixando a extremidade superior emergente posicionada verticalmente com o auxílio de um tutor e que a parte do ramo enterrada irá enraizar em mais de um ponto, permitindo obter mais de uma muda, podendo estas, serem destacadas da planta de origem. Podese obter diversas novas plantas de uma única planta.” O tipo de mergulhia descrita anteriormente, é:
Mergulhia contínua chinesa.
Mergulhia simples normal.
Mergulhia em cepa.
Mergulhia contínua serpenteada.
Mergulhia simples invertida.
O PMFS deve atender aos seguintes fundamentos técnicos e científicos: caracterização do meio físico e biológico; determinação do estoque existente; exploração e ciclo de corte de acordo com a capacidade da floresta; promoção da regeneração natural; adoção de sistema silvicultural adequado; adoção de sistema de exploração adequado; monitoramento da floresta remanescente e a adoção de medidas para minimizar os impactos ambientais.
Danos na copa das árvores foram responsáveis pelas maiores dominâncias absolutas para as FPNEs e para as FPEs com valores iguais a 0,71 m 2 /
Esá isento do PMFS o manejo de florestas plantadas localizadas fora de áreas de reserva legal.
O volume de madeira do tronco danificada pela colheita florestal foi maior que o volume de madeira da copa danificada.
Certo
Errado
A maior incidência de danos provenientes da colheita de madeira ocorreu na copa das árvores, tanto para FPNEs quanto para FPEs.
Quando a regeneração natural pós-exploração é escassa em uma clareira, uma prática silvicultural utilizada para garantir a regeneração é o plantio de mudas, que pode ser realizado por semeadura direta no solo ou utilizando mudas produzidas em viveiros ou coletadas na floresta.
O plantio de enriquecimento, com espécies de valor comercial, em áreas de floresta juvenil, é recomendado quando a densidade dessas espécies for alta, ou seja, acima de 90% da área.
A eliminação de árvores sem valor comercial é, às vezes, necessária para promover o crescimento das árvores de valor comercial, e a forma mais utilizada para a eliminação é o anelamento, que consiste em retirar uma faixa de 10 cm de casca na altura do diâmetro à altura do peito (DAP), promovendo uma morte lenta e sem qualquer prejuízo para o meio ambiente.
Em um programa de manejo de baixo impacto, uma medida importante consiste no corte dos cipós das árvores que se pretende explorar com dez anos de antecedência em relação ao corte das árvores.
Quanto aos grupos ecofisiológicos, as espécies fornecedoras de PFNM dividem-se em frutíferas, ornamentais e corantes.
O fator altura de corte da cepa, isoladamente, afetou o diâmetro do rebroto, a altura do rebroto e o número de rebrotos em um índice inferior a 5% de probabilidade.
O açaí (Euterpe oleracea) e o pau-rosa (Aniba rosaeodora) são espécies da floresta amazônica utilizadas na produção de PFNM.