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Tradicionalmente, os seringais são implantados em espaçamento de 7 m × 3 m, o que resulta na densidade de 476 plantas por hectare. No entanto, em uma concepção moderna, que se caracteriza por exploração mais rentável, tem sido preconizada a utilização de plantios em linhas duplas, com aproximadamente 500 plantas por hectare, espaços entre as plantas não inferiores a 2,5 m e, entre as linhas duplas, não inferiores a 10 m. Tal disposição, além de proporcionar melhor arejamento no seringal, em geral concorre para a redução da incidência de enfermidades e possibilita intercalação com outros cultivos.
Você foi contratado como engenheiro para produzir mudas de seringueira com painéis altamente produtivos, resistentes ao mal das folhas da seringueira e tolerantes a solos ácidos e muitos secos por curto período do ano. As mudas serão levadas para um campo onde as condições de solo são as piores possíveis em termos de disponibilidade de nutrientes e de água, em uma área onde já existe o mal das folhas. Entretanto você tem um jardim clonal disponível próximo à área de plantio onde o seringal está em plena produção de sementes. O procedimento mais viável e prático para a obtenção dessas mudas que irão para o campo será
efetuar coleta das sementes no jardim clonal e plantá- las para obter mudas de "pé-franco" e levá-las para o campo.
obter mudas de sementes coletadas de árvores ao acaso, utilizá-las como porta-enxertos de gemas retiradas também de plantas ao acaso no jardim clonal e levá-las para o campo, após o pegamento dos enxertos.
efetuar coleta de sementes de árvores vigorosas no jardim clonal para a obtenção de porta-enxertos, bem como para a obtenção de gemas de árvores no mesmo jardim clonal com boas características silviculturais, de resistência e de produtividade.
desprezar o jardim clonal próximo à área de plantio e solicitar porta-enxertos e gemas de outras regiões produtoras.
efetuar coleta de sementes de árvores vigorosas no jardim clonal para obtenção de porta-enxertos, para a enxertia com gemas de plantas altamente produtivas, vindas de outras regiões produtoras.
O plano de manejo florestal sustentável a ser apresentado pela empresa aos órgãos competentes deverá contemplar os inventários florestais de 100% das árvores de porte comercial, considerando o estoque comercial para o segundo ciclo.
Os princípios básicos da exploração de impacto reduzido (EIR) são planejamento adequado, uso de tecnologia apropriada, inventário pré-corte, corte de cipó quando necessário, derrubada direcionada, uso de mão-de-obra treinada e supervisão qualificada.
Considerando o PMFS pequena escala, o produtor rural que utilizar processos tradicionais de manejo da floresta — como tração animal e trabalho familiar — cuja exploração não ultrapasse 10 m3/ha fica dispensado dos procedimentos relativos ao plano de manejo, desde que apresente aos órgãos competentes, para aprovação, a lista de todos os indivíduos de porte comercial das espécies a serem manejadas.
Um tratamento silvicultural recomendado no manejo florestal é o corte de cipós antes da extração das árvores comerciais, uma vez que eles inibem a regeneração e o crescimento de árvores de valor comercial. Essa prática deve ser realizada pelo menos um ano antes da extração.
Uma grande parte da extração madeireira da Amazônia é de origem não-sustentável e predatória. São causas dessa situação os conflitos e a falta de regularização fundiária, a oferta clandestina de madeira e a abundância de recursos florestais, entre outros.
As parcelas permanentes não devem ser exploradas em uma área de manejo, pois, a partir delas, o silvicultor obtém informações acerca da situação do povoamento.
Os MDDs são os mais recomendados para a prognose do crescimento e da produção em florestas heterogêneas, embora apresentem restrições de custo e operacionais.
As florestas sociais adicionam valores positivos para a comunidade rural, preservando a água, usando melhor a terra e regulando o clima, além de atenderem pelo menos em parte às necessidades básicas da comunidade no que se refere a madeira, lenha e alimento.
A instalação de parcelas permanentes e a realização de inventário contínuo são atividades aconselháveis, mas não obrigatórias, para a realização de manejo florestal. Essas atividades devem ser realizadas na fase exploratória do manejo.
Considere que a exploração florestal seja fundamentada no consumo de madeira, que, para a área 2, tenha sido estabelecido um ciclo de corte de 30 anos e, ainda, que, para um consumo anual de 10.000 m3 de madeira em tora, com 25 m3 de madeira comercial por hectare, seja necessário explorar 400 ha/ano. Nessa situação, se a floresta dessa área possuísse 12.000 ha, esta seria explorada em 30 anos.
Considere um reflorestamento com as seguintes características:
Espécie usada: Eucalyptus grandis
Área a ser reflorestada: 2000 hectares
Espaçamento: 2 x 2,5 metros
Considerando que as perdas de muda no manejo em viveiro e para replantio no campo serão de 50%, indique quantas mudas serão necessárias para atender a esse plantio.
Por uso sustentável entende-se aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras em atender suas próprias necessidades. O ecoturismo apresenta-se nesse contexto como uma maneira de assegurar a conservação da natureza e aumentar o valor das terras deixadas em estado natural.
As espécies esciófilas constituintes do dossel superior de florestas apresentam regeneração rápida, porém tendem a morrer devido à falta de luminosidade.
A cobertura vegetal estratificada, comum em formações florestais, tem maior eficiência na retenção do impacto das gotas de chuva sobre o solo que os cultivos agrícolas.