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Segundo Goodman (2012), a insulina constitui a base do tratamento de praticamente todos os pacientes portadores de diabetes tipo 1 e de muitos portadores de diabetes tipo 2. Pode ser administrada por via intravenosa, intramuscular ou subcutânea. O tratamento a longo prazo baseia-se, predominantemente, na injeção subcutânea do hormônio.
Na categoria de ação curta, alguns autores distinguem as insulinas de ação muito rápida (asparte, glargina, lispro) da insulina regular.
O desenvolvimento de análogos da insulina de ação curta que mantém uma configuração monomérica ou dimérica representa um grande avanço na insulínoterapia.
Alguns autores distinguem as formulações com duração mais longa de ação (detemir, glulisina) da insulina NPH.
Uma das abordagens para alterar o perfil de absorção da insulina nativa baseia-se em formulações que aceleram a absorção após a injeção subcutânea.