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O consumo seletivo de espécies amazônicas, em larga escala, vem reduzindo o potencial econômico da floresta e trazendo como prejuízo imediato a diminuição da ocorrência de certas espécies em locais de melhor acesso, o que aumenta progressivamente os custos da cadeia de produção.
Qualquer área florestal sob manejo sustentável pode ser explorada no Brasil, inclusive margens de rios e áreas que apresentem declividades elevadas (> 50%).
O baixo grau tecnológico adotado pelas unidades industriais instaladas na região Amazônica torna a atividade florestal madeireira pouco competitiva em níveis nacionais e externos, e até mesmo na região.
Os atores principais da grande maioria dos projetos de manejo florestal comunitários na Amazônia são as organizações não-governamentais (ONGs), o governo e os empresários.
Em ambas as áreas de exploração, as estradas devem ser utilizadas em um único ciclo de corte, devendo ser realocadas de forma mais adequada nos ciclos posteriores de corte.
O conhecimento da distribuição espacial das espécies que compõem uma floresta nativa, juntamente com a análise estrutural da floresta, contribui para a elaboração e execução de planos de manejo sustentável.
Devido às características do empreendimento, para ganhar tempo, a empresa poderá apresentar aos órgãos competentes o plano de manejo florestal de pequena escala.
O sucesso do manejo florestal comunitário baseia-se na integração de objetivos comuns entre os atores comunitários, financiadores e agentes de suporte que participam da atividade.
A fase exploratória pode ser corretamente resumida nas seguintes atividades: seleção das árvores a explorar, corte das árvores, planejamento de arraste, arraste das toras e empilhamento para transporte.
O extrativismo vegetal de espécies da flora nativa na propriedade requer um plano de manejo florestal.
Nas florestas nativas, o corte raso é uma intervenção silvicultural importante durante a fase de execução do plano de manejo sustentado, visando o aproveitamento racional da floresta.
Dos métodos de extração citados abaixo, indique qual é o exclusivo para extração de madeira em regiões montanhosas.
Transporte primário com trator agrícola autocarregável.
A derrubada sem a posterior queima da floresta possibilita sua recuperação mais rápida pelo fato de que, entre outros aspectos, os nutrientes essenciais não se perdem na fumaça.
A adoção de técnicas adequadas de manejo florestal resulta em redução de desperdícios, aumento na produtividade da exploração, diminuição da quantidade de árvores comerciais danificadas e melhoria expressiva da segurança do trabalho.
Estima-se que mais de 75% da madeira extraída no estado do Pará tem origem ilegal.
A utilização do MPT para florestas heterogêneas é muito limitada. Apesar de esse modelo ser de mais fácil obtenção e utilização, geralmente é inflexível para avaliação de multiprodutos.
A forma atual de exploração madeireira no estado do Pará, em que a maioria das empresas do setor aplica o manejo florestal sustentado, está modificando o conceito de falta de competitividade das indústrias daquela região.
Em ambos os modos de exploração descritos para as áreas 1 e 2, normalmente são instaladas parcelas permanentes antes da exploração propriamente dita, com a principal finalidade de identificar as árvores a serem exploradas.
A exploração de impacto reduzido (EIR), aplicada como técnica do manejo florestal sustentável (área 2), inclui uma fase de atividades pré-exploratórias, normalmente realizada um ano antes da exploração. Nessa fase, é realizada a operação de remoção de cipós, quando necessário.
O uso sustentável das florestas deve incluir vantagens ecológicas, econômicas e sociais, atendendo à demanda de madeira regional.