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A modelagem quantitativa nas Ciências Humanas exige a escolha criteriosa de medidas de posição e de dispersão para descrever, de forma coerente, fenômenos como a desigualdade de renda, o tempo de escolaridade e a violência urbana. Associe a primeira coluna, correspondente aos conceitos estatísticos fundamentais, à segunda coluna, que estabelece suas respectivas definições e exemplos de aplicabilidade prática na pesquisa social. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1. Média.
2. Mediana.
3. Quartis.
4. Variância.
5. Desvio-padrão.
6. Coeficiente de Variação.
7. Histograma.
( ) É uma medida de dispersão absoluta que expressa a variabilidade dos dados na mesma unidade de medida original da variável pesquisada, calculada a partir da raiz quadrada da variância; nas Ciências Humanas, é fundamental para avaliar o grau de dispersão real de salários ou notas entre diferentes grupos sociais de uma pesquisa.
( ) É uma representação gráfica de frequências para variáveis contínuas, constituída por retângulos contíguos em que a área de cada barra é proporcional à frequência da classe correspondente. Na análise da sociedade, é amplamente utilizado para visualizar a distribuição etária de uma população ou a concentração de renda, permitindo identificar o comportamento e a assimetria dos dados socioeconômicos.
( ) É uma medida de posição que atua como o centro de gravidade da distribuição, representando o valor que equilibra os desvios de todo o conjunto de dados, sendo, contudo, altamente sensível a valores extremos (outliers). No estudo da sociedade, é utilizada para calcular indicadores sintéticos, como a renda per capita de uma região, embora exija cautela por poder ocultar profundas desigualdades internas.
( ) São medidas de posição que dividem o conjunto de dados, previamente ordenados, em quatro partes iguais, delimitando faixas que concentram 25% das observações em cada intervalo. Na pesquisa social, são cruciais para segmentar a população em estratos socioeconômicos (como identificar os 25% mais pobres e os 25% mais ricos), servindo de base para o cálculo de indicadores de desigualdade e linhas de pobreza.
( ) É o valor que ocupa a posição central de um conjunto de dados ordenados, dividindo a distribuição exatamente ao meio (50% dos elementos abaixo dela e 50% acima), possuindo a propriedade de ser robusta e resistente a valores extremos. Nas Ciências Humanas, é uma medida indicada para analisar a realidade do rendimento domiciliar ou do tempo de escolaridade, pois reflete o padrão posicional da distribuição sem a distorção provocada por valores discrepantes muito altos.
( ) É uma medida de dispersão relativa expressa em percentual, calculada pela razão entre o desvio padrão e a média, o que permite a comparação da variabilidade entre distribuições que possuem médias ou unidades de medida distintas. No estudo da sociedade, é útil para comparar a volatilidade de fenômenos diferentes, como contrastar a variação percentual dos gastos com saúde pública entre municípios de tamanhos populacionais distintos.
( ) É uma medida de dispersão absoluta baseada na média dos quadrados dos desvios em relação à média aritmética, evidenciando o quão afastados os dados estão do centro, embora sua unidade de medida fique elevada ao quadrado. Na pesquisa social, serve de base matemática para modelos estatísticos complexos (como a Análise de Variância – ANOVA) que buscam compreender se a variação nos índices de violência é explicada por fatores territoriais ou por vulnerabilidade social.
5 – 7 – 2 – 3 – 1 – 6 – 4.
4 – 7 – 1 – 3 – 2 – 6 – 5.
5 – 7 – 1 – 3 – 2 – 6 – 4.
4 – 6 – 1 – 2 – 3 – 7 – 5.
5 – 6 – 2 – 3 – 1 – 7 – 4.