Ao observar resultados de análise probabilística de segurança
para interpretá-los, um engenheiro concluiu, em relação
às curvas de risco, que
A
apresentam, como grandezas nos eixos, a frequência
de ocorrência e os custos associados.
B
são sempre decrescentes, pois representam a
frequência acumulada complementar no eixo das ordenadas.
C
são sempre descontínuas, pois normalmente existem
poucos dados para a sua elaboração.
D
possuem coeficiente angular sempre igual a – 1, independente
das escalas usadas nos eixos.
E
podem ser representadas apenas por meio de escalas
crescentes nos eixos coordenados.