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Sobre o Controle Estatístico de Processo (CEP), uma ferramenta da qualidade que pode ser definida como um método de prevenção e detecção de defeitos/problemas em processos avaliados, assinale a afirmativa INCORRETA.
As causas especiais de variação de um processo são aquelas aleatórias e inevitáveis, que não podem ser previstas, identificadas ou corrigidas.
Quando há uma grande variação dentro dos limites estabelecidos por uma carta de controle, é necessário verificar a causa dessa variação.
As cartas de controle correspondem a um conjunto de pontos (amostras) ordenados no tempo interpretados em função de linhas horizontais, chamadas LSC (Limite Superior de Controle) e LIC (Limite Inferior de Controle).
Se ocorrem variações além dos limites estabelecidos, significa que o processo está fora do controle estatístico; ações deverão ser tomadas, usando demais ferramentas da qualidade como Diagrama de Ishikawa e cinco motivos para auxiliar no processo.
A teoria estatística desenvolvida por Shewhart para cálculo dos limites de controle é baseada na ideia da distribuição normal; sendo o processo estável, os dados da amostra terão probabilidade muito próxima de um de estar dentro do intervalo de –3σ a +3σ, a partir da média populacional.