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Um tratamento silvicultural possível de ser aplicado nos talhões já explorados é o chamado desbaste de liberação. Esse desbaste consiste em eliminar árvores não-comerciais cujas copas estejam sombreando as árvores marcadas para o próximo corte.
A empresa precisará manejar mais de 700 ha de floresta por ano para atender a demanda de sua indústria.
De maneira geral, as práticas sustentáveis de exploração madeireira na Amazônia seguem os sistemas de manejo monocíclicos.
O conceito de floresta social está ultrapassado, pois não considera a participação de sindicatos, cooperativas e poderes públicos.
Considere a seguinte situação hipotética.
Em uma área de exploração florestal sob a forma de manejo sustentável, constatou-se que o proprietário está explorando as espécies aroeira, seringueira e castanheira, com autorização de exploração da área sob regime de manejo.
Nessa situação, a atividade é considerada lícita.
As espécies esciófilas, que devem ser consideradas no manejo florestal, apresentam crescimento lento ou quase estagnado e sobrevivem no interior da floresta.
A maior parte da madeira das florestas da Amazônia é explorada mediante a aplicação de técnicas corretas de manejo, uma vez que as empresas do setor têm investido bastante no treinamento de profissionais nos últimos anos.
A produtividade de 20 m3/ha apresentada por essa floresta, normalmente, é superior quando comparada à produtividade das espécies de reflorestamento, como o eucalipto, por exemplo.
As florestas são essenciais para o desenvolvimento rural, pela preservação das águas, pelo melhor uso das terras e pela regulação do clima local.
A apresentação do estudo de impacto ambiental (EIA) e do relatório de impacto ambiental (RIMA) é um dos requisitos exigidos pelos órgãos competentes para a viabilização do PMFS.
São espécies florestais produtoras de madeiras comerciais características do bioma onde está situada a área da empresa considerada: gomeira (Volchysia elliptica), pequi (Caryocar brasiliense), sucupira branca (Pterodon emarginatus) e cumaru (Dipteryx odorata), entre outras.
O plano de manejo florestal sustentável de uso múltiplo, em escala empresarial, deve apresentar inventários florestais de suas árvores de porte comercial, pelo sistema de amostragem. Os órgãos competentes que aprovam os planos de manejo não exigem o inventário a 100% dos indivíduos de uma floresta, devido ao custo e ao tempo necessários para a sua execução.
A área 1 ficará com mais resíduos pós-exploração e a flora, mais danificada, que, por isso, secará mais facilmente, expondo a floresta remanescente a maiores riscos de incêndios.
O rendimento em madeira na área 1 deverá ser maior que na área 2.
Em se tratando de PMFS empresarial, o diâmetro mínimo de exploração das espécies exigido por lei é de 30 cm. Em casos excepcionais, e com a anuência do órgão competente, o diâmetro poderá ser de, no mínimo, 20 cm.
O aumento dos danos à estrutura da floresta e à sua biodiversidade geralmente tem como causa o decréscimo da intensidade da colheita de madeira e as práticas de exploração de impacto reduzido.
Considere a seguinte situação hipotética.
Uma indústria consome 30.000 m3 de toras por ano. A sua floresta sob manejo apresenta, por hectare, 30 m3, em média, de volume disponível em tora.
Nessa situação, a indústria necessitará manejar menos de 600 ha de floresta por ano para atender à sua demanda.
Os sistemas de manejo florestal policíclicos, que não são recomendados para a floresta amazônica, são definidos como aqueles em que a totalidade da madeira comercial, em uma mesma operação de corte, é abatida com ciclos curtos que independem do crescimento da floresta.
Para a produção de mudas de qualidade, a escolha do substrato mais adequado é muito importante por ser o veículo promotor da aeração, nutrição e hidratação, especialmente do sistema radicular da planta. Entre as opções a seguir listadas, indique qual não é um substrato empregado na produção de mudas de espécies florestais.