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O uso indevido de medicamentos pode trazer grandes consequências para o paciente, porém, quando utilizados de forma adequada, representam o recurso terapêutico mais eficaz. Os erros de medicação são passíveis de serem prevenidos e a sua ocorrência deve ser minimizada para garantir a segurança dos pacientes. Segundo a American Society of Health System Pharmacists, os erros de medicação podem ser subdivididos em erros reais e quase falhas (FINATTO; CAON, 2015).
A alternativa que apresenta, corretamente, o conceito de “quase falha” é
todo e qualquer dano, advindo de medicamentos, provocados pelo uso ou falta do uso do mesmo quando necessário.
um evento inevitável relacionado ao medicamento, caracterizado pela produção de uma resposta nociva a uma droga, não intencional, que ocorre nas doses terapêuticas usuais.
qualquer resposta nociva ou indesejada ao medicamento, que ocorre na dose normalmente usada para profilaxia, diagnóstico ou tratamento de doença, ou para modificação de função fisiológica.
um incidente relacionado a prescrição, dispensação ou plano de administração do medicamento que, por algum motivo, planejado ou ao acaso, foi interceptado ou evitado antes de atingir o paciente e que poderia ou não causar danos.
qualquer evento adverso evitável, que poderá causar ou conduzir ao uso inadequado do medicamento ou prejudicar o paciente enquanto o medicamento estiver sob o controle dos profissionais de saúde, pacientes e consumidores, que é detectado após a sua ocorrência.